2012/2/21 Gilberto F da Silva <[email protected]> > -----BEGIN PGP SIGNED MESSAGE----- > Hash: SHA1 > > On Tue, Feb 21, 2012 at 07:41:36PM -0200, Max wrote: > > 2012/2/19 Gilberto F da Silva <[email protected]>: > > > Esse método de usar um lilo para chamar mais de um Linux dá confusão > > > porque se você mexer no Linux onde está o lilo perderá a referência aos > > > outros. O mesmo é válido para o grub. > > > > > > Eu tenho aqui 7 partições para instalar distribuições Linux. Se eu > > > fosse ajustar o lilo para cada uma que eu instalasse, morreria louco. O > > > esquema usado por mim, e que eu acho que se adapta ao seu modo de pensar, > > > é > > > o seguinte: coloco sempre o lilo na partição raiz das distribuições e > > > usar > > > um gerenciador de boot para dar a partida em qualquer um deles. > > > > > > Atualmente uso o GAG. Ele é bem pequeno e fica na MBR e pode até > > > mesmo ser instalado em antigos disquetes. > > > > > > Para colocar o lilo no diretório raiz será necessário usar as opções > > > -b e -C. Essas opções estão descritas no man page do lilo. > > > > Eu discordo. Tenho apenas um bootloader (grub2) e gerencio as > > instalações na minha máquina de testes sem problema algum. > > > > De fato, acho muito mais simples a minha forma de gerenciar: Quando > > atualizo o kernel de um dos sistemas operacionais "não primários", eu > > só tenho que montar a partição do "sistema primário", fazer um bind > > mount do /dev do sistema em execução no ponto de montagem do "sistema > > primário", iniciar um chroot neste ponto de montagem e então atualizar > > o bootloader. > > Eu já vi outras respostas suas aqui na lista. Pelo visto, você > entende muito mais do que sobre Slackware do eu. Na verdade eu só > uso porque ele, simplesmente, funciona. Há programas com os quais > eu não me dou bem, um deles é o vi e o outro é o grub. > > Vou usando o método do GAG porque na minha mente simples faz mais > sentido. Talvez um dia eu chegue ao seu nível de conhecimento e mude > de opinião.
Bom, a idéia não era sair balançando o "e-peen" p/ dizer que só porque eu faço uma ou outra coisa que a minha opinião é mais ou menos válida; era mais p/ mostrar que usando o GAG - pelo que eu vi da documentação - requer que tu faça o trabalho de configuração de uma forma mais complicada porque além de sair instalando o bootloader "normal" (ex. lilo, grub) no superbloco da raiz do sistema (o que já é uma coisa meio rara, hoje em dia), tu tem que adicionar uma entrada no GAG para que o mesmo "aponte" para esta partição usada como raiz e ai sim tu pode passar a inicializar o sistema em questão. Ok, tem o mesmo número de etapas do que a solução que eu propus, mas o ponto chave aqui é a automação: a menos que eu tenha entendido errado, se quiser automatizar tu precisa de um hamster[0] bem inteligente para esperar o menu do GAG no boot e adicionar as entradas, enquanto que com o método que eu descrevi tu pode trocar o hamster por um script. :) A questão da minha preferência pelo grub[1] em relação aos outros é que os outros boot loaders parecem ter parado no tempo; tu poderia fazer o mesmo com o lilo, porém a automação seria mais complexa: Tu precisaria de uma lib para lidar com os confs (ex. augeas) e assim adicionar/remover/editar entradas no lilo.conf do "sistema primário". Se não me engano tem um dos "HOWTOS" que trata do assunto, amanhã eu pego uns links e repasso na lista... 0 - Nenhum hamster foi ferido na redação deste e-mail. Não posso dizer o mesmo sobre o Português. 1 - Mais especificamente a versão 2 -- eu detestava a versão 1, agora nem lembro mais por que. -- GUS-BR - Grupo de Usuários de Slackware Brasil http://www.slackwarebrasil.org/ http://groups.google.com/group/slack-users-br Antes de perguntar: http://www.istf.com.br/perguntas/ Para sair da lista envie um e-mail para: [email protected]

