As escolas britânicas existem para educar os britânicos, não para
promover software livre.

Ser livre é uma característica como qualquer outra e que está sujeita
a ter um peso variável de acordo com as necessidades do usuário. É
importante pra mim, mas não é importante a ponto de eu me recusar a
usar um Windows para acessar a conta da minha empresa e ter que mudar
de banco.

Ser livre não é uma vantagem decisiva em todas as situações para todo
mundo. A superioridade inerente dele está longe de ser uma
unanimidade.

Isso dito, se queremos que usuários de software proprietário adotem
software livre, precisamos entender quais as necessidades deles e
promover o desenvolvimento de soluções que as atendam e que superem as
soluções proprietárias.

Compiz Fusion é um passo nessa direção: dar ao desktop livre um
eye-candy mais doce do que o dos concorrentes proprietários.

Eu adoraria que a planilha do OpenOffice fizesse coisas que o Excel
não consegue ou para que precisa de plug-ins. Uma coisa que eu
adoraria ver seria a exportação de gráficos 3D da planilha para
Blender ou .3DS (perdoem-me, mas a idéia é seduzir o usuário do
proprietário). Outra coisa legal seria lidar com "números incertos"
(30 ± 1) e poder operar sobre eles. Alguém consegue induzir um aluno a
fazer isso como TCC?

2008/5/12 Amadeu A. Barbosa Jr <[EMAIL PROTECTED]>:
> hmmmmmmm retiro o que disse sobre ser um bom exemplo :P
>
>  Li o documento referenciado e na verdade eu entendi:
>   - é um relatório sobre não adotar os produtos *novos* na microsoft
>  *AINDA* alegando problemas de interoperabilidade, mas em todo o texto há
>  uma constante preocupação em "sugerir à Microsoft como seu produto deve
>  ser, para então poder ser adotado"
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