O acordo (confidencial pois é um NDA) não contém o licençamento das patentes 
necessárias para implementar os interfaces nos mercados do são legais (EEUU, 
Australia, Nova Zelanda, etc.)

Só contém uma lista das patentes que a Microsoft dize que não devem ser 
infringidas e o seu compromisso pelo que só demandará baseado em issas 
patentes da lista. Também contém un processo para ampliar a lista em qualquer 
momento com novas patentes.

Samba dize que vai a programar de uma forma que não vai a infringir as 
patentes, mais geralmente é muito complicado ou incluso impossível. O 
problema é que se Samba infringe uma patente, Microsoft vai a demandar ás 
distribuções comerciales de Linux (porque Samba não é comercial e Microsoft 
prometeu não demandar ás entidades não comerciales).

Na FFII estamos muito preocupados ainda por issas patentes sobre 
interoperabilidade.

Infelizmente não temos acceso a issa lista para poder-las estudiar.

Felizes festas e um ano cheio de libertades para todos,
-- 
Alberto Barrionuevo
Vice President FFII
www.ffii.org


El Saturday 22 December 2007 23:46:24 Ada Lemos escribió:
> Para conhecimento:
>
> http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL236117-6174,00-MICROSOFT+ASSI
>NA+ACORDO+COM+GRUPO+DE+SOFTWARE+LIVRE+SAMBA.html
>
> Microsoft assina acordo com grupo de software livre Samba Acordo ajuda
> projetos de software livre compatíveis com o Windows.
> Com a medida, Microsoft cumpre parte das sanções impostas por Comissão
> Européia.  * * Da Reuters
> <http://g1.globo.com/Noticias/0,,FLC0-5597-2955523,00.html>
>
> A Microsoft assinou um raro acordo com um grupo de software de código-fonte
> aberto, na quinta-feirto:a (20), cumprindo parte das sanções que lhe foram
> impostas pela Comissão Européia por violações de leis antitruste. "Isso
> deve reforçar a concorrência em um mercado que a Microsoft veio a dominar
> devido ao seu comportamento abusivo", disse Jonathan Todd, porta-voz da
> Comissão.
>
>
> O acordo, assinado nos Estados Unidos pela Protocol Freedom Information
> Foundation, tinha por objetivo ajudar a Samba
> <http://us3.samba.org/samba/>, uma produtora de software gratuito e de
> fonte aberta para servidores. "Isso permite que conservemos o Samba
> atualizado diante das recentes mudanças no Microsoft Windows, e também
> ajuda outros projetos de software aberto que precisam interoperar com o
> Windows", disse Andrew Tridgell, criador do Samba.
>
>
> O software em questão se destina a uso em escritórios por pequenos grupos,
> e administra a conexão com redes e o uso compartilhado de impressoras.
>
>
> A Comissão decidiu em 2004 que a Microsoft deve fornecer informações sobre
> interconexão de modo a permitir que produtores rivais de software para
> servidores criem produtos capazes de operar de maneira tão suave com os
> computadores acionados pelo sistema operacional Microsoft Windows quanto as
> máquinas que usam software Microsoft para servidores.
>
>
>
> Naquele mesmo ano, a Comissão constatou que a Microsoft havia recusado
> oferecer informações de interconexão --conhecidas como protocolos--, de
> maneira que permitisse que os computadores acionados pelo Windows e
> servidores acionados por software produzido por concorrentes funcionassem
> juntos.
>
>
> As ações da Microsoft para cercear a competição levaram sua fatia de
> mercado no software para servidores a disparar, e reduziram severamente o
> mercado de suas concorrentes, que essencialmente abandonaram esse segmento.
>
>
> A Microsoft resistiu a cumprir a ordem até que o segundo mais alto tribunal
> da União Européia confirmou a decisão da Comissão, em setembro. Já que o
> Samba não era um software comercial e não havia como expulsá-lo do mercado,
> ele pôde se beneficiar da decisão.

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