Senhores,
O que ouve no senado foi um acordão. O governo queria passar várias propostas e colocou uma da oposição na pauta como forma de acordo para balancear.
Agora como eu vou denunciar os senadores do ceará se não sei o que eles fizeram?
Alguma alma santa saberia quem votou (pode soltar até um boato)?
E ai nesse caso posso enfrentar os deputados daqui sobre a posição e fazer uma divulgação melhor.
O que ouvi falar é que o Mercadante retirou da proposta o que ia retirar a liberdade da população e por isso muitos da esquerda votaram a favor do projeto.
Por favor não apenas passem emails para os deputados. TELEFONEM. Gastem um pouquinho do seu telefone para o gabinete para esclarecer eles.


Em 14/07/2008 às 15:14, "" <psl-brasil@listas.softwarelivre.org> escreve:
Acho que é por aí! Vamos para o propositivo. Precismos estabelcer o contraditório entre segurança e garantia das liberdades individuais na internet. Como está é como primeiro estabelecer o toque de recolher, depois avaliar se podemos andar na rua.

Nosso negócio é liberdade, não segurança pública.



Em 13/07/2008 às 20:40 horas, "Marcelo D'Elia Branco" <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
Oi [EMAIL PROTECTED],

essa versão é uma farsa... parece a mesma forma da política de comunicação anti-terrorista-do-Bush:

Na minha opinião essa de ficar dialogando com o Senado já era...eles nem nos ouviram.
Pau neles com nossos argumentos...temos que desgastar os caras na mídia, na blogosfera e em toda Internet.

Agora a disputa é na sociedade civil. Temos que ganhar o debate na sociedade, nos meios de comunicação em todos os espaços. Acho que temos espaços para isso. Ví durante o Campus Party que até a grande mídia, também, não gosta deste tipo de coisa quando bem esclarecida. Ou pelo menos abre espaços para o debate.

Depois enfrentar a chatisse-necessária do debate e votação na Camara dos Deputados: pela rejeição já!

PROPOSTA DE MUDANÇA DE TÁTICA:

Acho que temos que mudar de tática e tirar o "cibercrimes" NOSSA da pauta. Este "bode" foram eles que botaram na sala.
Em qualquer "marco legal" de direitos, neste caso da Internet ou sociedade da Informação, o capítulo "penal"  é apenas uma parte.
Não podemos aceitar para o nosso país começar pelo fim, pelo "Penal" sem termos estabelecido um marco legal de direitos. Ainda mais este penal, ciberfascista do Azeredo.

Nosso movimento deve tirar o bode da sala e propor um marco legal de "Direitos na Internet" e dentro/subordinado a ele um novo capítulo penal democrático, e não este que está aí.

Desculpem os advogados se errei termos ou se entrei numa área que não é minha e os especialistas em tramites legislativos se falei algo fora de minha esfera.

mas é isso que eu acho e acho que é melhor para o Pais e para o encaminhamento de nossas lutas.


abraços


-- 
Marcelo D'Elia Branco
Http://marcelo.softwarelivre.org
"Liberas que terás também"

Campus Party Brasil
http://www.campusparty.com.br
*A Internet não é uma rede de computadores, é uma rede de pessoas*









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