Opa Pablo,

2009/3/4 Pablo Sánchez <phack...@gmail.com>

> Em 04/03/09, Everton Rodrigues<ever...@softwarelivre.org> escreveu:
> > Montar partido de nada adianta.
>
> Que bom que o pessoal do Partido Pirata não pensou assim.


Vamos ver se melhoro minha opinião. O que quero dizer é que se para todos os
assuntos polêmicos que iremos encontrar pela frente motaremos partido,
então, teremos "pilhas" de partidos pequenos com pouca possibilidade de
interferência real na sociedade.

Por exxemplo: o partido pirata brasileiro - ppb está sendo construído e
segundo os fundadores hoje são 600 membros, que já pensam em expandir, mas
isso consegue chegar até onde? Até porque os fundadores não querem ter
candidatos. Então como fazer pressão no legislativo como pretendem sem
ninguem lá. Quem já participou de atividades no legislativo sabe como o povo
é tratado. Por isso de fora pouco temos a fazer.

Não defendo unicos partidos grandes. Mas também não defendo partidos
pequeninos que são muitas vezes apenas moeda de troca. O que defendo para
montar uma partido é ter um forte movimento social, com diversas pautas que
envolvem a vida cotidiana da sociedade.

Sair por ai montando partidos pequenos sem um programa bem definido que
encante as pessoas de nada adianta. Não é mesmo?


>
> > Já temos inúmeros partidos no Brasil.
>
> E nenhum deles com essa linha de ação em mente. Aliás, justamente a
> falta de um partido é o que permite que projetos como o do Azeredo
> existam e cheguem ao ponto onde estão chegando.
>


Sim é verdade. Mas isso é falta de interesse dos seus militantes e
dirigentes. Não acho que um único partido pode derrubar um projeto como esse
do azeredo. Até porque, esse projeto tem apoio de um "idiota" que pensa
entender a questão chamado Aloízio Mercadante, e que é do meu partido  o PT.
De outro lado temos um governador chamado Requião do PMDB que defende a
liberdade na internet e o software livre (que bom). Portanto, esse assunto
precisa ser colocado no interior dos diversos partidos que já temos.


> > O que
> > precisamos é colaborar para acrescentar esses temas nos partidos que tem
> no
> > Brasil. Eu e um grupo de pessoas estamos tentando colocar esse tema no
> > partido que sou militante.
>
> Ótimo! Qual é o partido? Eu embarco nessa com vocês.
>

Pois então. Meu partido é o PT. Estamos montando um grupo de estudo para
elaborar propostas de revisão programática do partido, mas que faça sentido
e que seja fundamentadas.



>
> > Fiquei com dúvida quando escreves: "porque fica bonito ficar na lista
> > fazendo pose, mas não mover uma palha..." Também acho que tem muita gente
> > que faz pose e nada faz e não é somente aqui na lista. Mas também penso
> que
> > não devemos ficar listando quem faz,  quem não, quem faz pouco,  quem faz
> > muito, porque isso nada resolve.
>
> Divulgação é essencial para que a ação seja vista e ganhe notoriedade,
> assim ela cai na boca do povo e cada vez mais adeptos (ou inimigos, é
> uma faca de dois gumes). Se ninguém fala nada, fica esse silêncio
> profundo, parecendo que ninguém está se mexendo.
>
> > O que resolve é quem acha que tem consciência apenas fazer as coisas
> porque
> > acredita, e não porque uns ou outros não fazem. Vamos procurar as e os
> > aliados para fazer as coisas.
>
> Perfeito. Fale mais a respeito desse partido onde é militante, assim
> já posso ir ajudando de alguma forma. Eu sou filiado ao PV, mas só
> porque nenhum outro partido chegava nem perto da proposta do PV.
> Infelizmente é um partido relativamente pequeno em comparação a
> outros, e sua notoriedade é pequena, dificultando a implantação de um
> projeto por ele (dificultando, não impossibilitando). E não sou muito
> militante nele, o que seria quase um tiro no pé tentar entrar por lá.
>
> Porém conheço o Efraim Morais Filho, Deputado Federal pela Paraíba e
> filho do Senador Efraim Morais. Nesse caso já seria um canal bem mais
> forte para ação, tento guardar esta carta para só queimá-la quando
> realmente a proposta estiver sólida. Devo encontrar com o Efraim em 1
> ou 2 semanas, no churrasco da turma de 95 do Marista de Brasília, onde
> estudei com ele da 8ª até o 3º ano.
>

Pablo, penso que nós podemos elaborar tais propostas que tratam do direito
autoral, contra propriedade intelectual, contra patentes e para identificar
formas justas de distribuição e acesso de bens imateriais e com certeza
formas justas de remuneração dos criadores e, e após isso, cada militante
leva essas idéias para dentro dos seus espaços, sejam eles movimentos,
partidos ou organizações.

O que achas?

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