2010/4/7 China <china.lis...@gmail.com>:
> O software livre dá uma cacetada em um dos pilares que sustentam a
> "economia de mercado" atual, que é o uso da propriedade intelectual
> como produto de exploração de mercado.

Dá? Como assim?

Eu tenho certeza que empresas como Red Hat e Canonical vão achar
curiosa essa noção.

> Ao implementar o software livre no governo, abre-se a possibilidade,
> que já está sendo executada, de desenvolvimento de aplicações dentro
> do governo, ao invés de comprar as aplicações nas empresas de mercado,
> dando uma cacetada no tal "estado mínimo" e também na "economia de
> mercado",

Continuam sendo coisas não relacionadas. Contratar gente a mais é
contra o estado mánimo (e o bom-senso, IMHO). Contratar de forma
competente empresas do mercado para desenvolver software livre não vai
contra o mercado, contra as empresas ou contra a gestão responsável de
recursos públicos.

> Portanto, não é de se estranhar que os alvos da revista e de seu
> blogueiro sejam o PT através do software livre, e também não é de se
> estranhar que governos de outros partidos não tenham ações agudas
> nesse sentido.

O e-mail da Ada Lemos refuta esse ponto

> Não é uma disputa PT x Software Livre x Revista Veja. É
> uma disputa "economia de mercado" + "estado mínimo" x "tudo o que os
> ameaça".

De novo, software livre não ameaça nem a economia de mercado, nem o
estado mínimo. Software-livre é, no fundo, o final da evolução do
software em termos de mercado - a comoditização dele.


-- 
Ricardo Bánffy
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