On 4/17/07, Glauber Machado Rodrigues (Ananda)
<[EMAIL PROTECTED]> wrote:
Temos um problemas de interpretação aqui.

Dizemos que as pessoas devem ser livres para ir além das relações de
consumo, e não que elas não devam ser consumidoras.

   Penso existirem alguns termos de consumo. Uma é consumo enlatado,
que consumo porque consumo. Outra é consumir com razão, com escolha.
Sabendo que é um editor de texto, se quiser consumir Word, é minha
liberdade. Se preferir o Ooo é uma opção minha. Não posso dizer o
apenas livre é bom. Bom para quem? Se ele não pensa assim; fulano está
errado por preferir outro produto? Veja, produto.

   O que penso que não estamos deixando opção clara para as pessoas.
Não existe editor de texto, existe Word, Excel, IE e assim vai. Se os
professores utilizassem termos corretos para os produtos, teriamos uma
geração capaz de entrar em um site de busca e digitar editor de
textos.

E que elas devem ter liberdade de usar o computador para construir
ferramentas, não apenas se limitar a usá-las como ferramenta. Isso não
implica em dizer que não se deva usar como ferramenta, mas sim em
avançar para além disso.

  Não penso que todo motirista deva ser mecanico. Quem não atua na
área de info, não quer saber qual é o sistema de arquivos do seu HD,
ou se seu sistema é C, Java ou Python, querem que lhe atenda.

   Para formamos opnião, termos ensaios em nossa lingua, uma boa
coisa seria, lá na escolinha do meu sobrinho de 9 anos, Editor de
texto, Planilha, Navegador, Leitor de e-mail, Sistema operacional.

  Creio que é sobre isto que estamos falando? Livre na escola,
fundamental talvez? Sobre superiores a coisa muda.

   Abçs,

Zandre.
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