2009/2/17 Ricardo Bánffy <rban...@gmail.com>

> Quando a maioria não pensa duas vezes antes de subornar um funcionário
> corrupto para obter facilidades, quem está errado? A dupla
> corrupto-corruptor ou a lei que proíbe isso e não é respeitada?
>

Concordo. O número de praticantes apenas aponta para o que as pessoas
admitem na sua consciência como praticável, e não para o que é benéfico para
elas.

Por outro lado as leis refletem apenas o que é considerado conduta
apropriada, mas também não se auto-justificam.

Tanto uma coisa quanto a outra são passíveis de correções, e não é bom
quando se desenvolvem paralelamente, uma ignorando o outra. Nem ignorar a
lei, nem aceitar tudo cegamente, nem legalizar tudo que se tornou comum, nem
manter injustificadamente leis sem legitimidade perante a população.

Dependendo do processo que criou a lei alguém pode ser obrigado a se abster
de algo essencial e indispensável para si próprio apenas para atender alguma
arbitrariedade. Nesse caso (que é diferente do caso que estamos falando
nesse tópico), alguém não poderia esperar pelas leis para poder fazer o que
ele precisa fazer.

Mas eu não acho que uma lei que não aceita uma pessoa lucrar com produtos
piratas esteja pedindo demais. Não vejo nenhum impedimento para o
cumprimento dessa lei.

-- 
Glauber Machado Rodrigues
PSL-MA

jabber: glau...@jabber-br.org

música livre é bem melhor:
http://www.jamendo.com
_______________________________________________
PSL-Brasil mailing list
PSL-Brasil@listas.softwarelivre.org
http://listas.softwarelivre.org/mailman/listinfo/psl-brasil
Regras da lista: 
http://twiki.softwarelivre.org/bin/view/PSLBrasil/RegrasDaListaPSLBrasil

Responder a