Não sei se você percebeu, mas a matéria foi um primeiro de abril.

Mas isso não muda o fato de que a responsabilidade das escolas é
educar os alunos. Se isso vai ser feito com software livre ou
proprietário, é uma consideração secundária. O ponto não negociável
aqui é que tem que ser feito direito e com os recursos (humanos,
técnicos e financeiros) disponíveis.

Eu prefiro que seja feito com software livre, que estimule valores
como o compartilhamento de informações e as liberdades individuais, e
uma certa medida de auto-suficiência, mas, se a solução escolhida
pelas pessoas que não entendem nada de computador mas que entendem
muito mais do que eu de educação for outra, eu vou atrás dos motivos
porque eles são um feature-list que pode ser implementado.

O atraso do Windows Vista e o seu fracasso comercial são uma
oportunidade de "vender o peixe" de software livre nos desktops que
pode não acontecer outra vez.

Temos pelo menos mais 3 versões de Gnome até o primeiro beta do
Windows 7 roubar os holofotes da imprensa.

2008/5/13 Amadeu A. Barbosa Jr <[EMAIL PROTECTED]>:
>  Aproveitando para comentar uma frase sua: "Hoje Python é mainstream.
>  Ruby, idem. Há até suporte a Rails no NetBeans 6 e para Python no Visual
>  Studio. Não dá pra ser muito mais mainstream do que isso."
>
>  hmmmm ... Ter suporte no Visual Studio e NetBeans é ser mainstream???
>  hmmm pegou mal essa hein?!
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