[naval] Alo Silvano, BAST

1999-12-08 Por tôpico Marcelo Lopes



Silvano, vc viu a msg sobre a BAST, não acaba não viu :-), e que vc já 
respondeu outras e não falou nada, fiquei na duvida se vc recebeu ou não

[ ]'s
1/11o GAv - Gavião
Marcelo Lopes
Santos/SP


Re: [naval] (off_topic)Ten Raissa

1999-12-08 Por tôpico Silvano Rodrigues Ferreira

Fontoura,  numa situação destas, qualquer palavra que falamos ou escrevemos,
parece ser pouco para diminuir o sofrimento. Gostaria de deixar com você e
sua esposa, uma pequena passagem da Bíblia, que fala do Único pode preencher
o espaço vazio deixado pelo Raphael:
Salmo 46:
"Deus é nosso refúgio e fortalelza, socorro bem presente nas tribulações.
Portanto não temeremos ainda que a terra se transtorne, e os montes se
abalem no seio dos mares, ainda que as águas tumultuem e espumejem, e na sua
fúria os montes de estremeçam. Há um rio, cujas correntes alegram a cidade
de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo. Deus está no meio dela:
jamais será abalada, Deus a ajudará desde antemanhã.O Senhor dos
Exércitos está conosco, o Deus de Jacó é o nosso refúgio..Aquietai-vos e
sabei que eu sou Deus, sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra"
Deus abençoe  e dê conforto a você e sua esposa.

Silvano R Ferreira
 Goiânia - Go
-Mensagem original-
De: Alexandre Fontoura [EMAIL PROTECTED]
Para: [EMAIL PROTECTED] [EMAIL PROTECTED]
Data: Domingo, 5 de Dezembro de 1999 21:22
Assunto: Re: [naval] (off_topic)Ten Raissa


Marcelo e Fabiana:

Vocês são abençoados. Amem a futura Ten Raissa de todo o coração.
Infelizmente, eu e minha esposa, Socorro, perdemos anteontem (dia 3/12)
nosso bebê Raphael com 22 semanas. Tivemos que induzi-lo a nascer
prematuramente, pois o feto estava em processo de sofrimento e, além
disso, não teria viabilidade, pois a última ultrassonografia que fizemos
mostrava que nosso filho tinha anencefalia (ausência do cérebro). Mas,
já estamos conformados, pois são os desígnios de Deus e quem somos nós
para duvidar de que nosso amado filho já não cumpriu sua missão na
Terra, seja ela qual fosse.
Socorro já está em casa, pois o parto foi normal, apesar de tudo. Apenas
repousa, depois de tanto esforço e sofrimento. Eu, como seria de se
esperar, estou e estive todo o tempo ao seu lado.
Obrigado.

ELIZABETH KOSLOVA wrote:

 Lendo este mail marcelo, estou me lembrando do celebre
 episodio em que a Fabiana lhe caçou on line para voce
 voltar e dar comida aos cachorros, se a Raissa tiver a
 capacidade de imfluencia e da mãe, sem duvida alguma
 sera uma otima oficial :)

 --- Marcelo Lopes [EMAIL PROTECTED] escribió:
  Oi Zente apenas coisa de pai coruja
 
  Hoje o meu Bebe Raissa deu o primeiro passo rumo ao
  EB: Ganhou seu primeiro HK MP5 9 mm, de brinquedo...
  Logo logo Aman e depois Ten Raissa (claro que ela
  decide, mas daremos uma iniciativasinha
 
  [ ]'s
  Marcelo Lopes
  Santos/SP
 

--
[ ]s
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Alexandre Fontoura
Manaus (AM)
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__
In a free world with no fences or walls,
who needs Gates and Windows?


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En: [naval] Classe Kidd na RAN - fotos dos DD-963-14

1999-12-08 Por tôpico José da Silva




-Mensagem original-De: 
José da Silva [EMAIL PROTECTED]Para: 
Lista Naval [EMAIL PROTECTED]Data: 
Segunda-feira, 29 de Novembro de 1999 00:18Assunto: Re: [naval] 
Classe Kidd na RAN - fotos dos DD-963-14



Vista da partesuperiorna praça de 
maquinas nº2. A Direitao modulo da turbina a gás LM-2500 com a tomada de 
ar e a descarga daturbina.
[ ]
Zé
Santos-SP


En: [naval] Classe Kidd na RAN - fotos dos DD-963-13

1999-12-08 Por tôpico José da Silva




-Mensagem original-De: 
José da Silva [EMAIL PROTECTED]Para: 
Lista Naval [EMAIL PROTECTED]Data: 
Segunda-feira, 29 de Novembro de 1999 00:16Assunto: Re: [naval] 
Classe Kidd na RAN - fotos dos DD-963-13



Passagem inferior na praça de maquinas nº2. A 
Esquerda o modulo da turbina a gás LM-2500 que propulsiona o navio. Os cilindros 
vermelhos de CO2 são exclusivos para proteção contra incendios desse 
modulo

[ ]
Zé
Santos-SP


[naval] quiz

1999-12-08 Por tôpico Alberto Renzo

Que navio  este e porque ele tem este "cabeo"?





--
Alberto de Lima Renzo
Rio de Janeiro/Brasil
UIN:8686692


Re: [naval] (f.d.t) VLS

1999-12-08 Por tôpico Alberto Renzo



Pedro Furtado wrote:
 Depois que li este texto percebi
que o VLS  um avano tecnolgico muito
grande para o Brasil. Mas eu queria saber se esse VLS foi produzido
no
Brasil mesmo. No me lembro onde, mas parece que o VLS 1 veio
da Ucrnia.
No sei se  verdade; o projeto pode ter vindo daquele
pas, mas o foguete
pode ter sido produzido aqui.
 Minhas outra pergunta  quanto aos hardwares
e softwares utilizados pelo
VLS, pelo ASTROS 1 e 2 e pelo prprio Piranha. So todos
nacionais? Quem os
produz?
 Estou perguntando isso porque li que o software
que ser usado no SIVAM
 de origem americana, uma empresa chamada Amazontech, que deve
ter sido
criada para o SIVAM.
http://www.geocities.com/CapeCanaveral/Hall/1615/VLS
- Veculo Lanador de Satlites

Foi projetado pelo IAE(Instituto de Atividades Espaciais)
para colocar
cargas de at 350 kg em rbitas circulares
de 250 km a 1.000 km e com larga
faixa de inclinao(de equatoriais a
polares). Possui 19 metros de
comprimento e sua massa  de 50 toneladas.

Utiliza no primeiro estgio um sistema de cacho
de quatro motores S-43
(derivados do S40 - utilizado no Sonda IV) fixados
simetricamente ao segundo
estgio que  tambm um motor
S-43 e est localizado na parte central do
primeiro estgio. O terceiro estgio
 um motor S-40, e o quarto  um
derivao um pouco menor deste motor,
o S-44.

Apesar de uma grande quantidade de combustvel
e equipamentos eletrnicos o
VLS voa por menos de dez minutos, aos 55 segundos
o primeiro estgio termina
sua combusto, iniciando a queima do segundo
estgio e est ainda h 20 km
de altitude. Aos 122 segundos inicia-se a queima do
terceiro estgio e j
estando mais leve sua altitude  de 105 km.
O quarto estgio inicia a sua
combusto a 720 km da Terra e termina com a
carga em uma rbita de 750 km.

Cada "booster" que compem o primeiro estgio
mede 1 metro de dimetro com 9
metros de comprimento, pesa 8,5 toneladas e fornecem
309 kN de impulso por
60 segundos.

O corpo central tem seu dimetro tambm
de 1 metro, divide-se em trs partes
perfazendo 19,8 metros de comprimento. A primeira
 similar ao booster e 
considerado o segundo estgio do sistema. A
segunda fornece 213 kN de
impulso durante 75 segundos e a terceira fornece 34
kN durante 68 segundos.

Consome 41.359 kg de combustvel slido,
que  formado por uma mistura de
polibutadieno hidroxilado, alumnio em p
e o oxidante perclorado de amnia.

Seu sistema direcional  formado por tubeiras
mveis nos trs primeiros
estgios. As do primeiro estgio possuem
uma inclinao fixa, para minimizar
as perturbaes sobre o veculo,
resultante de possveis diferenas entre os
quatro propulsores no fim de sua queima. As tubeiras
dos estgios seguintes
so adaptadas ao vo em atmosfera rarefeita.

O sistema pirotcnico  o responsvel
por iniciar a combusto. Isto ocorre,
quando um sinal emitido pelo computador no final da
contagem regressiva sai
do centro de controle e segue por cabos at
dois detonadores, localizados na
parte de cima do reservatrio de combustvel.
Com a descarga eltrica, os
detonadores explodem e o impacto  transmitido
para o ignitor por dois
cordes detonantes, chamados de linhas pirotcnicas.
O ignitor acende e o
combustvel comea a queimar.

Em sua parte eletrnica ele acomoda 70 mil componentes
e 8 km de fios.  a
responsvel por diversas funes
que incluem; telemetria, suprimento de
energia por meio de baterias, controle das tubeiras
mveis por meio do
computador de bordo e informaes obtidas
por sensores espalhados ao longo
do lanador. O software embarcado, instalado
no computador de bordo, permite
a execuo de todas as decises
de controle do lanador e de seqncias de
eventos, inclusive a autodestruio.
Apesar de do computador de bordo ser
importado da Inglaterra, o software
foi desenvolvido no Brasil.

Seu custo  de US$ 6,5 milhes que o
torna muito atraente para o
mercado(considerando o preo de seus concorrentes,
o Diamant francs e o
Scout americano). Sem contar o sistema americano Pegasus
que tem um custo de
US$14 milhes por um lanamento.

A famlia do VLS  composta por trs
projetos; o VLS-1, descrito acima, o
VLS-2 e o VLS3.

O VLS-2 dever ter combustvel
misto(lquido e slido) com capacidade de
alcanar 2 mil quilmetros
e levar 400 kg de carga til.

O VLS-3 devera ser propulsionado
somente por combustvel lquido com
capacidade de colocar em rbita
geoestacionria satlites de 1 tonelada.





[]'s
--
Alberto de Lima Renzo
Rio de Janeiro/Brasil
UIN:8686692


Re: [naval] FDT Estaleiros no Brasil

1999-12-08 Por tôpico Pedro M. Calmon

 Se em 1969, o governo não entrasse na jogada
 seguramente não seria nenhum pouco aconselhável a um
 grupo privado produzir aviões aqui, e hoje nada
 disto
 existiria. Foi subsidio? Claro que sim, valeu a
 pena?
 Tem brasileiros que acham que sim, outros que não. 

   Realmente Koslova, se nao fosse o investimento
estatal, provavelmente, hoje nao teriamos a Embraer.
Em 1969, nenhum grupo privado de san consciencia
investiria em uma fabrica de avioes. A economia
brasileira sempre cresceu dentro das chamadas "bolhas 
de desenvolvimento". O Brasil pegava dinheiro
emprestado, esse dinheiro artificialmente criava uma
classe media consumista, a bolha estourava e
entravamos em um periodo recessivo. Esse ciclo se
repetiu varias vezes durante o seculo vinte. Nessas
circunstancias de crescimento nao sustentavel baseado
nos gastos estatais, simplesmente nao oferecia um
cenario favoravel para o desenvolvimento de uma
industria aeronautica local. Devido a nossa
concentracao de renda, apenas uma minoria podia voar
de aviao. Isso significa que o mercado de aviacao
civil no Brasil e' pequeno. Restava entao abastecer o
governo (FAB), mas todo mundo sabe que so' empreiteira
sobrevive tedo o governo com cliente exclusivo. Sendo
assim, ninguem quis entrar nesse negocio. Mas pensando
estrategicamente, o governo decidiu investir (o nosso
dinheiro, e' claro) em um arriscado negocio o qual a
iniciativa privada nao queria nem saber. Segundo eles,
era importante e estrategico para uma potencia
emergente como o Brasil, dominar os segredos da
industria aeronautica.  Foi criada entao a EMBRAER e
as suas agregadas (ITA, CTA, etc...) para dar ao
Brasil o acesso a esse conhecimento estrategico do
qual a nossa soberania nacional tanto dependia. Bom 30
anos e varios bilhoes de dolares depois(nosso
dinheiro), a EMBRAER se encontrava inchada,
deficitaria e atolada na lama. De positivo, adquirimos
o dominio das tecnologias de fabricacao de aeronaves.
O beneficio que o descomunal investimento  no dominio
dessa tecnologia "estrategica" trouxe para os
boias-frias, favelados, meninos de rua, retirantes
nordestinos, empregadas domesticas e sem-terras e'
discutivel, mas pelo menos serviu para inchar o o
nosso raquitico orgulho nacional. No final da
historia, a EMBRAER foi vendida a um preco bem proximo
do valor minimo do leilao, pois ninguem estava
disposto a investir muito em um negocio tao arriscado.

  O curioso e' que recentemente, eu conduzi um estudo
para uma rede de supermercados local sobre o potencial
brasileiro para a exportacao e frutas tropicais. Me
surpreendi ao descobrir que, se o governo brasileiro
tivesse oferecido durante os anos 70, uma infima
parcela do que foi gasto com a EMBRAER e suas
agregadas a pequenos agricultores rurais no agreste
nordestino (na forma de emprestimos, educacao e
treinamento, instalacao de infra-estrututa e a
construcao de uma unidade de tratamento sanitario), o
Brasil hoje teria o dominio praticamente exclusivo do
mercado internacional de frutas tropicais frescas
(algo com o valor estimado em 17 bilhoes de dolares ao
ano). Isso sem contar com o impacto social favoravel a
nacao, na forma da manutencao de pequenas propriedades
rurais, reducao no exodo rural, preservacao do meio
ambiente, melhor distribuicao de renda, etc...
  Infelizmente a escolha que a nacao fez nao foi essa.
Exportar caja', tamarindo e manga nao da' o mesmo
status que exportar caca AMX e EMB-145. A EMBRAER hoje
exporta pouco mais de 1 bilhao de dolares por ano,
isso depois de consumir recursos publicos por quase 30
anos.  A industria de frutas tropicais, por nunca ter
sido considerada estrategica (producao e exportacao de
frutas e' coisa de colonia), nunca recebeu um centavo
de auxilio do governo, isso apesar de requerer um
investimento infinitamente menor, ter um potencial de
exportacao 17 vezes maior que o da EMBRAER e poder
empregar centenas de milhares de pessoas de pequena e
baixa renda. Dizem que a EMBRAER e' estrategica. Para
mim, estrategica e' uma industria que poderia ajudar a
combater o crescimento desordenado das grandes cidades
e todas as mezelas trazidas por esse fenomeno
(criminalidade, pobreza, prostituicao infantil, etc..)
Se em 1969, tivessemos dado prioridade a industria
agricula no nordeste ao inves da EMBRAER  CIA,
provavelmente nao teriamos o EMB-145, o VLS e o
Piranha. Acho tambem que nao teriamos o poligono da
maconha (verdadeira ameaca a seguranca nacional) e o
nordeste provavelmete seria uma regiao muito
diferente. Hoje, exportamos EMB-145, mas a maior nacao
tropical do mundo exporta apenas 50 milhoes de dolares
em meloes frescos ao ano, quando poderia estar
exportanto 17 bilhoes em frutas. 
 E' uma pena realmente ver a industria naval morrendo.
Mas triste ainda e' ver uma industria de frutas que
tanto prometia, mas que nunca chegou a nascer.




=
Pedro M. Calmon
PO BOX 2248
Thibodaux, LA 70310
USA
PHONE (504)449-1682
FAX   (209)755-5642
ICQ: 48463895

Re: [naval] quiz

1999-12-08 Por tôpico Alexandre Fontoura


Alberto Renzo wrote:
Que navio  este e porque ele tem este
"cabeo"?



[image]

--
Alberto de Lima Renzo
Rio de Janeiro/Brasil
UIN:8686692

Este  o USS Long Beach, cruzador construdo para
ser o escolta do NAE USS Enterprise. O "cabeo" era para
abrigar um sistema de radar com antenas fixas para os misseis AA
Terrier.Era uma espcie de av do atual radar SPY-1 do sistema
Aegis dos Ticonderoga.

--
[ ]s
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Alexandre Fontoura
Manaus (AM)
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ICQ #: 23526339
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