"O projeto GNU  não é somente desenvolvimento e distribuição de alguns
softwares livres úteis. O coração do projeto GNU é uma idéia: que software
deve ser livre, e que a liberdade do usuário vale a pena ser defendida. Se
as pessoas têm liberdade, mas não a apreciam conscientemente, não irão
mantê-la por muito tempo. Se quisermos que a liberdade dure, precisamos
chamar a atenção das pessoas para a liberdade que elas têm em programas
livres."

Stallman, 1996 Relação linux e o projeto GNU.


Analisem as seguintes situações:primeiro, um usuário que usa um sistema
operacional completamente proprietário "totalmente funcional"  (apenas para
constar como hipotese). agora mesure a dificuldade em convence lo a migrar
para um outro conjunto de programas desta vez livres e totalmente funcional
+ (tudo o que só um software livre proporciona) porém alguns drivers dos
quais o mesmo dificilmente tomará ciencia.

segundo, pediriamos agora para o usuário mudar de um sistema que ele
utiliza, que possui alguns software(drivers de dispositivos) que são
proprietáriosivres e podem dar problemas no futuro sem solução, para um
outro sistema  totalmente funcional + totalmente livre.

terceiro:  um usuário que usa um sistema operacional completamente
proprietário "totalmente funcional"  (apenas para constar como hipotese).
agora mesure a dificuldade em convence lo a migrar para um outro conjunto de
programas desta vez livres e ainda não completamente funcional + totalmente
livre.

verificando as hipoteses acima, eu penso da seguinte maneira; é mais
importante para o software livre e para os usuários em geral ,que os mesmos
mudem para o software livre aos poucos (primeira hipotese, depois a
segunda), e que tais usuários não voltem a usar software proprietário (como
foi meu caso após muito tempo tentando usar o slack em meu desktop mas isso
tem muito tempo, hoje deve estar bem melhor.) e que num futuro próximo os
mesmos  mudem e saibam disso, de um software livre com partes proprietárias
para o totalmente livre.

quanto ao início do post, viva as antigas e as novas distribuições de
softwares livres.


 e viva ao software totalmente livre + totalmente funcional.


Thiago Amorim
Celular - 63 9911 9744
e-mail - Gtalk:  santosamo...@gmail.com
e-mail - msn :  novo...@hotmail.com
skype - novo633
sem3w.blogspot.com



2009/2/2 Ricardo Bánffy <rban...@gmail.com>

> 2009/2/2 Glauber Machado Rodrigues (Ananda) <glauber.rodrig...@gmail.com>:
> >> A pergunta foi "para um usuário doméstico brasileiro típico". A
> >> resposta àquela pergunta é "nada a que ele dê valor por enquanto".
> >
> > Mas você entende que algumas coisas não são construídas com base nos
> > requisitos do usuário doméstico típico, e sim nos requisitos necessários
> > para a solução do problema, e que depois de implementar a solução do
> > problema os usuários típicos a reconhecem e passam a adotar a solução?
>
> Atender as necessidades do usuário comum não é um fim: é um meio. É só
> assim que software-livre pode virar mainstream - resolvendo os
> problemas que os usuários têm, mas, mais importante, que eles sabem
> que têm.
>
> Se, depois, eles descobrirem que alguns que eles nem sabiam que tinham
> também foram resolvidos, ótimo.
>
> Mas, sem resolver os problemas que eles conhecem, eles olham, viram a
> cara e só voltam em alguns anos, se voltarem.
>
> > Quem está motivado a resolver o problema não vai apoiar soluções
> > imperfeitas, e não vai aceitar que soluções imperfeitas se passem pela
> > solução do problema. Se o que você está usando não é a solução, você
> sempre
> > vai ouvir palavras de correção (e não de apoio).
>
> Desculpe, mas quem está motivado a resolver o problema pode ser capaz
> de reconhecer passos intermediários não ideais que podem ser dados
> antes que o problema seja resolvido por completo.
>
> Como eu disse em uma analogia anterior, se temos uma população faminta
> em algum lugar, não faz sentido adiar o envio de alimentos até que
> possamos levar três refeições deliciosas e nutricionalmente
> balanceadas por dia.
>
> O meu caminho do Windows pro Linux passou pelo Solaris e pelo IRIX.
> Foi neles que eu entendi as vantagens de sistemas baseados em padrões
> abertos que, finalmente, me fez entender as vantagens não só do padrão
> ser aberto, mas de sua implementação também (eu já tinha entendido,
> antes disso, que SL era um fenômeno prestes a atingir uma "massa
> crítica" de desenvolvedores e de código, mas a ficha não tinha caído
> pro resto)  As pessoas não vão mudar a menos que nós possamos entregar
> algo de valor pra elas.
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