Marcelo D'Elia Branco escreveu:
> OT...claro,
> 
> Em Ter, 2008-09-30 às 23:18 -0300, Omar Kaminski escreveu:
>> Se o objetivo é apenas jogar m* no ventilador, ok.
>>
>> Nem sei porque insisto... :)
> 
> Sim Omar, conforme o teu julgamento, eu estou jogando merda ... 
> agradecemos o a tua ajuda nesta luta 
> 
> Marcelo

Para saber porque se insiste, convém identificar a trajetória da m*

Começando na exposição de motivos do Pacote Azeredo, pelo próprio:

Na página 1:
Convenção sobre o Cibercrime, do Conselho da Europa:
"...Embora o Brasil ainda não seja signatário da Convenção sobre o
Cibercrime, pode ser considerado um país em harmonia com suas
deliberações, pois o presente Projeto de Lei já atende às recomendações
do seu Preâmbulo, como, por exemplo,..."
Na página  4:
"Os crimes ou delitos identificados neste substituto são: 1- ..."
Na página  5:
"7- Obtenção não autorizada de informação e manutenção, transporte ou
fornecimento indevido de informação obtida desautorizadamente – inclusão
do art. 154–B (atual 285-B) Foi incluída a conduta da utilização de
informação além do prazo autorizado. A pena prevista é de detenção, de
dois a quatro anos, e multa. Aumenta-se a pena de um terço se o dado ou
informação obtida desautorizadamente é fornecida a terceiros pela rede
de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, ou
em qualquer outro meio de divulgação em massa..."
Na página 3:
"A posição oficial do Brasil em relação à Convenção sobre o Cibercrime:
Em dezembro de 2006 a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional
do Senado Federal (CRE) aprovou Requerimento de Informações, de autoria
do Senador Eduardo Azeredo, solicitando ao Ministério das Relações
Exteriores qual o posicionamento oficial do Brasil em relação à
Convenção, uma vez que ele ainda não é dela signatário.
Em fevereiro de 2007 o Senador Eduardo Azeredo foi recebido em audiência
pelo Senhor Ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, tratando,
entre outros assuntos, da Convenção sobre o Cibercrime e a posição do
Brasil. Em março de 2007 o Senador Eduardo Azeredo recebeu em audiência
o Chefe de Cooperação Técnica, do Departamento de Problemas Criminais,
da Secretaria Geral do Conselho da Europa. Ele sugeriu à Coordenadora
Geral contra o Crime Transnacional do Ministério das Relações
Exteriores, o envio de carta ao Conselho manifestando o interesse do
Brasil à Convenção, após o que o Conselho ouvirá os seus Membros
para que então o Brasil seja convidado a participar."

À reporter Ana Lobo, da convergência digital, em "Crimes na Web: Adesão
à Convenção de Budapeste é decisão do Governo Lula" de 22/09/08
"Indagado sobre a Convenção de Budapeste - Legislação que está sendo
endossada por vários países do mundo como base de ação mundial de
combate aos crimes cibernéticos - Azeredo foi taxativo: A adesão do
Brasil não está interligada à aprovação do PL que tipifica os crimes na
Web no país pelo Congresso Nacional.
"São ações absolutamente distintas. Elas não estão interligadas. A
adesão do Brasil à convenção de Budapeste é uma decisão do Poder Executivo."
http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=15982&sid=4

Portanto, a mim me parece:

Que a m* foi jogada no ventilador desde Budapeste, por uma certa agenda.
Que o Marcelo está tentando devolvê-la aos portadores locais, com os
instrumentos disponíveis.
Que outros gostaram do cheiro e preferem ficar chafurdando. A esses, um
ventilador bem que ajuda.

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prof. Pedro Antonio Dourado de Rezende /\
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