2013/8/24 Oda <[email protected]>:
> Uso uma tecnica semelhante a do Cleber, mas nao desligo o disco ;)
>
> Isso facilita o backup periodico tb, pq o home tem muita sujeira, tipo
> as coisas do nepomuk...
> --
> Oda
> ------------------------------------------------------
> If you don't have time to do it right, where
> are you going to find the time to do it over?
> ------------------------------------------------------

Geralmente eu crio uma partição /data, com pelo menos dois diretórios:
max e git, e deixo o /home no / mesmo.

Dentro do /data/max, eu coloco os documentos, músicas, fotos, vídeos e
etc. E no /data/git eu coloco os repositórios do git, sendo que um
deles é o que contém os meus arquivos de configuração (vim, tmux, zsh,
awesome e etc.).

Então eu compartilho o /data/max por GlusterFS e deixo o git acessível
pelo gitlab (HTTPS e SSH).

Quando eu faço uma nova instalação, eu uso o chef-solo para baixar os
arquivos de configuração do git e montar os diretórios do GlusterFS
dentro do /home.

Assim eu consigo:

1 - Manter os meus dados isolados do sistema operacional
2 - Manter os meus arquivos de configuração em um local centralizado
(assim posso usar mais de um SO, pois eu estou usando cópias ao invés
do mesmo arquivo compartilhado)
3 - Ter acesso aos meus arquivos à partir de outros computadores
4 - Esforço de configuração mínimo numa nova instalação (é só baixar
os cookbooks e mandar o chef configurar para mim)

Os problemas disso são:

1 - O setup inicial demora bastante, ainda mais se tu não for
familiarizado com todas as coisas envolvidas (GlusterFS, git, chef)
2 - Se tu não gravar os arquivos locais nos diretórios compartilhados,
tu vai acabar perdendo numa eventual reinstalação.
3 - Ainda não sei como colocar configs do GNOME ou KDE neste fluxo.
Como eu não uso nenhum dos dois, não é um problema para mim, mas eu
não faço ideia de como ou se é possível versionar os arquivos de
configuração destes dois.


Sobre o esquema de copiar todo o $HOME do usuário, eu não gosto muito
pelo seguinte: se tu não está usando uma distro rolling release
(Gentoo, Arch e, de certa forma, a current) ou que tenha releases mais
rápidos (ex: Fedora, que é de seis em seis meses), muito provavelmente
o teu $HOME vai quebrar durante um upgrade.

E se tu está usando os mesmos arquivos entre duas distros diferentes,
ai pode ter certeza que algo vai dar problema. :)


Com isso dito, dá para entender por que eu não monto o meu $HOME de um
diretório remoto, seria a mesma coisa que mantê-lo na mesma partição,
só que com a vantagem de ser acessado em outros computadores.

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