2013/4/16 Anahuac <[email protected]> > > Olá Cláudio, > > Não acho que você tenha tecido nenhum contra ponto. Seus argumentos são os > publicados pela Canonical para tentar nos convencer de que é aceitável > coletar dados sem autorização. >
É exatamente a isso que me refiro. Você põe os dedos nos ouvidos e fica gritando "lalalalalá" pra não ouvir; *sequer admite que o que falei foi um argumento*. Pra exemplificar por que não está "ouvindo", apenas a parte que falei do protocolo é da Canonical; o resto é meu argumento, em nenhum momento os vi dizendo o que eu disse, mas você ainda assim achou aceitável dizer que "meus argumentos são os publicados pela Canonical". Certamente, se você leu o que eu escrevi, foi só esperando pra escrever sua opinião pré-formada, sem prestar atenção no meu conteúdo. (...partes com lamentações removidas...) > O Sr. Stallman está coberto de razão ao chamar isso de spyware. Não > importa se os dados são passíveis de identificação ou não. Uma gripe é uma > doença, não importa se ela é mais ou menos mortal. Doença é doença. > Se algo que somente envia dados de compra é spyware, então relatos de bug são spyware (e te identificam explicitamente! pegam seu nome do usuário e até um programa que rodou!), uso do navegador com as coletas de estatísticas que eles fazem (com avisos muito mais sutis que os da Canonical) é spyware, bitcoin é spyware, aliás, qualquer software que envia estatísticas de uso é spyware e como eu disse e repito, ainda por cima é um spyware atípico, que tem aviso que está ativado, mostra o caminho pra desativar, é software livre e ainda não coleta dados simples como teu login e nome de usuário que seria muito mais fácil pra te identificar que o endereço IP. Isso *não é razoável*; está se esticando a definição de spyware pra algo muito além do que ela representa e informa. Seria, utilizando sua analogia, chamar pele negra de doença, só porque você não gosta. O modo como a Canonical introduziu esse recurso foi afobado e atrapalhado. Mas eu acho mais sensato atribuir estupidez do que malícia. Ela está crescendo e se reorganizando muito rapidamente, e alguns equívocos, principalmente de comunicação e relações públicas, fatalmente acontecem. Outros dois eventos assim foram o bafafá sobre adotar Rolling Release e o "FUD" que eles fizeram sobre o Mir (e que logo que receberam a resposta, consertaram). A empresa é formada por gente como a gente, técnicos, programadores, gente que ama software livre e que mostra claramente intenção de construir softwares úteis e de código aberto, basta participar um pouco das listas de discussão deles que você capta esse sentimento. E como há esse contato, essa proximidade, e mais que tudo, essa liberdade de seus funcionários se expressarem (diferente de empresas típicas que proíbem qualquer tipo de manifestação externa de sua estratégia interna), algumas coisas acabam mal entendidas. Esse backlash contra o Ubuntu/Canonical é uma cisão desnecessária na comunidade. -- Cláudio "Patola" Sampaio IRC: ptl - Yahoo: patolaaa Campinas, SP - Brazil.
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