É o tipo de idéia que só uma gravadora poderia gostar. De que forma o
dinheiro seria distribuído? Que parcela disso músicos (ou produtores
de audio-visual) independentes teriam?

Gravadoras, estúdios e distribuidores adoram porque isso tira deles a
necessidade de ir atrás dos violadores de copyright (quem
disponibiliza o produto para outros baixarem) e permite que eles
simplesmente "cobrem pedágio" de todo mundo sem qualquer distinção.

Alguém realmente gostou da idéia?

De novo, se o cara é surdo, ele ganha desconto ou precisa pagar o
tributo por produtos que ele não tem nem mesmo como usar?

O Gil já teve momentos melhores.

2008/6/26 Omar Kaminski <[EMAIL PROTECTED]>:
>
> É bom que seja lido todo o texto da matéria. Trago mais um trecho:
>
> "Ministro da Cultural do Brasil há cinco anos, Gil assumiu uma posição que
> já gerou muita polêmica nos países que decidiram aplicá-la.
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