2009/11/23 Marco Carnut <k...@tempest.com.br>:
> Além da presunção implícita que o o próprio
> mesário não poderia ser conivente com o ataque,
> ou até mesmo o próprio perpetrador deste.

Se o mesário estiver comprometido, acho difícil uma urna se defender.
O menos que ele pode fazer é pegar os títulos que não compareceram e
votar perto do fim do dia.

> Na condição de quem nunca mexeu em uma urna
> eletrônica exceto na condição de usuário/eleitor:
> até onde sei, é um computador ARM não muito
> diferente daqueles da Diebold (que o Edward
> Felten et al cansou de demonstrar ser vulnerável,
> a ponto da Diebold se retirar desse mercado).

As urnas eletrônicas são baseadas em processador x86. A de 2002, em
que eu trabalhei, era um Geode.

> Alguém sabe o que a urna teria de diferente?
> De longe, parece-me um computador convencional...
> que provavelmente deve ter vulnerabilidades
> convencionais. Ela tem algum sistema de secure
> bootstraping/code validation?

Até onde eu sei, sim. Nossos protótipos de trabalho, obviamente, não tinham.

> Claro, acho que ninguém aqui sabe isso ao
> certo porque o projeto é fechado. Mas se
> alguém souber... por favor, contem-me! :)

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Ricardo Bánffy
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