O ministro da Fazenda, Guido Mantega, decidiu criar um "Comitê Estratégico
de Tecnologia da Informação", que ficará responsável por definir as ações na
área de Informática e Telecomunicações.  A iniciativa centralizou num único
fórum, todas as secretarias e órgãos vinculados do ministério. Para comandar
o comitê, Mantega nomeou o seu secretário-executivo, Nelson Machado.

Com isso, Machado assume o controle total sobre o orçamento do ministério
voltado para custeio e investimentos na área de TI. Nada passará sem que
haja previamente um debate interno nesse organismo e, por conseguinte, a
autorização dele.

Para efetivar os poderes do secretário, o ministro Guido Mantega, publicou
nesta sexta-feira (27/07) no Diário Oficial da União, a portaria 184, que
institui a criação do Comitê de TI. No documento, o novo organismo terá a
seguinte composição:

I - Secretário-Executivo (que o presidirá);
II - Procurador-Geral da Fazenda Nacional;
III - Secretário da Receita Federal do Brasil;
IV - Secretário do Tesouro Nacional;
V - Secretário de Política Econômica;
VI - Secretário de Acompanhamento Econômico;
VII - Secretário de Assuntos Internacionais;
VIII - Presidente do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf);
IX - Chefe de Gabinete do Ministro;
X - Subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração; e
XI - Diretor-Geral da Escola de Administração Fazendária;

*Plataforma livre*

Pela composição, tem-se a impressão que o Serpro, empresa de processamento
de dados vinculada ao Ministério da Fazenda, acabou excluído.  Não é bem
assim. Nos bastidores, o Serpro deverá ter papel preponderante e deverá ser
chamado a opinar nos destinos da TI do Ministério da Fazenda, em virtude dos
objetivos centrais que este novo Comitê pretende cumprir, conforme publicado
na portaria:

I - Integração dos sistemas que compõem a plataforma operacional presente e
futura do Ministério da Fazenda;
II - Aumento da eficiência e efetividade e a redução de custos; e
III - Estabelecimento de prioridades para novas demandas e investimentos.

Por essas metas, ficou clara a intenção de Neson Machado, corroborada
integralmente pelo presidente do Serpro, Marcos Mazoni, de ao menos tentar
minimizar a dependência tecnológica que o Ministério da Fazenda ainda
possui, atualmente, em algumas áreas com relação aos sistemas proprietários.


Todo texto em:

http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=8714&sid=16

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