2008/5/7 Pablo Sánchez <[EMAIL PROTECTED]>:
> 2008/5/7 Glauber Machado Rodrigues (Ananda) <[EMAIL PROTECTED]>:
> > Eu pensei que terrorista era quem tentava impor sua vontade através do
> > terror, não qualquer um que fosse contra o sistema.
>
> E eu estava te explicando que várias pessoas são taxadas de terroristas só
> porque são contra o sistema. Mas isso é uma discussão que vai beeeeem longe.
> :-P

Eu entendi essa parte. Meu estilo foi ruim porque soou meio sínico em
relação ao que você disse, não em relação ao que as pessoas chamam de
terrorismo, não vou fazer mais isso, vou tentar mirar por lado certo.

> Todos os heróis são assim em algum momento nos quadrinhos, nunca reparou? É
> o "fator humano", onde ele desce do pedestal e faz m....

É, mas com o HdF tá demais. Fez até o quarteto fantástico brigar,
perseguiu a tia e a mulher do Peter Parker (Homem-Aranha), deu novas
armas para os vilões, resumindo f*d** com tudo.

> Sempre não. Como te disse, ele não é o único que já defendeu interesses,
> "fator humano", lembra?

Mas pelo que ele já fez e continua fazendo, acho difícil encontrar um
fã de quadrinhos que aceite o que ele faz. Ele tipo quer deixar todo
mundo dependente dos caracecos que ele vende, fornecendo armas para os
heróis pra que eles fiquem dependentes e pedindo favores em troca. Bem
microsoft mesmo.

> Quando o Homem Aranha mata o ladrão que matou seu tio, ele foi herói ou FDP?

Ele não matou. Ele perseguiu o cara e o cara morreu. Não me lembro do
Peter ter matado alguem com dolo. Nem mesmo o Duende Verde.

Que seja. O que quiz mostar é que o HdF não é exatamente o espelho da
juventude, e ele é mais usado nas estórias para dividir as pessoas,
fazer as pessoas defenderem as causas erradas e gerar polêmica. Tipo
Big brother, onde eles botam cão e gato sob o mesmo teto só para dar
em rolo.

> Nem tanto, se vc pensar na quantidade de crianças que montam seu caráter
> baseado na ação dos seus heróis. Nós, realmente, vamos "cagar e andar" para
> o HdF, mas a geração que acompanhar os quadrinhos a partir de agora porque
> gostou do filme, é a geração que vai estar aqui discutindo SL daqui a 5 ou
> 10 anos. E aí? Como fica? Lembra daquele velho golpe da MS, de oferecer
> cursos, versões gratuitas ou mais baratas para estudantes universitários?
> Minar a fonte... Esse é o problema.

Se eles pegarem as revistinhas exatamente agora só vão encontrar um
cara com pinta de mosqueteiro que está perseguindo os super-herois
baseado-se em se eles apoiam ou não o registro de super-humanos, e não
no seu caráter.

Acho que tá meio na cara que eles só querem abrir mais espaço para o
capitão-américa, esse sim tá sendo bonzinho na estória. Daí lançam
filme do capitão, e tchururu.

> Vide comentário acima. Crianças montam seus conceitor e caráteres baseados
> em seus heróis de infância. E é aí que o bicho pega... Por isso a crise da
> adolescência e brigas com os pais, quando o pai-herói ou a mãe-herói deixa
> de estar no pedestal e a criança percebe que estão no mesmo nível... Cara,
> essa discussão iria por horas, então, resumindo, o lance é que se cagar na
> fonte, o rio todo fica podre. Pronto, era isso.

Poisé. Se acontecer o esperado eles vão pegar as revistas do HdF e vão
gostar do capitão américa.

-- 
Opções desconhecidas do gcc:
 gcc --bend-finger=padre_quevedo
O que faz:
 dobra o dedo do Padre Quevedo durante a execução do código compilado.

Não uso termos em latim, mas poderia:
http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Latin_phrases_(full)

A ignorância é um mecanismo que capacita um tomate a saber de tudo.


 "Que os fontes estejam com você..."

Glauber Machado Rodrigues
PSL-MA

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