O Cristovão completou o meu email. Esqueci-me de referir o repository.
Essencial para manter as coisas organizadas em projectos maiores. :)

Miguel
On Jan 21, 2016 4:09 PM, "Hugo Ferreira" <[email protected]> wrote:

> Miguel,
>
> Descreveste sem tirar nem por a estratégia de implementação do estado
> atual (após vários refatorings e testes).
> Obrigado.
> Vou manter a abordagem atual e após marcar alguns objectvos como read-only.
>
> No dia 21 de janeiro de 2016 às 16:06, Miguel Vaz <[email protected]>
> escreveu:
>
>>
>> Dependendo do projecto, claro, optaria por um unity of work com uma data
>> access layer para evitar chatices a utilizares dbcontext em todos os teus
>> controllers(se calhar já fazes isso). Tanto que, mais tarde, para eventuais
>> alterações, torna as coisas mais fáceis e contidas (e é o correcto).
>>
>> É difícil dar opiniões sem conhecer ao certo o peso e frequência das
>> queries, mas se o projecto não é demasiado grande, pensaria no que disse
>> acima, com um (apenas um) dbcontext numa layer abaixo. Nas chamadas à unity
>> pensava na estratégia de asyncs para optimizar (palavra polémica) as
>> chamadas à bd.
>>
>> Espero que ajude mais uma opinião. :)
>>
>> Miguel
>> On Jan 21, 2016 3:54 PM, "Hugo Ferreira" <[email protected]> wrote:
>>
>>> "Se tens N dbContexts tens de ter cuidado com as ligações às BD"
>>> Bingo, foi precisamente isto que eu suspeitei e não gostei muito da
>>> ideia de múltiplos contexts.
>>>
>>> "obviamente o impacto que podes ter em "queues" de queries que podes
>>> criar ..."
>>> Pois ...
>>>
>>> "Explicitamente marca o contexto como leitura ou não para ele não andar
>>> a fazer tracking das mudanças."
>>> Boa, boa dica.
>>> Tenho áreas que é mesmo só de leitura (por exemplo para reporting) e
>>> outras leitura/escrita.
>>> Isto já irá minimizar um pouco mais o impacto.
>>>
>>> "E Se estás em MVC podes injetar para o controller o dbContext
>>> ...escusas de estar sempre a criar pois depende do lazy loading ou eager
>>> loading podes MATAR a performance..."
>>> Sim, isto também já andei a tratar.
>>>
>>> Por aquilo que referes, já aplico a maioria das boas práticas.
>>> Falta mesmo só marcas alguns como read-only e evitar o custo acrescido
>>> de ter o tracking para persistência totalmente desnecessário.
>>>
>>> Estou a seguir uma abordagem EF mas não para todas as alterações.
>>> Para deletes/updates que ainda não tenho nem necessito do objeto em
>>> memória, é sql direto !
>>> O EF é bom mas como qualquer ORM não é para tudo.
>>>
>>>
>>>
>>>
>>>
>>>
>>>
>>> No dia 21 de janeiro de 2016 às 15:43, Cristovão Morgado <
>>> [email protected]> escreveu:
>>>
>>>> Estás naturalmente numa app web certo?
>>>>
>>>> Para projetos pequenos / médios uso apenas 1 contexto. para GRANDES nem
>>>> uso EF ... faço mesmo com o "driver" correcto da BD (tipo SQLConnection e
>>>> OracleConnection e tudo à mão ... naturalmente uso T4 para me gerar a DAL)
>>>>
>>>> 1º Se tens N dbContexts tens de ter cuidado com as ligações às BD
>>>> 2º obviamente o impacto que podes ter em "queues" de queries que podes
>>>> criar ...
>>>> 3º Explicitamente marca o contexto como leitura ou não para ele não
>>>> andar a fazer tracking das mudanças.
>>>>
>>>> E Se estás em MVC podes injetar para o controller o dbContext
>>>> ...escusas de estar sempre a criar pois depende do lazy loading ou eager
>>>> loading podes MATAR a performance...
>>>>
>>>>
>>>>
>>>> Best regards
>>>> Cristóvão Morgado
>>>> pt.linkedin.com/in/cmmorgado/
>>>> github.com/cmorgado
>>>>
>>>>    -
>>>>
>>>>
>>>>
>>>> 2016-01-21 15:29 GMT+00:00 Hugo Ferreira <[email protected]>:
>>>>
>>>>> Boa tarde,
>>>>>
>>>>> Estou a trabalhar com o EntityFramework 6 (abordagem Code-First) e
>>>>> tenho aqui uma dúvida conceptual.
>>>>> Esta questão existe na net com frequência e encontro diversas
>>>>> opiniões, pelo que não é unanimo.
>>>>>
>>>>> Começei por usar um DbContext (que extende de um base meu já
>>>>> devidamente configurado) por entidade e cheguei à conclusão que não final
>>>>> fiquei com demasiadas classes "vazias" e optei por mudar para um DbContext
>>>>> único com todas as referências a entidades que o mesmo tive-se que lidar
>>>>> durante o ciclo da aplicação (nem todas são utilizadas, dependendo do
>>>>> controlo que tiver a usar mas muitas são partilhadas entre controlos).
>>>>>
>>>>> Este método acaba por ter um DbContext com muitas referências mas
>>>>> evita-se dezenas de classes vazias (manter simples).
>>>>>
>>>>> Existe algum problema de performance com esta abordagem ?
>>>>>
>>>>> Vejo que há quem diga que o melhor é não ter um DbContext por entidade
>>>>> nem um único geral mais sim um por módulo funcional. O problema é que
>>>>> existe algumas entidades que seriam comuns a este módulos e acabaria por
>>>>> ter de repetir.
>>>>> Outro problema (ainda não testei este caso) e comigo ia acontecer com
>>>>> freqeência, é a necessidade de uma transação partilhada entre contextos e
>>>>> penso que aqui tinha de andar a partilha a transcação do primeiro contexto
>>>>> com os restantes.
>>>>>
>>>>> --
>>>>> Recebeu esta mensagem porque subscreveu ao grupo "Mailing List da
>>>>> Comunidade Portuguesa de Rich Internet Applications - www.riapt.org"
>>>>> do Grupos do Google.
>>>>> Para anular a subscrição deste grupo e parar de receber emails do
>>>>> mesmo, envie um email para [email protected].
>>>>> Para publicar uma mensagem neste grupo, envie um email para
>>>>> [email protected].
>>>>> Visite este grupo em https://groups.google.com/group/riapt.
>>>>> Para mais opções, visite https://groups.google.com/d/optout.
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