Re enviando...

>> Se você sacrifica sua liberdade hoje, pode até comprar um pouquinho de
>> conforto, mas o seu sacrifício de hoje vai ser usado pra tomar de volta
>> o seu conforto depois, e aí uma hora você fica sem os dois.

>Quem quer comprar conforto não está preocupado com liberdade. Esse
>escolheu ser feliz e viver a ilusão. Ele não quer ser livre. Nem sabe
>o que é isso.



2009/2/4 Glauber Machado Rodrigues (Ananda) <glauber.rodrig...@gmail.com>:
>
>
> 2009/2/3 VALERIO KIKUCHI <vkiku...@acasadolinux.com.br>
>>
>> O que escrevo é que precisamos DESENVOLVER facilidades, conexões,
>> aplicativos, interfaces, etc...
>> DEPOIS disso, somente depois é que podemos "malhar" o povo, entende?
>
> Agora que eu fui entender o porque dessa conversa toda sem sentido. É sobre
> o direito de "malhar" o povo que não usa software livre, é mais ou menos
> isso?
>
> Acho que não vai existir esse momento em que será bom "malhar" quem não usa
> software livre. Apesar de acontecer, não é a conduta mais apropriada.
>
> Mas também acontece que muitas pessoas são muito sensíveis à críticas e
> exageram um pouco o sentido das coisas. Por exemplo, dizer que o SP é
> moralmente inaceitável e que usar SP também é, não é o mesmo que malhar
> todos os usuários de SP.
>
> Dizer que uma coisa é moralmente inaceitável é dizer que a moral das pessoas
> não devam aceitar uma determinada prática como sendo benéfica, de forma que
> não seja necessário aplicar nenhum esforço para mudar a situação. Isso é
> aceitar.
>
> Por exemplo, digamos que eu seja um escravo. Quando eu levo chicotadas por
> algum motivo, eu dou um jeito de fazer o que me mandam. Mas isso não quer
> dizer que eu esteja aceitando essa situação. Eu só estarei aceitando essa
> situação se eu tiver oportunidade de me libertar e não fizer. Se eu não
> aceito a situação de jeito nenhum, eu não vou deixar de aproveitar nem as
> oportunidades mais arriscadas. Se eu tenho outras prioridades, eu vou
> aproveitar apenas as oportunidades que não ponha as minhas prioridades em
> risco. Mas se eu aceito completamente, eu não só não vou aproveitar qualquer
> oportunidade de me libertar, como se um dia eu me libertar por acidente eu
> iria procurar outra senzala para trabalhar.
>
> Então a questão não é se você é escravo ou não, mas se você é escravo
> convicto.
>
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> Glauber Machado Rodrigues
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