On Mar 12, 2008, "Glauber Machado Rodrigues (Ananda)" <[EMAIL PROTECTED]> wrote:

> 2008/3/11 Alexandre Oliva <[EMAIL PROTECTED]>:
>> Uai-MCA (de Minas Gerais, mas leia a sigla em inglês pra ficar mais
>> engraçado) e EIII (entidades de classe fictícias, de associação
>> voluntária, assim como ACM e IEEE) criam um programa de certificação,
>> disponível *apenas* para seus membros, e o mercado passa a exigir a
>> tal certificação para contratação.  Pode isso?

> Isso não é impossível, mas pouco provável de partir dor próprio mercado.

> O que o mercado deseja é ter acesso aos bons profissionais.

Isso pode acontecer se as organizações forem tão influentes e
respeitadas que não ser aprovado nos seus programas de certificação
seria praticamente o mesmo que, por exemplo, um graduado em direito
não aprovado no exame da OAB.

De fato, é pouco provável que o mercado como um todo passe a exigir as
tais certificações, mas basta alguns empregadores grandes (governos,
multi-nacionais) tomarem uma decisão como essas para que o efeito
prático seja semelhante.

Mas a questão é mais na linha: a regulamentação deveria *permitir* a
um empregador (particularmente um empregador público) *excluir*
candidatos por não terem certificação?

-- 
Alexandre Oliva         http://www.lsd.ic.unicamp.br/~oliva/
FSF Latin America Board Member         http://www.fsfla.org/
Red Hat Compiler Engineer   [EMAIL PROTECTED], gcc.gnu.org}
Free Software Evangelist  [EMAIL PROTECTED], gnu.org}
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