2008/3/19 Ricardo Bánffy <[EMAIL PROTECTED]>:
> Acho que esse é um problema complexo. Pode se começar migrando aplicações
> back-end para web, certificando-as para funcionar sem IE. A vantagem desse
> primeiro passo é que o IE pode ser removido das máquinas e algumas, onde só
> se usam essas aplicações, podem ser migradas.

Exato, não é uma coisa que se faça à distância. O ponto é que a ultima coisa que
se deve fazer é separar os usuários dos programas que eles gostam, e não a
primeira.

Usuários gostam dos programas do windows, não do windows. Na verdade acho
que pouca gente se preocupa se o windows tá rodando ou não. Quer usar programa
X ou Y, e rodar direito.

Se você chegar logo trocando os programas vai ter choro e ranger de
dentes. Tem que
ter um foreplay antes e depois crau.

Não dá para deixar o cara no windows, que ele não faz nem questao, e
querer que ele
abandone seus programas preferidos primeiro, que até o momento ele não
é capaz de
imaginar o mundo sem eles.

>
> As aplicações que precisam do Windows podem ser certificadas sob Wine em um
> segundo momento, preparando para uma migração de desktops.
>
> O que não tiver jeito mesmo, pode rodar em Windows com Terminal
> Services/Remote Desktop.
>

Isso.

O mais importante é definir quais podem ser emuladas tranquilamente e
quais devem
ficar no seu ambiente nativo mesmo. Aplicações de back-end ou são
migradas totalmente
ou rodam por terminal, nada de wine.

> A questão de que "qualquer anta instala" é perigosa. Antas instalam Windows
> e podemos acompanhar os tristes resultados. Não quero antas instalando
> software, nem livre, nem proprietário.

Antas devem ser mantidas à distância durante o processo =D

>
>  2008/3/19 Glauber Machado Rodrigues (Ananda) <[EMAIL PROTECTED]>:
> >
> >
> >
> > 2008/3/18 Marcus de Vasconcelos Diogo da Silva <[EMAIL PROTECTED]>:
> >
> > > É verdade, problemão, o pior de uma migração mal feita é perder de graça
> a
> > > credibilidade. Tem muito tecnico que se diz ban ban e diz que resolve
> tudo
> > > mas na ponta temos muuuita insatisfação pois foram criados mais
> problemas do
> > > que soluções.
> >
> > Eu acho que o principal problema é o começo. Não os primeiros momentos da
> > implementação, mas por onde você começa.
> >
> > Tem muito projeto que o ideal não é começar como fazem, primeiro
> instalando os
> > softwares livres no windows e depois que o usuário se acostumar, colocar
> tudo
> > numa plataforma totalmente livre.
> >
> > As vezes você tem que fazer o contrário. Colocar o cara num Gnu/linux e
> instalar
> > os programas que ele conhecia para funcionar via wine, enquanto os
> programas
> > que não são de desktop (sistemas de faturamento, contabilidade, folha
> > de pagamento)
> > instalados num servidor de aplicação windows com remote desktop.
> >
> > Você instala o firefox do windows via wine, instala o internet
> > explorer via wine, e o
> > que mais for programa de desktop (ms office, etc), por que tudo
> > funciona beleza e
> > o usuario vai perceber melhorias no desempenho e na segurança, fora
> > que existe todo o
> > poder de um sistema Unix rodando embaixo do capô.
> >
> > Depois que ele ganhou confiança na plataforma, ele está pronto para
> > começar a usar
> > os programas livres, esses sim vão exigir uma grande tranformação na forma
> de
> > pensar do usuário, mas como ele teve uma boa experiência, ele assume o
> desafio.
> >
> > Então ele vai se encomodar toda vez que tiver que recorrer aos
> > sistemas não livres
> > por causa de algum site mal feito ou de algum documento entupido de macros
> > obscuras.
> >
> > Isso não é uma teoria.
> >
> > Se você colocar os programas livres no windows ele não vai perceber
> > melhoria nenhuma
> > em nada (exceto no caso do firefox), por que por baixo vai estar
> > rodando o mesmo sistema
> > bugado de sempre, enxendo o saco, e ainda por cima sem poder rodar os
> programas
> > que ele estava acostumado. É por isso que tem gente que até chora.
> >
> >
> >
> >
> >
> > --
> > Opções desconhecidas do gcc:
> >  gcc --bend-finger=padre_quevedo
> > O que faz:
> >  dobra o dedo do Padre Quevedo durante a execução do código compilado.
> >
> > Não uso termos em latim, mas poderia:
> > http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Latin_phrases_(full)
> >
> > A ignorância é um mecanismo que capacita um tomate a saber de tudo.
> >
> >
> >  "Que os fontes estejam com você..."
> >
> > Glauber Machado Rodrigues
> > PSL-MA
> >
> > jabber: [EMAIL PROTECTED]
> > _______________________________________________
> >
> >
> >
> >
> > PSL-Brasil mailing list
> > PSL-Brasil@listas.softwarelivre.org
> > http://listas.softwarelivre.org/mailman/listinfo/psl-brasil
> > Regras da lista:
> > http://twiki.softwarelivre.org/bin/view/PSLBrasil/RegrasDaListaPSLBrasil
> >
>
>
> _______________________________________________
>  PSL-Brasil mailing list
>  PSL-Brasil@listas.softwarelivre.org
>  http://listas.softwarelivre.org/mailman/listinfo/psl-brasil
>  Regras da lista:
>  http://twiki.softwarelivre.org/bin/view/PSLBrasil/RegrasDaListaPSLBrasil
>



-- 
Opções desconhecidas do gcc:
 gcc --bend-finger=padre_quevedo
O que faz:
 dobra o dedo do Padre Quevedo durante a execução do código compilado.

Não uso termos em latim, mas poderia:
http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Latin_phrases_(full)

A ignorância é um mecanismo que capacita um tomate a saber de tudo.


 "Que os fontes estejam com você..."

Glauber Machado Rodrigues
PSL-MA

jabber: [EMAIL PROTECTED]
_______________________________________________
PSL-Brasil mailing list
PSL-Brasil@listas.softwarelivre.org
http://listas.softwarelivre.org/mailman/listinfo/psl-brasil
Regras da lista:
http://twiki.softwarelivre.org/bin/view/PSLBrasil/RegrasDaListaPSLBrasil

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