On 8/14/07, Ada Lemos <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
>
> Dep. Paulo Teixeira para repercuti-lo devidamente, no próprio legislativo,
> junto a imprensa, não a especializada em TICs, mas a política.Assim,
> formar massa crítica e dar base ao governo (executivo) para atuar de maneira
> mais dura a favor do ODF.
>

Para fins de licitações no governo e similares, o OOXML ou o ODF serem
padrões ISO, ABNT, ECMA ou o q quer q seja não significa *nada*. Inclusive,
em determinados certamente o TCU pede explicitamente q não sejam cobrados
determinados tipos de certificações q costumam ter força de padrão (vide a
febre do ISO-9000 q, na verdade, não indicava nada a respeito da qualidade
dos produtos).

A ABNT até hoje não influiu para o governo (qualquer Poder, em qualquer
esfera) tomar suas decisões a respeito de qual formato utilizar para
armazenar seus documentos (e a conseqüente escolha do pacote de automação de
escritório q o suporte). Não foi preciso um estudo sobre o assunto para a
adoção do MS Office em diversos Ministérios, mesmo na época em q sua base
instalada ainda não era o q é hoje.

A melhor forma do governo apoiar o ODF estaria na utilização maciça de um
pacote de automação de escritório q o suporte. E, pior ainda, a questão nem
é o OOXML. Enquanto vc tiver sistemas e órgãos q cobram explicitamente o
envio de documento .doc e .xls, nada disso vai adiantar. E enquanto isso
acontecer, haverá margem para a notícia abaixo:

"Control+Alt+Del -  A inclusão digital chegou à presidência da República:
vai gastar R$ 41,8 mil num curso de Word, Windows XP, Power Point e Excel
para 300 servidores. Os futuros Bill Gates do Planalto devem concluir as
lições até dezembro." (fonte: http://www.claudiohumberto.com.br/ em
14/08/2007)

[ ]s,

olival.junior
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