2008/4/8 Alexandre Oliva <[EMAIL PROTECTED]>:
>  Não precisa ser especialista.  Só explica pra mim como pode isso:
>
>  Dados:
>
>  - sem papel, a única forma de "recontagem" é somar de novo os dados
>   guardados e mandados pelas urnas
>
>  - quando você soma de novo os mesmos números, sempre dá a mesma coisa

programmer bait =D

Acho que esses dois métodos aqui funcionam:

O primeiro que consegui pensar é assim:

Quando você você vota, a máquina te dá um número pseudo-aleatório único.

Quem tem esse número pode consultar o seu voto posteriormente, para
garantir que ele foi registrado corretamente.

Como não é possível saber qual pessoa recebeu qual número, a votação
continua sendo secreta, só que cada um pode auditar seu voto.

Até aqui nada impede que alguns compradores de votos obriguem a
pessoa, sob ameaça, a fornecer o seu número para comporvar o voto a
favor.

Para evitar isso, depois da votação normal a pessoa poderia votar de
novo e emitir um novo número. Este número também poderia ser
consultado, só que não seria computado como voto.


O segundo método requer o uso de cartões de ROM numerados  que
acompanham a urna eletrônica lacrada.

Quando o voto é realizado, a gravação dos votos é feita
simultaneamente em várias cópias, (digamos, em 3 cartões), e depois
lida dos cartões para confirmar a gravação.

Na hora da contagem de votos, as urnas são abertas e procura-se por
sinais de violação. Então a contagem é feita com base nos cartões de
rom.


Combinando os dois métodos é possível auditar o próprio voto e também
confiar numa mídia eletrônica para gravar os votos.

Eu acho que a vantagem do voto em papel é que ele sempre será uma ROM,
e não porque não seja eletrônica. Afinal de contas, o papel é uma
mídia física como qualquer outra, assim como são todas as ROMs.

O problema do disquete é que é possível reescrevê-lo sem muito
controle, o que não acontece com uso de ROMs serializadas e lacradas
de forma inviolável dentro de uma urna.

Eu não sei é quanto custaria um processo desses.

-- 
Opções desconhecidas do gcc:
 gcc --bend-finger=padre_quevedo
O que faz:
 dobra o dedo do Padre Quevedo durante a execução do código compilado.

Não uso termos em latim, mas poderia:
http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Latin_phrases_(full)

A ignorância é um mecanismo que capacita um tomate a saber de tudo.


 "Que os fontes estejam com você..."

Glauber Machado Rodrigues
PSL-MA

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