Em 08/10/2009, às 10:50, Ricardo Bánffy escreveu:
Isso tem funcionado tão bem...


Sinceramente acho q o q funcionará melhor é o preço do aparelho, q certamente irá desencorajar sua aquisição em números q sejam relevantes para o fornecedor. E não saquei direito quem vai prestar o serviço 3G para comunicação do dispositivo. Li um artigo falando da AT&T, mas quem seria "AT&T" no Brasil?

BTW, fala-se muito no dispositivo como leitor de livros, mas existe uma funcionalidade q parece interessar vários usuários norte- americanos: a assinatura de jornais "convencionais" (sim, ainda há quem os leia), q são uploaded de madrugada, enquanto o usuário dorme. Mais ou menos como o jornal na porta de casa pela manhã.

O Kevin Rose foi um dos q falou sobre isso. Quando o produto tinha sido lançado e ainda não tinha rolado o apagamento compulsório de livros, ele disse usar o Kindle para ler o WSJ.

Ou seja, tal qual o iPod (q fez sucesso na esteira da iTunes Store), o Kindle também é oferecido como sendo apenas a ponta de todo um aparato de fornecimento de conteúdo (livros, jornais, etc). E esse conteúdo é variado e chega ao leitor com mínimo esforço.

Um e-reader livre teria mais chance de sucesso se vinculado a um fornecedor de conteúdo (sem DRM, claro).

[ ]s,

OJr.
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