Tá derivando de novo para a discussão histórica de licença.

Se a Prodabel tevesse usando uma solução própria e prorietária (do Poder Público!?), não seria tão ruim do que um acordo que ignora a existência de uma grande uma empresa de software, com folha de pagamento, sede, conhecimento acumulado. A solução poderia até ser contratada fora, mas a Prodabel já tem uma esturura para manutenção de sistemas.


Em 07/06/2009 às 19:39 horas, psl-brasil@listas.softwarelivre.org escreveu:
On Sun, 2009-06-07 at 19:20 -0300, Omar Kaminski wrote:
> Refrescando a memória:
>
> http://www.procergs.com.br/noticias.php?cod=1071267321&tab=1&op=1

Bem lembrado. O caso do Direto foi uma coisa bem vergonhosa =/. Até
pior, de certa forma, porque a gente sempre ouvia dizer que era GPL.

> Uma versão 2.0 da LPG-AP está pronta desde 2006, lembrando ainda que o art.
> 1º, § 1º do Decreto 5111/05 que adotou a licença permite o uso de outras
> licenças.

[...]

> (...) o argumento para ter sido criada a LPG-AP era
> ainda mais frágil do que eu imaginava.

Abraço,

--
Gustavo Noronha <k...@debian.org>
Debian Project

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