Eu já fiz scripts pro gnuplot utilizando o <<
Pro octave ficaria +- assim:

octave << FIMDOCODIGO

a=1; b=2; a+b

FIMDOCODIGO




Em 28/04/2010, às 22:46, Helton Moraes escreveu:

> Caros, estou com uma dúvida de nível "filosófico" e preciso da ajuda  
> dos
> universitários
>
> Eu trabalho com análises numéricas e quase sempre tenho usado o GNU  
> Octave
> que é uma versão livre do Matlab. Aliás, por sinal, decidi estudar
> shellscript exatamente para automatizar a execução de análises  
> longas e
> chatas ;o)
> Agora há pouco mesmo, criei dois scripts, um em shell e outro em  
> octave, que
> selecionam arquivos com listas de pontos (find), plotam um gráfico  
> 3D em
> sucessivas posições salvando em formato png (octave) e unem as  
> figuras em
> uma animação (mencoder).
>
> A dúvida é a seguinte:
>
> Uma das formas de usar o octave é direto no terminal: basta digitar
> 'octave', o prompt do Octave abre, e aí eu começo a digitar meus  
> comandos,
> como por exemplo a=1; b=2; a+b. Acontece como abaixo:
>
> octave:1> a=1; b=2; a+b
> ans = 3
>
> Agora, considerando que o script é como se fosse uma sequência de  
> comandos
> digitados no terminal, o SENSO COMUM sugeriria que basta colocar num  
> script
> algo como
>
> #!/bin/bash
> octave
> a=1; b=2; a+b
>
> e, ao rodar o script, apareceria o resultado, como se o shell  
> tivesse aberto
> o octave, e depois tivesse escrito a=1; b=2; a+b, e como o octave  
> estava
> aberto, isso rodou no octave. Claro que não funciona, e é óbvio que  
> não
> funcionaria considerando os mais elementares conceitos de shell. O  
> que tenho
> feito (foi o que me ensinaram e é o que acho que é o correto) é  
> criar um
> script octave com os comandos nativos dele, e invocar esse script a  
> partir
> de um script shell. Assim, os comandos de shell ficam no script.sh,  
> e os
> comandos do Octave ficam no script.m, que é o formato dele.
>
> A Pergunta do Dia, então, é:
> Existe algum meio de criar um script único que contenha comandos de  
> shell e
> também comandos de outro programa, de modo que o shell execute esse  
> programa
> e "digite" os comandos enquanto esse programa roda?
>
> A motivação para isso é ter um único arquivo, para melhorar a  
> portabilidade.
>
> Grato pela atenção e desculpem caso a pergunta seja muito sem pé nem  
> cabeça
>
> Helton Moraes
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
> 



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



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