Quando dizem que "a perícia solicitada pelo tribunal não comprovou o
uso indevido dos programas nos microcomputadores da empresa", dão a
entender que a empresa comprou as licenças necessárias, mas, quando
dizem que "a Malharia Brandili usou apenas internamente cópias feitas
de programas comprados de forma regular" dão a impressão de que os
originais foram comprados, mas que cópias foram instaladas por toda a
empresa.

Acho surreal a Microsoft processar uma empresa por apenas copiar os
discos de instalação de licenças válidas.

A menos que eles estejam tentando provar algo.

2008/11/19 Luis Flavio Rocha <[EMAIL PROTECTED]>:
> Bánffy,
>
>
> Em 19/11/2008, às 10:51, Ricardo Bánffy escreveu:
>
>> Isso é lindo né...
>>
>> Um desembargador dando sinal verde para uma forma de dumping.
>>
>> Porque se você puder instalar uma centena de computadores a partir de
>> uma única licença de Windows e Office, o incentivo financeiro para
>> migrar para software-livre fica bem comprometido.
>>
>
> pelo que eu entendi, diferentemente do que essa notícia está dizendo, o
> processo
> trata de cópia de mídias e não de instalação de software sem licença.
>
> No site Consultor Jurídico [1] a questão está melhor explicada.
>
>
> [1] http://tinyurl.com/55wjzs
>
> Abraço,
> Luis Flavio Rocha
>
> "Não sou jovem o suficiente para saber tudo."
> Oscar Wilde
>
>
>
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Ricardo Bánffy
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