Uma questão aqui é o tamanho e o custo de se resolver o problema. O
exemplo do Japão é excelente: o Japão é um país pequeno e a densidade
populacional da área urbana é altíssima. Conectar todo o Japão -
colocando um ponto de acesso em cada residência - seria infinitamente
mais simples e barato (descontando o espaço físico para equipamentos)
do que seria conectar os Estados Unidos ou o Brasil. Me parece que os
preços que você descreve podem ser causados por uma peculiaridade
histórica do Japão. Confesso que fiquei curioso e vou investigar mais.

Eu tenho certeza de que nas cidades daqui seria possível fazer algo
como o que você descreve, mas é preciso tomar cuidado antes de dizer
que poderia ser muito mais barato - sem as contas das telcos, sem
saber os custos, os subsídios e os investimentos, é muita chutometria
pra mim.

On 6/27/08, Fernanda G Weiden <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
> 2008/6/27 Ricardo Bánffy <[EMAIL PROTECTED]>:
>> Eu sou o último cara que iria chamar as telcos de coitadinhas, mas
>> precisamos nos preparar para a possibilidade delas precisarem de um
>> ajuste nos modelos de negócio (e nos preços) para poderem acompanhar
>> esse mundo cheio de torrents e IPTV.
>
> Só se for um ajuste pra baixo. No Japao se paga 35 dolares para ter
> uma conexão simétrica de 100mbit.
>
> E, claro, no Japao IPTV é uma realidade. Se as telecoms no Brasil
> começarem a se adaptar a nova onda, começando por baixarem os preços
> ridículos de internet no Brasil, seria um bom começo.
>
> Abraços,
> Fernanda
>
> --
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