On 5/15/07, Alexandre Oliva <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
On May 12, 2007, "Fabianne Balvedi" <[EMAIL PROTECTED]> wrote:

> On 5/12/07, Alexandre Oliva <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
> (...)
>> Já a promoção da idéia de obrigação parece-me criar justamente o
>> efeito contrário, extinguindo a publicação, a colaboração e a cultura
>> por matar a criatividade.

> ninguém está obrigando ninguém a nada, Oliva.

Então acho que não entendi o argumento do movimento da Devolução.

Se a devolução dos benefícios para a sociedade não é obrigação (legal
ou moral), então perdi o fio da meada em algum lugar.


a única obrigação que pode ser imposta é a legal.
Qualquer outra tem caráter altamente subjetivo,
e que depende da consciencia de quem
eh alvo de criticas se sentir obrigado ou nao
a responder por elas.


> assim como ninguém obriga os codeiros a compartilharem seus códigos,
> mas se eles não fazem isso, o movimento do SL morre.

E aí morrem também aqueles que bebiam da fonte sem ajudar a mantê-la
limpa.  É a Tragédia do Bem Comum.

Dessa perspectiva é que surge um dos muitos equilíbrios econômicos
envolvidos nesses processos: a consciência de que, se não alimentar o
bichinho, ele morre.
Pois é. Do link da wikipedia que vc enviou pra cá:

"(...) Biotrophic parasites cannot survive in a dead host and
therefore keep their hosts alive. Many viruses, for example, are
biotrophic because they use the host's genetic and cellular processes
to multiply.

Some parasites are social parasites, taking advantage of interactions
between members of a social host species such as ants or termites to
their detriment. Kleptoparasitism involves the parasite stealing food
that the host has caught or otherwise prepared. A specialized type of
kleptoparasitism is brood parasitism, such as that engaged in by many
species of cuckoo. Many cuckoos use other birds as "babysitters";
cuckoo young are raised and fed by adults of the host species, but
adult cuckoos fend for themselves.

Cheating or exploitation types of parasitism are often found in
situations where there are generalized non-specific mutualisms between
broad classes of organisms, such as mycorrhizal relationships between
plants and many types of fungi. Some myco-heterotrophic plants behave
as "mycorrhizal cheaters", establishing mycorrhiza-like interactions
with a fungal symbiont, but taking carbon from the fungus (which the
fungus, in turn, gets from other plants) rather than donating carbon."

Não é necessário agir contra o hospedeiro para caracterizar
parasitismo. Basta se aproveitar dele.


abs,
//fabs
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Fabianne Balvedi
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"se a Globo quer minha música,
que libere a sua novela."
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