Olá Rui Ogawa!

Sou usuário e fã de todos e quaisquer software e iniciativas de código
aberto. O Brasil e quiçá o mundo
será a cada dia melhor se entendermos que a nossa obra é o nosso
retrato e somente a nossa obra pode e
deve perpertuar-se. Enquanto carne e osso somos mesmo parte da
natureza e portanto seremos dissolvidos
por ela.

Essa coisa de que ninguém taska eu vi primeiro é filosofia de
americano, que alguns compatriotas nossos
aprenderam bem. O Broffice deverá continuar livre e a Comunidade como
vc mencionou é quem deve
dirigir sim, vamos fazer como os egipcios, " O sistema está podre, nos
cansou, vamos chutá-los e vamos renovar"

Parabéns, pois o silêncio é pactuador de falcatruas, quem se cala
aceita tudo, eu me ofereço para
integrar essa campanha pela liberdade, abaixo os grilhões, as algemas,
as fajutas certificações etc.

Se houver algo que eu possa ajudar, estou à disposição.

Darcy

2011/2/22 jhonatam da Mata de Jesus <[email protected]>:
> Boa noite!
> Caso este assunto não seja de seu interesse, peço desculpas. Sinta-se a
> vontade para deletar a mensagem, caso desejar. Entretanto, considerandoa
> importância dos acontecimentos, venho compartilhar as informações.
>
> Talvez já seja de seu conhecimento, mas caso não seja, vamos às explicações.
> Trabalho com Software Livre desde 1999, comecei com RedHat ainda quando
> morava no Japão, passei por Turbo Linux, Conectiva, Kurumin, Ubuntu e
> atualmente uso Debian. Em 2004, durante uma edição do SUCESU-MT, conheci
> Claudio Ferreira Filho, então residente na cidade de Rondonópolis.
> Naquela época eu já utilizava um pacote de escritório chamado OpenOffice,
> creio que a versão era 1.3, provavelmente. O que eu descobri naquele dia,
> foi que eu estava diante da pessoa que compilou o OpenOffice em pt-br e
> criou a comunidade brasileira do pacote, que mais tarde daria origem à ONG
> BrOffice.org.
> Para quem não sabe, o nome BrOffice foi registrado devido ao fato de que uma
> empresa no Rio de Janeiro já havia registrado o nome OpenOffice no Brasil.
> Para saber mais sobre esse extraordinário pacote de escritório,
> visite http://broffice.org/sobre.
> A criação da ONG, idealizada por Claudio, tinha como objetivo fomentar,
> incentivar e apoiar as ações da comunidade e seus projetos. Um desses
> projetos, também idealizado pelo Claudio, é a Revista BrOffice.org.
> Há alguns meses comecei a colaborar com a revista e tudo ia muitíssimo bem,
> com os demais membros trocando informações de forma transparente, utilizando
> Wiki, listas e sempre primando pelo compartilhamento de informações e pela
> tomada de decisões em equipe.
> Entretanto, de algumas semanas pra cá, algumas decisões começaram a ser
> tomadas de forma absolutamente arbitrária por algumas pessoas, membros do
> Conselho Administrativo. Trabalhos que eram discutidos na lista passaram a
> ser "delegados" em PVT. Pior, o resultado desses trabalhos eram solicitados
> também em PVT, e começamos a ser "orientados" para não entregar diretamente
> na lista, em aberto, como sempre fazíamos.
> Tal atitude começou a me incomodar, mas confesso que achei que fazia parte
> de alguma estratégia de aceleração dos trabalhos, por conta do lançamento do
> novo portal pt-br.libreoffice.org. O que eu não sabia era que outros colegas
> estavam tendo a mesma sensação estranha de "usurpação".
> O que defendo aqui e em qualquer outro lugar, é a soberania da comunidade. O
> compartilhamento irrestritro do conhecimento livre. A auto-gestão
> descentralizada e comunitária. E a absoluta desobediência à qualquer
> tentativa de manipulação, usurpação e distorção dos princípios que regem a
> ONG BrOffice.org.
> A partir do momento que esta se torna um instrumento de promoção de
> prestação de serviços, deixando de ser apoiadora da comunidade (inclusive
> votando contra a realiação do Encontro Nacional BrOffice), ela perde o
> sentido de existir.
> Quero convidá-lo a entender "o que está acontecendo com o BrOffice[1]" e
> também a assinar a "Carta da Comunidade BrOffice ao Movimento de Software
> Livre e Iniciativas Open Source[2]"
> [1] http://librecommunity.wordpress.com/
> [2] http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=BrOffice
> Cordialmente,
> Rui Ogawa
>
> Atenção! Caso haja documentos de escritório anexados neste e-mail, eles
> poderão estar no formato ODF, um padrão aberto, gratuito e homologado pela
> ISO e ABNT. Para abrir e editá-los, basta baixar e instalar o BrOffice,
> disponível em http://broffice.org/download
>
> --
> Siga no twitter: @jhonylinux
> Experimente o pQui Linux http://site.pquilinux.org
> Visite o blog Vida Open Source: http://sloglife.blogspot.com
> Conheça o SLOG http://slog.org.br
>
>
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> GUS-BR - Grupo de Usuários de Slackware Brasil
> http://www.slackwarebrasil.org/
> http://groups.google.com/group/slack-users-br
>
> Antes de perguntar:
> http://www.istf.com.br/perguntas/
>
> Para sair da lista envie um e-mail para:
> [email protected]



-- 
Darcy Larangeira
Gerente Administrativo
Escola de Idiomas na Internet.
mailto: [email protected]
Tel/Fax 12-31257701

-- 
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http://www.slackwarebrasil.org/
http://groups.google.com/group/slack-users-br

Antes de perguntar:
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Para sair da lista envie um e-mail para:
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