da OLT e Sindicato
Após ouvir a fala do diretor Sérgio Rosa, em sua passagem pelo Horto,
pude apreciar as conquistas da empresa no campo da prospecção e
captação de novos serviços e senti orgulho da posição da empresa no
mercado, segundo as próprias palavras do nosso diretor.
Em um momento seguinte, abordando a questão da campanha salarial, o
diretor falou da incapacidade da empresa de discutir as perdas nos
governos anteriores. Perdas estas que se tornaram impossíveis de
serem discutidas, segundo sua colocação, assim como o ouro
que foi levado do nosso país na época da colonização.
Sérgio Rosa disse ainda, que está lendo um livro que trata da
legislação que se refere aos direitos das classes sociais menos
favorecidas como o negro e o índio, e da forma de resgatar e garantir
vagas para as classes excluídas. Isto demonstra uma grande
preocupação do nosso diretor com as injustiças sociais. Hora
bastante oportuna para tratarmos das injustiças praticadas dentro da
nossa própria empresa.
Aqui no Serpro a situação não é diferente. Após 12 anos de políticas
salariais incorretas que somaram perdas irreparáveis, além de termos
assumido o custeio dos nossos planos de saúde e odontológico,
provocou uma queda
vertiginosa no nosso poder aquisitivo.
Gostaria, então, neste momento, de solicitar ao Sindicato uma
pesquisa que nos apresentasse os mecanismos legais de equiparação
salarial com outras estatais ou outros órgãos do governo que
pratiquem faixas salariais melhores e que possam oferecer uma justa
elevação salarial comumente chamada, nos documentos divulgados para
consulta pública, de equiparação gradual dos salários.
Esta é, ao meu ver, a melhor maneira de corrigir as discrepâncias
ocasionadas na tabela de salários do Serpro ao longo de todos estes
anos. O disparo automático do gatilho que corrige a inflação do
período anterior, sem o desgaste de negociações, somado ao percentual
gradual de equiparação nos proporcionaria um considerável e justo bem-
estar, ou seja, seria a aplicação imediata da Cidadania, tão
ressaltada pelo nosso diretor, dentro da própria casa.
Uma outra questão que gostaria de sugerir era a consulta prévia ao
DEST do que seria possível ser feito na questão salarial, antes da
contratação dos serviços da Consultoria externa, o que ocasionaria
uma grande economia.
Deveríamos saber, de antemão, que caminhos trilhar. Além disso, uma
reunião com o diretor, juntamente com um representante do DEST seria
altamente elucidador, uma vez que poderíamos ter acesso às
ferramentas e técnicas
utilizadas na aprovação de um Plano Emergencial de Cargos e Salários.
Gostaria que esta carta fosse encaminhada ao diretor Sérgio Rosa e
que o Sindicato respondesse o mais rápido possível.
Atenciosamente,
Helena ATTRF/ATRJO/SUNAT
Horto - prédio 1 - sala 502
tel: (021) 2159-4632
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