O meu entendimento e o de alguns colegas aqui é que ele estava se referindo a 8% de perdas além dos 4%, ou seja, um total de 12%.
 
Se alguém entendeu outra coisa, se manifeste.

Franklin Almeida <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
A reunião aqui na Lapa acabou e ele falou justamente sobre as empresas do setor elétrico...

Disse que é para levarmos propostas para a empresa analisar.

Um colega levantou a seguinte questão: se a empresa tinha um PGCS com impacto de 6% e tinha a idéia de que seria cerca de 4% a  inflação, logo ela sabia que podia bancar 10% ou 11%. O Sérgio Rosa disse que o impacto seria de 1,??% do PGCS mas que a linha de raciocínio é essa. Ou seja, temos que brigar por mais.

Outro colega perguntou se poderiamos conversar ali sobre outros caminhos de solução do impasse na negociação, que não o judicial e se ele estava disposto a discutir ali. Ele disse que poderia sim, mas em outro momento e não agora. Teria de ser e um momento mais calmo. O colega pediu então para marcar, talvez para a semana que vem, e não obteve resposta. Como a relações sindicais estava lá, pode ser que marque algum dia com ele.

Esse mesmo colega disse que não adianta só nós cedermos na nossa pauta, mas sim que a empresa deveria também apresentar alguma proposta alternativa também, para podermos negociar, no que o diretor concordou. Uma dessas propostas o colega disse que poderia ser a reposição das perdas do governo Lula, pelo menos a partir de jan/2003, mais o índice atual de 4,633%.

Essa reunião transcorreu em um clima mais ameno do que a anterior. O diretor e a relações sindicais disseram que não estavam ameçando, mas sim sinalizando que há margem para acordo.

Bom, isso é o que eu me lembro.

Repito: eles vão querer nos dar 7%. O Sérgio Rosa falou nesse índice com muita tranqüilidade. Será que é isso o que nós vamos aceitar? Da minha parte, acho que devemos esticar mais a corda.

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|   Franklin dos Santos de Almeida   |
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Em 26/05/06, Paula Carvalho <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
Hoje na reunião com o Sérgio Rosa aqui no Horto, ele explicou que as perdas do governo FHC são praticamente irrecuperáveis e não tem conversa, mas se a gente quiser cobrar as perdas do governo atual 7,??% ele está disposto a negociar, mesmo que seja pra dizer "não temos como pagar isso".
Acho que a empresa já mandou o seu recado.

Franklin Almeida < [EMAIL PROTECTED]> escreveu:
Pessoal,

tem surgido algumas insinuações com respeito ao fato de os
eletricitários terem uma proposta de aumento de 7% por parte das
empresas.

Acredito que o Dr. DEST(ino) já deve ter fixado como teto para as
estatais esse percentual. Devemos tomar cuidado caso a empresa
sinalize com esse percentual, pois ela pode estar a manobrar as
negociações para esse fim.

Isso é só uma hipótese. Não podemos nos deixar manobrar caso isso de
fato aconteça.

Grande abraço a todos,
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|   Franklin dos Santos de Almeida   |
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