Pelo que vi um dos fluxos possíveis é comentado pelo Stallman é :
1 - Mercado converse a usar Open Source pela qualidade do software e
acesso ao fonte :)
2 - Movimendo de SL converse o ativista Open Source e aplica ideologia
de SL :)
3 - Criamos um ativista puro software livre :)
Mas se este fluxo pode ter insucesso se o passo 2 não for aplicado e ele
voltar a usar cloused-software pois não tem a questão ideológica
incorporada e ser uma argumentação frágil..
eliminar o primeiro passo do funil/fluxo seria eliminar uma das portas
de entrada de muitas pessoas ao movimento de software livre... ( não e a
unica e nem a mais desejada mais e uma realidade ) principalmente as
pessoas de perfil técnico que muitas vezes buscam open source/software
livre pela falicidade de baixar e instalar para resolver seus problemas
( nem pensam em ideologia ), depois se envolvem comunitáriamente para
resolver um bug... acham interessante ajudar e sentem o calor do
"movimento social" e colaborativo, e passa a traduzir o software ...
passam a divulgar o mesmo... e em seguida passam a ser da equipe de
desenvolvimento melhorando o software... depois criam seus próprios
softwares ... muitas veses realizando forks e novos códigos e liberando
agora como GPL :)
O Movimento Social e Solidário do Software livre e muito romântico e tem
o seu poder de convencimento...
não precisamos Unir FS e OS ( FOSS ) nem muito menos desunir, mas sim
devemos falar mais de liberdade, acho que é esta a ideia e compactuo
com a mesma!
resumo: Open Source e um dos atalhos para criamos mais ativistas de
Software Livre!
Eu vejo a comunidade naturalmente se formando assim! temos pessoas em
diversos estágios! não chamaria de evolução... mas fases de sequência
não obrigatória. Assim como muitos saem de Software Livre para Open
Source ... ainda estão bem próximos de voltar :)
Marcio Junior Vieira
Em 01-06-2014 14:51, Anahuac escreveu:
Dito não por mim, mas pelo próprio Stallman.
Leiam o artigo todo. Vale a pena.
Se depois deste esclarecimento, não fizemos nada, estaremos tapando o
Sol com a peneira e nos condenando à extinção como movimento social.
Segue...
Por que o Código Aberto não compartilha dos objetivos do Software Livre
por Richard Stallman
Quando dizemos que um software é "livre", queremos dizer que ele
respeita as liberdades essenciais dos usuários: a liberdade de
rodá-lo, de estudá-lo e mudá-lo, e redistribuir cópias com ou sem
mudanças. Isso é uma questão de liberdade, não de preço - pense em
"liberdade de expressão", não em "cerveja grátis".
Essas liberdades são vitalmente importantes. Elas são essenciais não
apenas para os propósitos individuais dos usuários, mas para a
sociedade como um todo, pois elas promovem solidariedade social ---
isto é, compartilhamento e cooperação. Elas se tornam ainda mais
importantes à medida que nossa cultura e atividades cotidianas se
tornam mais digitalizadas. Num mundo de sons, imagens e palavras
digitais, o software livre se torna essencial para a liberdade em geral.
Dezenas de milhões de pessoas no mundo atualmente usam software livre;
as escolas públicas de algumas regiões da Índia e da Espanha ensinam
todos seus estudantes a usar o sistema operacional livre GNU/Linux.
Muitos desses usuários, contudo, nunca ouviram sobre as razões éticas
pelas quais nós desenvolvemos esse sistema e construímos a comunidade
do software livre, devido ao fato de que hoje em dia esse sistema e
comunidade são muito frequentemente divulgados como "código aberto",
atribuindo a eles uma filosofia diferente, na qual essas liberdades
dificilmente são mencionadas.
O movimento do software livre tem lutado pela liberdade dos usuários
de computador desde 1983. Em 1984 nós iniciamos o desenvolvimento do
sistema operacional livre GNU para que pudéssemos evitar os sistemas
operacionais proprietários (não livres) que negam liberdade aos seus
usuários. Durante os anos 80, nós desenvolvemos boa parte dos
componentes essenciais do sistema e criamos a Licença Pública Geral
GNU (GNU GPL) para lançá-los --- uma licença especificamente projetada
para proteger a liberdade de todos os usuários de um programa.
Nem todos os usuários e desenvolvedores de software livre concordaram
com os objetivos do movimento do software livre. Em 1998, um parte da
comunidade do software livre se separou e iniciou uma campanha em nome
do "código aberto". O termo foi originalmente proposto afim de evitar
uma possível confusão com o termo "software livre", porém logo se
tornou associado a visões filosóficas bem diferentes daquelas do
movimento do software livre.
Alguns dos partidários do código aberto consideram o termo uma
"campanha de marketing pelo software livre", que apela aos empresários
ao salientar os benefícios práticos do software, ao mesmo tempo que
não levanta questões sobre certo e errado que eles podem não querer
ouvir. Outros partidários rejeitam terminantemente os valores éticos e
sociais do movimento do software livre. Quaisquer que sejam seus
pontos de vista, na campanha pelo código aberto, eles não citam nem
advogam esses valores. O termo "código aberto" se tornou rapidamente
associado a ideias e argumentos baseados apenas em valores práticos,
tais como criar ou ter software poderoso e confiável. A maioria dos
partidários do código aberto tem feito isso desde então, e fazem a
mesma associação.
Quase todo software de código aberto é software livre. Os dois termos
descrevem quase a mesma categoria de software, porém eles apoiam
visões baseadas em valores fundamentalmente diferentes. O código
aberto é uma metodologia de desenvolvimento; o software livre é um
movimento social. Para o movimento do software livre, o software live
é um imperativo ético, pois apenas o software livre respeita a
liberdade dos usuários. Em contrapartida, a filosofia do código aberto
considera os problemas em termos de como tornar o software "melhor"
--- e apenas num sentido prático. Ela diz que o software não-livre é
uma solução inferior para o problema prático em questão. Para o
movimento do software livre, contudo, o software não-livre é um
problema social e a solução é parar de usá-lo e migrar para o software
livre.
"Software livre". "Código aberto". Se é o mesmo software, realmente
importa que nome você usa? Sim, porque palavras diferentes exprimem
ideias diferentes. Embora um programa livre daria a você a mesma
liberdade hoje por qualquer outro nome, estabelecer a liberdade de
forma duradoura depende sobretudo de ensinar as pessoas a valorizar a
liberdade. Se você quer ajudar nesse sentido, é essencial falar em
"software livre".
Nós do movimento do software livre não vemos o código aberto como um
empreendimento inimigo; o inimigo é o software (não-livre)
proprietário. Porém, nós queremos que as pessoas saibam que apoiamos a
liberdade, por isso não aceitamos ser rotulados erroneamente como
partidários do código aberto.
Enganos comuns em relação ao "Software Livre" e "Código Aberto";
O termo "software livre" está propenso a interpretação errada: o
sentido não intencional de "software que você pode adquirir a custo
zero" se encaixa ao termo tão bem quanto o sentido intencional,
"software que dá ao usuário certas liberdades". Nós resolvemos esse
problema ao publicarmos a definição de software livre e ao dizer
"Pense em 'liberdade de expressão', não em 'cerveja grátis'". Essa não
é uma solução perfeita; ela não elimina completamente o problema. Um
termo não ambíguo e correto seria melhor, se ele não apresentasse
outros problemas.
Infelizmente, todas as alternativas na língua inglesa têm problemas
próprios. Temos avaliado as muitas sugestões propostas pelas pessoas,
mas nenhuma é tão claramente "adequada" que mudar para ela seria uma
boa ideia. (Por exemplo, em alguns contexto, a palavra "libre" do
Francês e do Espanhol funciona bem, porém as pessoas da Índia não a
reconhecem de forma alguma.) Todas as substituições propostas para
"software livre" trazem algum tipo de problema semântico --- e isso
inclui "software de código aberto".
A definição oficial de "software de código aberto" (que foi publicada
pela Open Source Initiative e é longa demais para ser incluída aqui)
foi indiretamente derivada dos nossos critérios para o software livre.
Ela não é igual; é um pouco mais ampla em alguns aspectos, de modo tal
que o pessoal do código aberto tem aceitado algumas licenças que nós
consideramos inaceitavelmente restritivas. Ademais, eles julgam
baseados apenas na licença do código-fonte, enquanto que nosso
critério também considera se um aparelho permitirá que você rode sua
versão modificada do programa. Não obstante, a definição deles
concorda com a nossa na maioria dos casos.
Contudo, o sentido óbvio para a expressão "software de código aberto"
--- e o único que boa parte das pessoas parece considerar --- é "Você
pode dar uma olhada no código-fonte". Esse critério é mais fraco do
que a definição de software livre e mais fraco também do que a
definição oficial de código aberto, pois isso inclui muitos programas
que não são nem livres nem código aberto.
Visto que o sentido óbvio para "código aberto" não é o mesmo que seus
defensores intencionam, o resultado é que muitas pessoas interpretam
mal o termo. De acordo com o escritor Neal Stephenson, "o Linux é um
software de 'código aberto', o que significa, simplesmente, que
qualquer um pode obter cópias de seus arquivos de código-fonte". Eu
não acho que ele deliberadamente procurou rejeitar ou contestar a
definição "oficial". Eu penso que ele simplesmente aplicou as
convenções da língua inglesa para encontrar um sentido para o termo. O
estado do Kansas publicou uma definição similar: "Fazer uso de
software de código-aberto (OSS). OSS é o software para o qual o
código-fonte é livre e disponibilizado publicamente, porém os acordos
de licenciamento específicos variam quanto ao que é permitido se fazer
com o código".
O New York Times publicou um artigo que estende o sentido do termo
para se referir a testes beta de usuário --- deixar que alguns
usuários testem uma versão inicial e enviem feedback confidencial ---
que os desenvolvedores de software proprietário têm praticado por décadas.
Os partidários do código aberto tentam lidar com isso chamando atenção
para sua definição oficial, mas essa abordagem corretiva é menos
efetiva para eles do que para nós. O termo "software livre" tem dois
sentidos naturais, um dos quais é o sentido intencional; assim uma
pessoa que tenha captado a ideia de "liberdade de expressão, não
cerveja grátis" não errará novamente. Porém, o termo "código aberto"
tem apenas um sentido natural, que é diferente do sentido que seus
partidários tinham em mente. Assim, não há modo sucinto de explicar e
justificar sua definição oficial --- o que torna a confusão pior.
Outro engano sobre o "código aberto" é a ideia que ele significa "não
usando a GNU GPL". Esse engano tende a acompanhar outro mal-entendido
que "software livre" significa "software coberto pela GPL". Ambos são
equívocos, visto que a GNU GPL qualifica-se como uma licença código
aberto e a maioria das licenças de código aberto qualificam-se como
licenças de software livre.
O termo "código aberto" tem sido adicionalmente estendido por sua
aplicação a outras atividades, tais como governo, educação e ciência,
onde não existe código-fonte e onde os critérios para licenciamento de
software são simplesmente não pertinentes. A única coisa que essas
atividades têm em comum é que elas, de alguma forma, convidam as
pessoas a participar. Eles estenderam tanto o termo que ele apenas
significa "participatório".
Valores diferentes podem levar a conclusões similares... mas nem sempre
Grupos radicais da década de 1960 tinham a reputação de
faccionalistas: algumas organizações dividiram-se devido a desacordos
sobre detalhes de estratégia e os dois grupos criados tratavam-se um
ao outro como inimigos, a despeito de terem valores e objetivos
básicos similares. A ala direita fez muito caso disso e usou isso para
criticar toda a ala esquerda.
Alguns tentam rebaixar o movimento do software livre ao comparar nosso
desacordo com o código aberto ao desacordo de outros grupos radicais,
mas a verdade é outra. Nós discordamos com a campanha do código aberto
no que concerne aos valores e objetivos básicos, mas tanto a visão
deles quanto a nossa, em muitos casos, levam ao mesmo comportamento
prático --- tal como desenvolver software livre.
Como consequência, pessoas do movimento do software livre e pessoas do
código aberto frequentemente trabalham juntas em projetos práticos,
tal como o desenvolvimento de software. É digno de nota que essas
diferentes visões filosóficas podem às vezes motivar diferentes
pessoas a participar nos mesmos projetos. No entanto, há situações em
que essas visões fundamentalmente diferentes levam a ações muito
diferentes.
A ideia do código aberto é que permitir aos usuários mudar e
redistribuir o software irá torná-lo mais poderoso e confiável. Porém,
isso não é garantido. Desenvolvedores de software proprietário não são
necessariamente incompetentes. Às vezes, eles produzem um programa que
é poderoso e confiável, ainda que ele não respeite a liberdade dos
usuários. Os ativistas do software livre e entusiastas do código
aberto irão reagir de modo bem diferente a isso.
Um puro entusiasta do código aberto, alguém que absolutamente não é
influenciado pelos ideias do software livre, dirá: "Eu estou surpreso
que você conseguiu fazer um programa rodar tão bem sem usar nosso
modelo de desenvolvimento, mas você conseguiu. Como obtenho uma
cópia?". Essa atitude recompensará esquemas que tiram nossa liberdade,
levando à sua perda.
Um ativista do software livre dirá: "Seu programa é muito atrativo,
porém, eu valorizo mais a minha liberdade. Sendo assim, eu rejeito seu
programa. Ao invés disso, irei apoiar um projeto para desenvolver um
substituto livre". Se nós valorizamos nossa liberdade, nós podemos
agir para mantê-la e defendê-la.
Software poderoso e confiável pode ser ruim
A ideia que desejamos que o software seja poderoso e confiável advém
da suposição de que o software está designado para servir seus
usuários. Se ele é poderoso e confiável, isso significa que ele os
serve melhor.
Porém, pode-se dizer que o software serve aos seus usuários somente se
respeita sua liberdade. E se o software for projetado para acorrentar
seus usuários? Então, ser poderoso significa que as correntes são mais
constritivas e ser confiável significa que elas são mais difíceis de
remover.Características maliciosas, tais como espionar os usuários,
restringir os usuários, back doors, e imposição de upgrades são comuns
no software proprietário, e alguns mantenedores do código aberto
querem implementá-los nos programas de código aberto.
Sob pressão das companhias de cinema e gravadoras, o software para uso
pessoal é cada vez mais projetado especificamente para limitar os
usuários. Essa característica maliciosa é conhecida como Gestão de
Restrições Digitais (DRM --- do inglês Digital Restrictions
Management) (veja DefectiveByDesign.org
<http://DefectiveByDesign.org>) e é a antítese no espírito da
liberdade que o software livre visa proporcionar. E não apenas no
espírito: visto que o objetivo do DRM é esmagar sua liberdade, os
desenvolvedores DRM tentam torná-lo mais difícil, impossível ou ainda
ilegal para você mudar o software que implementa o DRM.
Ainda assim, alguns defensores do código aberto têm proposto software
"DRM código aberto". Sua ideia é que, mediante a publicação do
código-fonte dos programas desenvolvidos para restringir seu acesso à
mídia criptografada e ao permitir que outros mudem o programa, irão
produzir um software mais poderoso e confiável para limitar usuários
como você. O software seria então distribuído a você em aparelhos que
não lhe permitem modificações.
Esse software pode ser de código aberto e usar o modelo de
desenvolvimento do código aberto, mas ele não será software livre,
visto que ele não respeitará a liberdade dos usuários que de fato o
rodarão. Se o modelo de desenvolvimento de código aberto obter êxito
em tornar esse software mais poderoso e confiável ao limitar você,
isso o tornará ainda pior.
Medo da liberdade
A principal motivação inicial daqueles que se desligaram do movimento
do software livre e criaram o empreendimento do código aberto era que
as ideias éticas de "software livre" deixavam algumas pessoas
receosas. É verdade: levantar questões éticas como liberdade e falar
sobre responsabilidade, bem como conveniência, é pedir às pessoas que
pensem sobre coisas que elas podem preferir ignorar, como, por
exemplo, sobre se sua conduta é ética. Isso pode desencadear
desconforto e algumas pessoas poderão simplesmente fechar suas mentes.
Mas daí não resulta que devamos parar de falar dessas questões.
Isso é, entretanto, o que os líderes do código aberto decidiram fazer.
Eles concluíram que calando-se a respeito da ética e da liberdade, e
apenas falando sobre os benefícios práticos imediatos de certo
software livre, eles poderiam "vender" o software de maneira mais
eficaz a certos usuários, especialmente a empresas.
Essa abordagem se mostrou efetiva, em seus próprios termos. A retórica
do código aberto tem convencido muitos empresários e indivíduos a
usar, e ainda desenvolver, software livre, o que tem estendido nossa
comunidade --- porém, apenas em um nível superficial, prático. A
filosofia do código aberto, com seus valores puramente práticos,
impede a compreensão das ideias profundas do software livre; ela traz
muitos pessoas à nossa comunidade, porém não as ensina a defendê-la.
Isso é bom até certo ponto, mas não é o bastante para assegurar a
liberdade. Atrair usuários para o software livre os leva apenas até
parte do caminho de se tornar defensores da própria liberdade.
Mais cedo ou mais tarde esses usuários serão convidados para voltar ao
software proprietário por alguma vantagem prática. Incontáveis
companhias procuram oferecer tal tentação, algumas até mesmo
oferecendo cópias grátis. Por que os usuários rejeitariam? Apenas se
houvessem aprendido a valorizar a liberdade que o software livre lhes
dá, o valor da liberdade em si mesma, ao invés de conveniência técnica
e prática de softwares livres específicos. Para espalhar essa ideia,
nós temos que falar sobre liberdade. Um pouco da abordagem
"silenciosa" ao conversar com empresas pode ser útil para a
comunidade, mas é perigoso se ela se torne tão comum que o amor pela
liberdade passe a ser visto como uma excentricidade.
Essa situação perigosa é exatamente o que temos. Muitas pessoas
envolvidas com software livre, especialmente seus distribuidores,
falam muito pouco sobre liberdade --- geralmente porque eles visam ser
"mais aceitáveis para o comércio". Quase todas as distribuições
GNU/Linux adicionam pacotes proprietários ao sistema livre básico, e
eles convidam os usuários a considerar isso um vantagem, ao invés de
uma falha.
Software proprietário adicional e distribuições GNU/Linux parcialmente
não-livres encontram campo fértil porque boa parte de nossa comunidade
não insiste na liberdade em seu software. Isso não é coincidência. A
maioria dos usuários GNU/Linux foram introduzidos ao sistema por meio
da discussão do "código aberto", que não diz que a liberdade é um
objetivo. As práticas que não apoiam a liberdade e as palavras que não
versam sobre liberdade estão de mãos dadas, uma promovendo a outra.
Para superar essa tendência, nós precisamos de mais, não de menos,
discussões sobre liberdade.
Conclusão
Na medida em que os defensores do código aberto atraem novos usuários
a nossa comunidade, nós, ativistas do software livre, devemos assumir
a tarefa de trazer a questão da liberdade à sua atenção. Nós temos que
dizer: "Isso é software livre e dá a você liberdade", mais e mais alto
do que nunca. Toda vez que você diz "software livre", ao invés de
"código aberto", você ajuda nossa campanha.
http://www.gnu.org/philosophy/open-source-misses-the-point.html
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desculpe minha brevidade.
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