2008/3/11 Alexandre Oliva <[EMAIL PROTECTED]>:
>  Uai-MCA (de Minas Gerais, mas leia a sigla em inglês pra ficar mais
>  engraçado) e EIII (entidades de classe fictícias, de associação
>  voluntária, assim como ACM e IEEE) criam um programa de certificação,
>  disponível *apenas* para seus membros, e o mercado passa a exigir a
>  tal certificação para contratação.  Pode isso?

Isso não é impossível, mas pouco provável de partir dor próprio mercado.

O que o mercado deseja é ter acesso aos bons profissionais. Se a exigência
dessa certificação acabar tirando o acesso aos bons profissionais. Se o bom
profissional está ali, transbordando capacidade de gerar lucro para o
empregador,
o mercado tende a bypassar essas exigências e botar o cara para pedalar pra
ele. Mexeu no bolso o mercado xia, então no caso, o que seria decisivo para
conseguir emprego seria a capacidade de gerar lucro.

Não sei se existe um cenário onde o cara não gere lucro para o empregador
e mesmo assim seria correto manter o cara trabalhando. Acho mais provável
que o problema da auto-regulamentação esteja nessas situações, mas ainda
não pensei em nenhum exemplo prático disso na área de informática.


-- 
Opções desconhecidas do gcc:
 gcc --bend-finger=padre_quevedo
O que faz:
 dobra o dedo do Padre Quevedo durante a execução do código compilado.

Não uso termos em latim, mas poderia:
http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Latin_phrases_(full)

A ignorância é um mecanismo que capacita um tomate a saber de tudo.


 "Que os fontes estejam com você..."

Glauber Machado Rodrigues
PSL-MA

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