[naval] Guadiana (destructor portugues)

1999-12-09 Por tôpico Xoán A. Porto Saavedra




Mendes e cía, á tenhen um dos seus...

Guadiana
Tipo: Destructor Portugués
Desplazamiento: 670 t.
Dimensiones: 73,2 m X 7,2 m X 2,3 m.
Equipo propulsor: turbinas; 2 hélices.
Velocidad máxima: 27 nudos.
Armamento principal: 1 cañón de 102 mm, 2 de 76 mm, 4 tubos lanzatorpedos de 
457 mm.
Botadura: 21 de septiembre de 1914.
El Guadiana era uno de los cuatro destructores tipo Yarrow, cosntruidos en 
Grna Bretaña pero montados en los astilleros de Lisboa, Portugal. Una plataforma 
elevada sobre el castillo de proa sostenía el cañón de 102 mm, mientras que las 
peizas de 76 mm. Iban instalados en superestructuras análogas, una entre la 
primera y la segunda chimeneas y la otra en el extremo de popa. Los dos montajes 
lanzatorpedos dobles estaban en el eje longitudinal. Las máquinas desarrollaban 
11.000 hp; la autonomía era de 1.600 millas a 15 nudos. El Guadiana fue dado de 
baja en 1934.

Tirado de "Navios y Veleros", coleçao de 
fascículos


[naval] Lista de buques portugueses e brasileiros em 1881

1999-12-09 Por tôpico Xoán A. Porto Saavedra



Como curiossidade, as listas foron tiradas dunha pequena 
publicaçao da Marinha espanhola (uma especie de Jane's 
prehistórico).

Podem as retirar de:

http://www.geocities.com/Colosseum/Ring/6261/brasil_1881.pdf

e

http://www.geocities.com/Colosseum/Ring/6261/portugal_1881.pdf

nao ocupam máis de 80 ou 90 kb.

[Se tenhen problemas para descargar, pidan en 
privado]

Un saúdo,

;-)

Xoán Porto.
Ferrol (Espanha)


[naval] RV: Capitán Miranda

1999-12-09 Por tôpico Xoán A. Porto Saavedra



á primeira nao pasou o majordomo (prego desculpe, Galante 
;-)


- Mensaje original - 
De: Xoán A. Porto 
Saavedra 
Para: [EMAIL PROTECTED] 
Enviado: martes 7 de diciembre de 1999 12:48
Asunto: Capitán Miranda


Durante a Operation Sail '86 (centenario da Estátua da 
Liberdade) -- Nova York -- Foto tirada dende o B/E "J.S. de 
Elcano"


[naval] Gustavo Sampaio (canhoneiro-torpedeiro brasileiro)

1999-12-09 Por tôpico Xoán A. Porto Saavedra




Gustavo Sampaio
Tipo: cañonero torpedero
Desplazamiento: 487 t.
Dimensiones: 60 m X 6,1 m X 2,1 m.
Equipo propulsor: máquinas alternativas de triple expansión; 2 hélices.
Velocidad máxima: 18 nudos.
Armamento principal: 2 cañones de 102 mm, 4 de 3 libras, 3 tubos 
lanzatorpedos de 355 mm.
Botadura: 1893.
El año 1893 estalló en Brasil la revuelta del almirante De Mello contra el 
presidente Peixoto. Estando la mayor parte de la Marina brasileña bajo el 
control de los revoltosos, el gobierno compró a los astilleros británicos 
Armstrong el cañonero torpedero Aurora y le dio el nombre de Gustavo Sampaio. La 
noche del 16 de abril de 1894, el Gustavo Sampaio hundió con un torpedo el 
acorazado Aquidaban, el buque más importante de De Mello. El Gustavo Sampaio fue 
dado de baja en 1920.

tirado de "Navios y Veleros", em fascículos.


Re: [naval] quiz

1999-12-09 Por tôpico Alberto Renzo

Navios da USNAVY: http://www.fas.org/man/dod-101/sys/ship/index.html

Mais informaes sobre o LONG BEACH:


Title: CGN 9 LONG BEACH - Navy Ships





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 CGN 9 LONG BEACH 


USS LONG BEACH was the first nuclear powered cruiser and first large combatant in the US Navy with its main battery consisting of guided missiles. She was also the first American cruiser since the end of World War II to built entirely new from the keel, up, and, when completed, boasted the highest bridge in the world. She was also the last warship to be fitted with
teakwood decks.  Built in Bethlehem Steel Company's Fore River Shipyard at Quincy, Massachusetts, the ship's keel was laid on December 2, 1957. The ship was later launched on July 14, 1959. USS LONG BEACH got underway on nuclear power for the first time on the morning of July 5, 1961. On September 9, 1961, the ship was commissioned at the Boston Navy Shipyard,

 From January to October 1985, the TOMAHAWK cruise missile system was installed onboard at Puget Sound Naval Shipyard, replacing the previously removed TALOS system. 





Specifications


Displacement   17,525 tons (full load)
Length721 feet
Beam 73 feet
Max Speed 30-plus knots
Power Plant2 - Westinghouse C1W nuclear reactors 2
geared turbines, 2 shafts
Aircraft  None - helo landing area only
Armament
Standard Missiles (ER) 
ASROC 
(from MK 16 box launcher)
8 - Harpoon (from
two quad launchers) 
8 - Tomahawk ASM/LAM 
(from 2 armored box launchers 
6 - MK 46 torpedoes 
(from 2 triple tube mounts)
2 - 5-inch/38 caliber guns 
2 - 20mm Phalanx CIWS


Combat Systems
SPS-48 Air Search Radar
SPS-49 Air Search Radar
SPS-67 Surface Search Radar

SQQ-23 Sonar [keel-mounted]

1 Mk14 Weapon Direction System
2 Mk56 Gun Fire Control System
4 Mk76 Missile Fire Control System
1 Mk111 ASW Fire Control System
4 SPG-55 Radars
2 SPW-2 Radars

SLQ-32 EW system
Mk 6 FANFARE


Complement 825 (55 officer, 770 enlisted); Marines: 45 (1
officer, 44 enlisted)










Ships


Name
Number
Builder
Homeport
Ordered
Commissioned
Decommissioned

Long BeachCGN 9 QuincySan Diego15 Oct 195609 Sep 196101 May 1995
















Sources and Resources

CGN-9 Long Beach Reunion Association
USS Long Beach CGN-9 
USS Long Beach






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http://www.fas.org/man/dod-101/sys/ship/cgn-9.htm
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Updated Thursday, February 25, 1999 4:04:11 PM





Re: [naval] (f.d.t) VLS

1999-12-09 Por tôpico ELIZABETH KOSLOVA

Ola pedro tudo bem?

O VLS tem componentes importados incorporados ao seu
projeto sim, os dois principais sao o computador de
bordo que e de origem inglesa e o sistema inercial que
e russo.

Talvez seja esta a confusao quando a alguma
participacao da ucrania no projeto, na verdade e
apenas o sistema inercial que tem procedencia de
empresa da antiga uniao sovietica.

Uma das minhas maiores criticas quando a maneira como
o foguete foi projetado, reside exatamente no fato de
que um sistema inercial deveria ter sido gestado aqui
mesmo no pais, ja que tempo para isto houve, nos 18
anos de desenvolvimento do foguete, nao se pode alegar
economia neste caso pois justamente oque atrasou muito
o VLS foi a falta de uma definicao maior quanto a sua
plataforma eletronica, e atraso em projetos de alta
tecnologia e dinheiro queimado. O pais ja tinha
maturidade tecnologica para o desenvolvimento deste
sistema, mas houveram erros gerenciais.


O software de bordo e brasileiro, assim como toda a
especificacao, gerencia e integracao do projeto.

Um dos avancos mais invisiveis do VLS  em termos de
desenvolvimento tecnologico foi no campo da
metalurgia, novos acos e processos de usinagem, para
uma pressao de combustao que chega a casa dos 200 kg
por milimetro quadrado. No campo do PROPERGOL tambem
houve um grande avanco, com o combustivel brasileiro
nao ficando nada a dever para os melhores do mundo.

Ao todo no VLS foram investidos US$ 350mi, para um
custo unitario de US$ 6.5mi, com uma campanha de
lancamento podendo ser oferecida no mercado a US$
13mi, valor mais  baixo que o PEGASUS que tem uma
campanha de lancamento orcada em US$ 15mi.

Sera necessarios 4 voos para a homologacao do VLS de
modo a que ele possa entrar no mercado internacional.

No caso do ASTROS II, o sistema de direcao de tiro e
produsido no brasil pela AVIBRAS mas a tecnologia e o
projeto base do sistema eletronico e de uma empresa
suica de nome CONTRAVES. O software e nacional, bem
como toda a engenharia de desenvolvimento do sistema
ASTROS II.

O PIRANHA tem seu computador de bordo, bem como seu
sistema de busca totalmente nacional, alem dos outros
subsistemas do missil. 

Sobre o SIVAM, a questao e a seguinte, todos os dados
coletados pelos sensores sao integrados em uma
plataforma computacional, sendo o software de
aquisicao, banco de dados e analises de dados, que
originalmente deveria ser fornecido pela ESCA, que foi
desclassificada dor motivos fiscais.

Ao que me parece o software deveria ser fornecido por
uma outra empresa brasileira, que foi formada por
conveniencia entre a FAB e os donos da ESCA para nao
perder o controle do negocio, mas nao sei quem seria
hoje a empresa forncedora de software de integracao
para o SIVAM, (fontoura?)


PS (escrevi este mail em uma estacao de trabalho que
nao tem assentos e C cedilha, desculpem pela porquice)






--- Pedro Furtado [EMAIL PROTECTED] escribió:
 Depois que li este texto percebi que o VLS é um
 avanço tecnológico muito
 grande para o Brasil. Mas eu queria saber se esse
 VLS foi produzido no
 Brasil mesmo. Não me lembro onde, mas parece que o
 VLS 1 veio da Ucrânia.
 Não sei se é verdade; o projeto pode ter vindo
 daquele país, mas o foguete
 pode ter sido produzido aqui.
 Minhas outra pergunta é quanto aos hardwares e
 softwares utilizados pelo
 VLS, pelo ASTROS 1 e 2 e pelo próprio Piranha. São
 todos nacionais? Quem os
 produz?
 Estou perguntando isso porque li que o software
 que será usado no SIVAM
 é de origem americana, uma empresa chamada
 Amazontech, que deve ter sido
 criada para o SIVAM.
 
 Só isso, abraços!
 Pedro Furtado.
 
 
 
 
 
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Fw: [naval] nomes estranhos e MAIS: a MB no Tejo

1999-12-09 Por tôpico Luis Mendes

Visto ainda não te recebido estou a enviar outra vez - deve haver
conspiração contra os assuntos históricos...

LM




Finalmente um assunto "histórico" (já que quase ninguem ligou ao "assalto a
Conarky" - será que vale a pena continuar a enviar trabalhos similares?) e
uma duvida antiga desfeita - a minha "objecção" era o facto de Cochrane ter
disparado contra Lisboa, algo que era nessa altura quase impossivel para um
navio isolado (já agora é mais facil, depois de no ano passado terem
acabado
com o Regimento Artilharia de Costa); disparar contra a costa Portuguesa já
é diferente.

Sobre os meios envolvidos: a frota saiu com 48 navios mercantes, 16 guerra
e
5335 militares e 870 civis - 4 regressaram por serem a favor de D. Pedro
(incluindo uma charrua), arribaram 1 guerra e 9 mercantes, foram capturados
16 mercantes (e nove que não faziam parte do comboio), tendo chegado a
Lisboa 23 mercantes e todos os de guerra. De notar que o comboio se separou
(o 1º chegou a 21 Agosto e o ultimo 22 Setembro). D. Pedro e o seu governo
não gostaram muito da "perseguição" e não há duvidas que só aconteceu
porque
as tripulações inglesas quiseram "mostrar trabalho" (após as dificuldades
na
Baia em 4 Maio as tripulações eram inglesas).

De notar que os ultimos combates navais tiveram lugar em Montevideu em
Outubro.


-Original Message-
From: Alexandre Moraes de Castro e Silva [EMAIL PROTECTED]
To: Lista Naval [EMAIL PROTECTED]
Date: Segunda-feira, 6 de Dezembro de 1999 3:16
Subject: Re: [naval] nomes estranhos e MAIS: a MB no Tejo


Beleza então.  Como eu não palpito em áreas de tecnologia, e são quase
todas, deixa eu aproveitar pra esclarecer o que eu sei.  E aproveito para
esclarecer uma dúvida antigacom o Luis que eu fiquei devendo... Do Cochrane
nem vou falar pq acho que todo mundo sabe, né?  Britânico, lutou contra
Napoleão na RN, fez as independências do Chile e do Brasil como mercenário
e
dizem que só pensava e falava em dinheiro, mas é verdade também que o D.
Pedro não pagou a ele o que tinha prometido.  Enfim, já éramos o Brasil
naquela época...


John Taylor (1796-1855) comandou a Niterói durante a Guerra de
Independencia
e foi ele que realizou aquele façanha que eu mencionei aqui na lista...
Não
lembram não?  Que brigaram comigo até, achando que ia ofender o Luís?
Peraí... :)  Adoro Portugal, não vou brigar por causa de coisas que
aconteceram 170 anos atrás!!

De qualquer modo, foi a Niterói de John Taylor que perseguiu a esquadra
lusitana fugitiva da baía de todos os santos até a barra do Tejo.  Agora
estou com os livros aqui na frente pra não errar.  Os portugueses evacuaram
Salvador na calada da noite de 2 de junho de 1823, um comboio gigantesco de
mais de 60 ou 80 navios, e correram pra o Maranhão, onde os lusitanos ainda
resistiam, sendo então perseguidos por quatro navios brasileiros, entre
eles
a Niterói. Ao longo do percurso, os brasileiros capturaram justamente dois
dos navios nos quais iam o grosso das tropas de desembarque portuguesas e o
almirante luso decidiu mudar de planos e rumar para Lisboa.  Nesse ponto,
os
outros navios brasileiros tiveram que voltar e a Niterói ficou sozinha na
perseguição. A Niterói perseguiu a esquadra portuguesa até a embocadura do
Tejo, que alcançou a 12 de setembro. Deu um tiro de saudação a Portugal e
começou o caminho de volta. Graças aos esforços das forças perseguidoras,
especialmente a Niterói, foram capturados mais de um terço das tropas
portuguesas e cerca de metade dos navios -- 30. Alguns dizem que essa
perseguição foi essencial para o sucesso da guerra, pois argumentam que se
as forças tivessem chegado em Portugal intactas, os portugueses seriam
tentados a reforçar e socorrer os seus patrícios ainda resistindo no Pará,
Piauí e Maranhão., Taylor ainda se abasteceu em Flores e Madeira e capturou
mais meia dúzia de navios portugueses retardatários na viagem de volta.

Por fim, essa viagem também é muito bem documentada, por contar com um
participante ilustre: um certo Joaquim Marques Lisboa, marinheiro
voluntário, de tenros 16 aninhos.  Quem não sabe quem é, eu não digo! Basta
dizer que todas as biografias de Lisboa enfatizam que a perseguição teve
grande impacto sobre ele...

Além disso, o Taylor ainda ralou muito. "Pacificou" a província de
Pernambuco no pós-independência, combateu a confederação do equador,
combateu na cisplatina, combateu os mercenários amotinados no rj em 1831 e,
por fim, comandou as forças navais da regência que desbarataram os cabanos
em 1836.  Morreu no posto de Vice-Almirante.


João Guilherme Greenhalgh (1845-1865) era brasileiríssimo, guarda-marinha e
é o nosso "martir" de Riachuelo. Ele morreu a bordo da Parnaíba, de um modo
bem peculiar e que explica as homenagens que ele recebeu.  A Parnaíba tinha
encalhada e estava sob abordagem de quatro navios paraguaios. A luta era no
convés, de espada, no braço, o que houvesse, tudo para impedir a abordagem.
Nisso, Greenhalgh viu um paraguaio tentando arriar nossa bandeira. Ele
corre
até 

[naval] [News] Yeltsin diz que Clinton esquece poder da Rússia

1999-12-09 Por tôpico Alexandre Galante - Diagramacao - O GLOBO

Presidente obtém apoio da China e rejeita 
crítica dos EUA aos ataques à Chechênia 

PEQUIM e WASHINGTON. Em vi-
sita a Pequim, o  presidente da 
Rússia, Bóris Yeltsin, obteve 
ontem o apoio do presidente 
chinês, Jiang Zemin, ao ataque 
à Chechênia e fez um discurso 
ameaçador para rejeitar as crí-
ticas dos EUA à campanha mi-
litar que começou em setem-
bro.  Na segunda-feira, o presi-
dente Bill Clinton dissera que 
a Rússia pagará caro pelo que 
está fazendo na Chechênia.
- O presidente Clinton pa-
rece ter se esquecido por um 
momento quem é a Rússia. A 
Rússia tem um arsenal com-
pleto de armas nucleares - 
afirmou Yeltsin. - Tudo será 
feito conforme concordei com 
Jiang Zemin. Nós ditaremos  
como temos de viver, não ele.
Em Washington, o presiden-
te americano respondeu: 
- Não me esqueci disso. 
Acho que ele não tinha se  es-
quecido de que os Estados 
Unidos são uma grande potên-
cia quando não concordou 
com o que fiz em Kosovo.
No início do ano, os EUA es-
tiveram à frente do intenso 
bombardeio da Otan à Sérvia 
por causa de atrocidades na 
província de Kosovo, apesar 
da condenação russa. 
O primeiro-ministro russo, 
Vladimir Putin,   tentou abran-
dar o tom da crítica feita on-
tem por Yeltsin, ao dizer que 
os dois líderes mantêm rela-
ções muito boas e que a decla-
ração de Clinton se baseou em 
informações incompletas. O 
que Yeltsin disse, segundo o 
premier, não tem como objeti-
vo esfriar as relações entre 
Rússia e EUA. 

Os russos anunciaram on-
tem que já expulsaram os re-
beldes da região central da 
Chechênia. Seu objetivo agora 
é tomar Shali, cidade do Sul, 
que os guerrilheiros queriam 
transformar em base de resis-
tência. Mas os moradores de 
Shali estariam facilitando a en-
trada dos russos e forçando a 
fuga dos guerrilheiros.
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[naval] SK 105

1999-12-09 Por tôpico Alberto Renzo




Title: SK 105






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SK 105  Kurassier
This light tank was developed by the Saurer-Werk (today Steyr Daimler-Puch). The first prototype was ready in 1967 and first production vehicles were delivered in 1971.  Although classified as "tank destroyer" [Jagdpanzer] by the Austrian army, SK 105 (known as Kurassier) is considered a light tank. Many of its automotive components are identical to the used ones in the armored troop  carrier vehicles of of (APC) built by Steyr, allowing to the users to have an full family of the vehicles based on similar parts, which facilitates training and the logistic support.  The SK 105 variants include the Greif  armored recovery vehicle, the  Pionier engineering vehicle and the driver training vehicle. They are in service in Argentina, Austria, Bolivia, Morocco and Tunisia.  The Navy of Brazil also acquired 17 SK 105 for the Body of Fuzileiros Navais (CFN). The incorporation of this tank is part of the Program of Reaparelhamento of the Navy for equiping fiflemen with more modern equipment. Production of the  SK 105  resumed for Botswana, with an order for 20 brand new vehicles and an option on an additional 30 vehicles.



Specifications





 origin Austria

Armament  
105 mm cannon [3,000 m range]
7.62 mma machine gun coaxial one with the main armament
two smoke projectors on each side of the turret

Length  7.76 m including the main armament
5.58 m chassis

width 2.5 m 

height 2.88 m 

Weight  17,500kg 

Pressure on ground 0.68 kg/cm2 

Motor Steyr 7FA - 6 cylinders,  water cooled, superfed, diesel, developing 320 HP (238 KW) 

Speed on road 65-68 km/h 

range 520 km 

obstacles vertical: 0.8 m; trench: 2,41 m; slopes: 60 º 






















Sources and Resources















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http://www.fas.org/man/dod-101/sys/land/row/sk-105.htm
Maintained by John Pike
Updated Wednesday, September 29, 1999 10:41:35 AM






En: [naval] Classe Kidd na RAN - fotos dos DD-963-5

1999-12-09 Por tôpico José da Silva




-Mensagem original-De: 
José da Silva [EMAIL PROTECTED]Para: 
Lista Naval [EMAIL PROTECTED]Data: 
Segunda-feira, 29 de Novembro de 1999 00:08Assunto: Re: [naval] 
Classe Kidd na RAN - fotos dos DD-963-5


Corredor por trasdo lançador 
vertical Mk-41 na proa


En: [naval] Classe Kidd na RAN - fotos dos DD-963-7

1999-12-09 Por tôpico José da Silva




-Mensagem original-De: 
José da Silva [EMAIL PROTECTED]Para: 
Lista Naval [EMAIL PROTECTED]Data: 
Segunda-feira, 29 de Novembro de 1999 00:09Assunto: Re: [naval] 
Classe Kidd na RAN - fotos dos DD-963-7


Corredor a BE do refeitorio dos sargentos, 
olhando para proa. Notar os cilindros de CO2.


[ ]
Zé
Santos-SP


Re: [naval] EXÉRCITO COMPRA COUGAR

1999-12-09 Por tôpico Humberto

Para o Exército o Cougar é melhor que os BlackHawk. Por quê? Porque 
acho que não valeiria a pena comprar um helicóptero que não fosse muito 
maior que os Phamter. Pensando bem, o trio Pantera, Cougar e Esquilo é 
até o ideal. Só falta os AH-1W :)

Quais são esses Cougars? Tomare que seja o MK2! O bixo leva 29 soldados!
Será que a planos para comprar mais?! Ah, temos agora que nos livramos 
dos UH-60. Não vale a pena manter uma linha de manutenção para 4 
aeronaves. 

 Quem ainda sonhava (como eu) em ver a aviação pesada do exército 
equipada
 com os Blackhawk's pode ir tirando o cavalo da chuva.
 O Exército acaba de assinar um contrato de U$90 milhões para a compra 
de
 08 helicópteros Cougar.
 É pelo jeito, daqui a mais alguns anos, Blackhawk só nas
 fotografias..
 DON'T GO BLACKHAWK!

  

Humberto"bOb"LeiteUIN: 36147651 
"Se o mundo é mesmo parecido com que vejo, prefiro acreditar no mundo 
do meu jeito. E você estava esperando voar, mas como chegar até as 
nuvens com os pés no chão?"



_
MailBR - O e-mail do Brasil -- http://www.mailbr.com.br 
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Re: [naval] (f.d.t) Integradora do SIVAM

1999-12-09 Por tôpico Alexandre Fontoura

ELIZABETH KOSLOVA wrote:

 Sobre o SIVAM, a questao e a seguinte, todos os dados
 coletados pelos sensores sao integrados em uma
 plataforma computacional, sendo o software de
 aquisicao, banco de dados e analises de dados, que
 originalmente deveria ser fornecido pela ESCA, que foi
 desclassificada dor motivos fiscais.

 Ao que me parece o software deveria ser fornecido por
 uma outra empresa brasileira, que foi formada por
 conveniencia entre a FAB e os donos da ESCA para nao
 perder o controle do negocio, mas nao sei quem seria
 hoje a empresa forncedora de software de integracao
 para o SIVAM, (fontoura?)


A empresa fornecedora do software e responsável pela integração dos
sistemas chama-se Atech Tecnologias Críticas e usa praticamente o mesmo
pessoal da extinta Esca.
Aliás, uma noticia extra sobre o Sivam: A Raytheon Aircraft Company
anunciou que o primeiro dos quatro aviões Hawker 800XP encomendados pela
FAB para a calibração de sistemas do SIVAM será entregue em março do
próximo ano. Os quatro aviões serão empregados pelo Grupo Especial de
Inspeção em Vôo (GEIV) e são na verdade modelos mais avançados do HS125
já usado pela FAB no próprio GEIV em missões de rádio-calibração, pelo
GTE em transporte VIP e pelo CTA (Divisão de Ensaios em Vôo) como
plataforma de testes.
--
[ ]s
__
Alexandre Fontoura
Manaus (AM)
mailto:[EMAIL PROTECTED]
mailto:[EMAIL PROTECTED]
ICQ #: 23526339
__
In a free world with no fences or walls,
who needs Gates and Windows?


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Re: [naval] (f.d.t) Integradora do SIVAM

1999-12-09 Por tôpico Bruno Mendes Bahia

Eu soube que chegariam em fevereiro. O que achei interessante é que
o novo sistema que virá instalado nestes HS800 serão completamente
automáticos, dispensando o engenheiro que era responsável pelo painel. Nosso
amigo Guilherme Rosemberg chegou a ver o tamanho do painel pelo qual eles
são responsáveis.


Um Abraço,
Bruno



A empresa fornecedora do software e responsável pela integração dos
sistemas chama-se Atech Tecnologias Críticas e usa praticamente o mesmo
pessoal da extinta Esca.
Aliás, uma noticia extra sobre o Sivam: A Raytheon Aircraft Company
anunciou que o primeiro dos quatro aviões Hawker 800XP encomendados pela
FAB para a calibração de sistemas do SIVAM será entregue em março do
próximo ano. Os quatro aviões serão empregados pelo Grupo Especial de
Inspeção em Vôo (GEIV) e são na verdade modelos mais avançados do HS125
já usado pela FAB no próprio GEIV em missões de rádio-calibração, pelo
GTE em transporte VIP e pelo CTA (Divisão de Ensaios em Vôo) como
plataforma de testes.
--
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Alexandre Fontoura
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Re: [naval] EXÉRCITO COMPRA COUGAR

1999-12-09 Por tôpico Alexandre Fontoura

Humberto wrote:

 Para o Exército o Cougar é melhor que os BlackHawk. Por quê? Porque
 acho que não valeiria a pena comprar um helicóptero que não fosse muito
 maior que os Phamter. Pensando bem, o trio Pantera, Cougar e Esquilo é
 até o ideal. Só falta os AH-1W :)

 Quais são esses Cougars? Tomare que seja o MK2! O bixo leva 29 soldados!
 Será que a planos para comprar mais?! Ah, temos agora que nos livramos
 dos UH-60. Não vale a pena manter uma linha de manutenção para 4
 aeronaves.


Humberto, os BlackHawk são arrendados.
Então, basta esperar o término do contrato de leasing, agradecer e devolver
os 4 aparelhos.

--
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Alexandre Fontoura
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In a free world with no fences or walls,
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[naval] PIRANHA (Especial p/ a Koslowa)

1999-12-09 Por tôpico Alexandre Fontoura


Estou enviando esta msg pela segunda vez, pois mandei a original ontem
e, at hoje  noite, ela no havia chegado 
lista.

Ol Navais e, especialmente a Elizabeth Koslowa:
Tomei a liberdade de passar aquela excelente mensagem de autoria da
Elizabeth com a anlise do MAA-1 Piranha para o editor da revista
Segurana  Defesa, Engenheiro Mrio Roberto Vaz Carneiro.
Infelizmente, eu estava com sono (j eram quase duas da manh)
e no tive saco para pegar a msg original e editar com os comentrios
do MRVC. Ento, por favor, quem quiser, abra a msg orginal da Koslowa
e leia os comentrios dele. No ser difcil,
pois ele comentou pargrafo por pargrafo.
Divirtam-se,

"Fontoura,
 Apenas alguns comentrios sobre
aquele EXCELENTE texto sobre o Piranha que vc mandou h dias.
Para vc acompanhar melhor, estou fazendo os comentrios
por pargrafos, separadamente, sendo o
primeiro o que vem aps os dados no texto original
(Comea com "Bom estes so...). O texto original 
muito bom, embora eu discorde de alguns aspectos. Mas
 muito bom mesmo.
2o. pargrafo
 verdade, mas isso logicamente  intencional.
Inovar seria absurdo. O custo envolvido seria enorme, s superado
pelo risco tecnolgico. E, sendo o primeiro mssil
ar-ar que, a duras penas, o Brasil consegue desenvolver, partir
para frmulas no testadas seria tolice.
3o. par.
A configurao  a mesma do AIM-9.
Mas existem diferenas substanciais, entre elas o fato de que o
dimetro do
corpo  maior, o que significa maior arrasto,
mas por outro lado pode significar mais propelente. Acredito que
a
capacidade de manobra no seja maior que o AIM-9L.
4o/5o. par.
Creio que existe alguma capacidade all-aspect. Talvez
no to grande quanto a do -9L, mas acho que ela existe.
O
prprio diretor da MECTRON me disse (na presena
de um oficial superior) que o MAA-1 "equivale de uma
maneira geral ao -9L, mas h coisas que o -9L
faz melhor e h coisas que o Piranha faz melhor". Seria loucura
ele
afirmar que "equivale, etc., etc." se no houvesse
uma certa medida de capacidade all-aspect. E o cara foi muito
sincero. "Agora,  preciso pendurar nos avies
e DISPARAR, para analisar o que precisa ser melhorado".
6o. par
Um dos motivos da cabea de guerra ser maior pode
ser o maior dimetro (seis polegadas, contra cinco). Isso d
uma seo 44% maior, portanto num trecho
de mesmo comprimento do corpo, o volume  44% maior.
7o./8o. par
O alcance deve ser comparvel ao do -9L. O arrasto
 maior, mas como o dimetro tb.  maior, num trecho
de
mesmo comprimento do corpo o MAA-1 pode transportar cerca
de 40% a mais em combustvel. Se o propelente
for eficaz ( e eu no tenho razo para
achar que no )... Quanto  eficincia do sistema
de busca,  uma
incgnita.
10o/11o. par.
Bem, para mim parece claro que a idia 
que no momento  que o sistema de busca est aqum
do conjunto
combustvel/cabea de guerra. Parece lgico
que, com o tempo, se adote uma cabea de busca mais eficiente, que
possa usar todo o potencial de combustvel/explosivo,
e a no se ter que mexer no projeto do mssil.
Simplesmente adotar a nova cabea de busca. Parece
ter sido uma coisa consciente e inteligente: j que no
conseguimos miniaturizar tudo a ponto de usar um corpo
de 5 polegadas, vamos colocar tudo que der e depois,
quando conseguirmos um melhor sistema de busca, teremos
um mssil melhor, sem mexer no projeto bsico.
12o. par
Aqui no posso dizer que sim nem que no.
No sei, e estou com o tal diretor: tem que montar no avio
e usar...
13o.
O tamanho da cabea de guerra no foi,
ao que eu saiba, o fator determinante para o projeto, ou seja, no
 por
isso que o mssil tem seis polegadas de dimetro.
Mas no vejo mal nenhum numa ogiva de 20kg. Ao contrrio.
Se um dia se conseguir uma cabea de busca to
capaz quanto a do Python, Magic ou Sidewinder, teremos um
mssil muito mais destrutivo. O problema 
que TIVEMOS QUE REINVENTAR A RODA sim, pois ningum
nos quis passar a tecnologia de como fazer a roda. Esse
 o verdadeiro X do problema. Seria ilgico esperar que,
em sua primeira tentativa (e uma tentativa to demorada e cheia
de problemas) fizssemos um mssil to bom quanto
os melhores msseis israelenses, franceses ou
americanos. O fato  que, apesar do pesares, pelo
menos temos um mssil. O timo  o inimigo do bom.
14o.
S confirma o que eu disse at agora.
15o.
Concordo com quase tudo.
16o.
Contradio. Se no 3o. pargrafo
se diz aque "o projeto aerodinmico  praticamente o mesmo
do Sidewinder
modelo L" (que, afinal,  basicamente o parmetro
utilizado mundialmente para comparao quando se trata de
msseis ar-ar de curto alcance), como 
que se afirma que  "um projeto de aerodinmica muito atrasado
para um mssil que chegou agora"?.
Eu diria que o projeto aerodinmico  satisfatrio
para a nossa realidade, e tanto  assim que  o utilizado
por praticamente todos os msseis ar-ar de curto alcance ocidentais
-- inclusive alguns bem recentes. No final do parfrafo, h
o reconhecimento de que ele  "uma salada bem temperada, etc. etc.".
O MAA-1  o mssil possvel. Se quisssemos
fazer um mssil equivalente ao Python IV, ou ao ASRAAM, levaramos
mais 

[naval] VLS no sábado

1999-12-09 Por tôpico Pedro Furtado

Olá todos!
Só to escrevendo para lembrar que o lançamento foi confirmado para
sábado às 16:30 (podendo ser adiado para até 19:00 do mesmo dia). Vamos
fazer figuinhas e tudo mais porque se alguma coisa der errado, pode ter
certeza que a mídia vai cair em cima e o governo será "obrigado" a cortar
verba. :)
Não esqueçam!!!  TORÇAM!!!


Abraços,

Pedro Futrado.



==
Lista naval
Para sair desta lista mande mensagem para:
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sem nada no Subject
e com o comando a seguir no corpo da msg:
"unsubscribe naval" (sem aspas)
==



En: [naval] Classe Kidd na RAN - fotos dos DD-963-4

1999-12-09 Por tôpico José da Silva




-Mensagem original-De: 
José da Silva [EMAIL PROTECTED]Para: 
Lista Naval [EMAIL PROTECTED]Data: 
Segunda-feira, 29 de Novembro de 1999 00:08Assunto: Re: [naval] 
Classe Kidd na RAN - fotos dos DD-963-4


Corredor pelo lado de BE do 
lançador vertical Mk-41 na proa.


[ ]
Zé
Santos-SP


En: [naval] Classe Kidd na RAN - fotos dos DD-963-8

1999-12-09 Por tôpico José da Silva




-Mensagem original-De: 
José da Silva [EMAIL PROTECTED]Para: 
Lista Naval [EMAIL PROTECTED]Data: 
Segunda-feira, 29 de Novembro de 1999 00:09Assunto: Re: [naval] 
Classe Kidd na RAN - fotos dos DD-963-8



Corredor a BB do refeitorio dos 
sargentos,olhando para popa.

[ ]
Zé
Santos-SP


En: [naval] Classe Kidd na RAN - fotos dos DD-963-2

1999-12-09 Por tôpico José da Silva




-Mensagem original-De: 
José da Silva [EMAIL PROTECTED]Para: 
Lista Naval [EMAIL PROTECTED]Data: 
Segunda-feira, 29 de Novembro de 1999 00:07Assunto: Re: [naval] 
Classe Kidd na RAN - fotos dos DD-963-2


Passadiço, belo no (e espartano)?
Tenho uma foto em uma Proceedings com a foto de um 
velhinho chado Arleigh Burke na ponte de um deles, o Caron se não me 
engano. Alguem conhece esse velhino

[ ]
Zé
Santos-SP


En: [naval] Classe Kidd na RAN - fotos dos DD-963-9

1999-12-09 Por tôpico José da Silva




-Mensagem original-De: 
José da Silva [EMAIL PROTECTED]Para: 
Lista Naval [EMAIL PROTECTED]Data: 
Segunda-feira, 29 de Novembro de 1999 00:10Assunto: Re: [naval] 
Classe Kidd na RAN - fotos dos DD-963-9


Refeitorio dos sargentos olhando-se para o lado 
de proa.

[ ]
Zé
Santos-SP


Re: [naval] nomes estranhos e MAIS: a MB no Tejo

1999-12-09 Por tôpico Luis Mendes

Finalmente um assunto "histórico" (já que quase ninguem ligou ao "assalto a
Conarky" - será que vale a pena continuar a enviar trabalhos similares?) e
uma duvida antiga desfeita - a minha "objecção" era o facto de Cochrane ter
disparado contra Lisboa, algo que era nessa altura quase impossivel para um
navio isolado (já agora é mais facil, depois de no ano passado terem acabado
com o Regimento Artilharia de Costa); disparar contra a costa Portuguesa já
é diferente.

Sobre os meios envolvidos: a frota saiu com 48 navios mercantes, 16 guerra e
5335 militares e 870 civis - 4 regressaram por serem a favor de D. Pedro
(incluindo uma charrua), arribaram 1 guerra e 9 mercantes, foram capturados
16 mercantes (e nove que não faziam parte do comboio), tendo chegado a
Lisboa 23 mercantes e todos os de guerra. De notar que o comboio se separou
(o 1º chegou a 21 Agosto e o ultimo 22 Setembro). D. Pedro e o seu governo
não gostaram muito da "perseguição" e não há duvidas que só aconteceu porque
as tripulações inglesas quiseram "mostrar trabalho" (após as dificuldades na
Baia em 4 Maio as tripulações eram inglesas).

De notar que os ultimos combates navais tiveram lugar em Montevideu em
Outubro.


-Original Message-
From: Alexandre Moraes de Castro e Silva [EMAIL PROTECTED]
To: Lista Naval [EMAIL PROTECTED]
Date: Segunda-feira, 6 de Dezembro de 1999 3:16
Subject: Re: [naval] nomes estranhos e MAIS: a MB no Tejo


Beleza então.  Como eu não palpito em áreas de tecnologia, e são quase
todas, deixa eu aproveitar pra esclarecer o que eu sei.  E aproveito para
esclarecer uma dúvida antigacom o Luis que eu fiquei devendo... Do Cochrane
nem vou falar pq acho que todo mundo sabe, né?  Britânico, lutou contra
Napoleão na RN, fez as independências do Chile e do Brasil como mercenário e
dizem que só pensava e falava em dinheiro, mas é verdade também que o D.
Pedro não pagou a ele o que tinha prometido.  Enfim, já éramos o Brasil
naquela época...


John Taylor (1796-1855) comandou a Niterói durante a Guerra de Independencia
e foi ele que realizou aquele façanha que eu mencionei aqui na lista...  Não
lembram não?  Que brigaram comigo até, achando que ia ofender o Luís?
Peraí... :)  Adoro Portugal, não vou brigar por causa de coisas que
aconteceram 170 anos atrás!!

De qualquer modo, foi a Niterói de John Taylor que perseguiu a esquadra
lusitana fugitiva da baía de todos os santos até a barra do Tejo.  Agora
estou com os livros aqui na frente pra não errar.  Os portugueses evacuaram
Salvador na calada da noite de 2 de junho de 1823, um comboio gigantesco de
mais de 60 ou 80 navios, e correram pra o Maranhão, onde os lusitanos ainda
resistiam, sendo então perseguidos por quatro navios brasileiros, entre eles
a Niterói. Ao longo do percurso, os brasileiros capturaram justamente dois
dos navios nos quais iam o grosso das tropas de desembarque portuguesas e o
almirante luso decidiu mudar de planos e rumar para Lisboa.  Nesse ponto, os
outros navios brasileiros tiveram que voltar e a Niterói ficou sozinha na
perseguição. A Niterói perseguiu a esquadra portuguesa até a embocadura do
Tejo, que alcançou a 12 de setembro. Deu um tiro de saudação a Portugal e
começou o caminho de volta. Graças aos esforços das forças perseguidoras,
especialmente a Niterói, foram capturados mais de um terço das tropas
portuguesas e cerca de metade dos navios -- 30. Alguns dizem que essa
perseguição foi essencial para o sucesso da guerra, pois argumentam que se
as forças tivessem chegado em Portugal intactas, os portugueses seriam
tentados a reforçar e socorrer os seus patrícios ainda resistindo no Pará,
Piauí e Maranhão., Taylor ainda se abasteceu em Flores e Madeira e capturou
mais meia dúzia de navios portugueses retardatários na viagem de volta.

Por fim, essa viagem também é muito bem documentada, por contar com um
participante ilustre: um certo Joaquim Marques Lisboa, marinheiro
voluntário, de tenros 16 aninhos.  Quem não sabe quem é, eu não digo! Basta
dizer que todas as biografias de Lisboa enfatizam que a perseguição teve
grande impacto sobre ele...

Além disso, o Taylor ainda ralou muito. "Pacificou" a província de
Pernambuco no pós-independência, combateu a confederação do equador,
combateu na cisplatina, combateu os mercenários amotinados no rj em 1831 e,
por fim, comandou as forças navais da regência que desbarataram os cabanos
em 1836.  Morreu no posto de Vice-Almirante.


João Guilherme Greenhalgh (1845-1865) era brasileiríssimo, guarda-marinha e
é o nosso "martir" de Riachuelo. Ele morreu a bordo da Parnaíba, de um modo
bem peculiar e que explica as homenagens que ele recebeu.  A Parnaíba tinha
encalhada e estava sob abordagem de quatro navios paraguaios. A luta era no
convés, de espada, no braço, o que houvesse, tudo para impedir a abordagem.
Nisso, Greenhalgh viu um paraguaio tentando arriar nossa bandeira. Ele corre
até lá, toma a bandeira do paraguaio e enrosca-se nela. O paraguaio voa nele
e Greenhalgh lhe dá um tiro na cara. Nisso,