Em 17/01/08, china<[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> Tentar fazer com que algo licenciado sob a GPL possa gerar
> renda sem precisar comercializar licenças e royalties?

E eis que aparece a famosa imagem do prestador de serviços, ou seja,
pessoas habilitadas (por quem?) e com conhecimento sobre o software
livre o suficiente para colocá-lo em produção e poder adequá-lo às
necessidades específicas do cliente. Aí surge o velho problema: quão
compatível fica uma versão customizada com os releases futuros?
Passa-se pelo problema de como o sistema foi projetado (modular
através da implantação de plugins parece ser o ideal) para dar a esse
tipo de desenvolvimento a possibilidade de sustentar-se por anos. E é
aí que bate o problema maior: de maneira geral, o que temos são
software meio projetados nas coxas, quase sem documentação, com uma
penca de if/else a fim de dar jeitinhos. O famoso POG que corre solto
tanto no Proprietário como no Livre. A diferença é que no livre
podemos ver que ele está lá, e aí, utilizam-se disso para falar mal de
nós... malditos!
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