Fiquei chateado... Eu fiquei de fora das suas respostas...  <o>

Só porque em vez de eu questionar eu solicitei mais informações e
dados acerca da sua abordagem, pois assim eu poderia a compreender
melhor(ou pelo menos a criticar melhor)?

Fico então (ainda) curioso pelo desenvolvimento do raciocínio... MUITO
curioso. :)

[]s Bruno Salgado

2009/1/17 Roberto Parente <betim.pare...@gmail.com>:
> Tudo bem... Vamos por partes, a minha idéia não era muito discutir esse lado
> que a conversa levou, mas vou tentar explicar algumas coisas (sou péssimo
> nisso)...
>
> Glauber, a sua argumentação não faz sentido. Por exemplo:
>
> "... logo ele não deveria surgir em um governo com sistema capitalista -
> assim como uma planta que é incompatível com certo solo e clima não pode se
> desenvolver em condições que contrariem sua natureza."
>
> Seria o mesmo de dizer que não deveria existir o MST, pois ele reivindica a
> Reforma Agrária (dentre outras coisas), algo que não é possível/viável pelos
> moldes do Capitalismo (outro debate). Porém eu acho que movimentos sociais
> surgem após uma aberração criada contra o natural. Por exemplo, latifúndio
> não é normal então surgem os movimentos pela reforma agrária, da mesma forma
> o Software Proprietário não é natural então surgem os movimentos
> pró-software livre.
>
> Os movimentos surgem, são debatidos e etc. Eles existirem não quer dizer que
> podem ser 100% implantados no sistema no qual surgiu. Por exemplo, existem
> milhares de movimentos sociais que estarão se encontrando no Fórum Social
> Mundial, será que todas as idéias são compatíveis com o Sistema Capitalista?
> Pela a sua lógica são.
>
> Outra coisa, eu disse que concordava que o SL não era 100% com o sistema
> capitalista. Não falei nada de Open Source (aberração criada para adaptar o
> SL a este, eita + 1 debate!).
>
> Bruno Buss,
>
> "O que se pode fazer se a Red Hat emprega muitos desenvolvedores dos
> principais sub-sistemas que fazem parte de um SO Linux?"
>
> Não estou dizendo que ela está fazendo algo errado ou que o S.L. morreu por
> causa disso. Estou dizendo que ele está sendo cooptado (sim pelo $$), pois
> se ele estivesse para a sociedade não aconteceria coisas dessa forma, mas é
> possível e natural dentro do sistema que vivemos. Entende a troca
> filosófica? Quem tem dinheiro manda no desenvolvimento do projeto e ele
> deixa de ser autônomo e livre (no sentindo filosófico de estar para todos do
> que respeitar as 4 regras).
>
> Quanto ao exemplo do Gnome, eu usei um exemplo. Seria bem complicado eu
> listar todos FOSS existentes e comentar um por um. Ele (Proj. GNOME) tem
> toda a liberdade para fazer o que desejar com o código. Porém eu coloquei na
> perspectiva de ter um ambiente gráfico bem usado que rodasse de forma
> interessante nas máquinas antigas.
>
> Glauber,
> "Isso vale tanto para você quanto para o pessoal de cuba. É um problema do
> sofware, e não do sistema econômico. Lá em Cuba quando Fidel quer uma coisa
> com certeza sai mais rápido do que o normal."
>
> Não defendo o sistema vigente em Cuba (Stalinismo != Socialismo !=
> Comunismo)
>
> Porém, ainda acho que temos muito a aprender com Cuba, mas algumas coisas
> não são compatíveis com o sistema que vivemos (percebam de forma global e
> não em pais X, Y ou Z).
>
> Abração,
> Roberto Parente
>
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