Marcus Vinicius -UOL escreveu:
> No caso do voto (pois o primeiro trecho fui eu que escrevi), qual a
> solução (ou soluções), então ?

Não posso saber, limitado que sou.
Mas posso tentar uma leitura histórica de como a coisa pode evoluir, em
favor da democracia, a partir da bagagem técnica e cultural nesse limite

A última vez que quis escrever a respeito, atendendo convite, foi em
http://www.cic.unb.br/~pedro/trabs/urnas_pt.html
A última vez que fui obrigado a escrever a respeito, foi em
http://www.cic.unb.br/~pedro/trabs/brasilfranca.html

> 
> Fortes abraços,
> 
> Marcus Vinicius.
> 
> Pedro A.D.Rezende escreveu:
>> Silas Silva escreveu:
>>  
>>> Olá a todos.
>>>
>>> On Fri, Jul 03, 2009 at 06:15:05PM -0300, mvbsoares wrote:
>>>    
>>>>    ... se as leis estão indo contra o interesse das comunidades é,
>>>>    basicamente, por que as comunidades não estão sabendo eleger seus
>>>>    representantes; ou por que seus representantes também não estão
>>>>    agindo de acordo com o mandato que lhe foi atribuído. Aí cabe às
>>>>    comunidades mudar seus representantes por meio do voto para que
>>>>    haja leis melhores e para que a burocracia estatal possa agir
>>>>    dentro destas leis melhores, em consonância com o que as comundades
>>>>    querem. Simples assim.
>>>>       
>>
>> Mudar por meio de QUAL voto?
>>
>> Seria de votos coletados e computados por um sistema informatizado que
>> bloqueia a fiscalização pelo eleitor? sistema especificado por leis
>> eleitorais aprovadas pelos mesmos sacripantas que a comunidade quer
>> defenestrar? sistema implementado e operado por uma burocracia eleitoral
>> / terceirizada que age em consonância com o que esses sacripantas
>> querem? Simples assim?
>>
>>  
>>> O complicado é quando os próprios recursos criados para se garantir a
>>> "democracia" não estão sendo respeitados pelos seus próprios criadores.
>>> O exemplo mais recente é o de Honduras: quando interessa, a classe
>>> dominante defende com unhas e dentes sua "democracia", quando vê seus
>>> interesses ameaçados, apela para aquilo que ela negava no instante
>>> anterior.
>>>     
>>
>> O exemplo do nosso sistema eleitoral é outro. Só agora, com a burocracia
>> eleitoral se metendo a regular a internet seguindo a cantilena da seita
>> do santo byte, entoada pela união azeredal, é que o baixo clero do
>> parlamento está começando a acordar.
>>
>>
>>  
>>> Acredito que a política deva ser feita todos os dias por todos nós, e
>>> não a cada quatro anos como deu a entender a última propaganda
>>> eleitoral, convocando as pessoas ao voto.     
>>
>> Na pauta da próxima terça, na câmara, votação de um projeto de lei que
>> retira um pouco do poder absoluto desta burocracia eleitoral. Se passar
>> vai depois para o senado, onde a densidade sacripântica é maior.
>>
>>  
>>> O mesmo acontece com a
>>> inserção do software livre em nossa comunidade.
>>>     
>>
>> Aí, o buraco é mais embaixo. Pois aí o efeito do chá do santo byte
>> inclui a síndrome de estocolmo digital, mais difícil de ser tratada do
>> que a abstinência democrólica.
>>
>>  
>>> Abraços.
>>>
>>>     
>>
>>
>>   
> 
> 


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prof. Pedro Antonio Dourado de Rezende /\
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