At 18:38 28/05/00 -0300, you wrote:
6-) A EVOLU��O DE GUERRA NAS ESTRELAS? PARTE I
(Por Gutembergue Chaves - [EMAIL PROTECTED] )

A evolu�ao ?? eu vi foi um resumo do filme.. putz........
bem.. alguem chegou a ler tudo que o rapaz escreveu ? eu li tudo.. bem, tem uma parte que ele diz que o george tinha programado 10 filmes.. eu pensei que fossem apenas 9(como ele mesmo fala) que fossem 3 trilogia, isto � verdade ? que seriam 10 filmes ? digo. que na historia � isso mesmo ??

agora.. outra.. tio Ben ? esse cara nao errou o nome nao ?? eheheh.. nao seria tio Owen e tia Beru ? eu heim.. Ben que eu sabia � o Obi Wan... mas tudo bem.. tudo bem.. eheheh e han solo � um bom ator mesmo *:P ele esqueceu de mencionar o nome do ator.. ehehe muita onda.. mas alguem sabe ai dessa onda dos 10 filmes ?

[]'s

 
1977. Apesar do autor/diretor/roteirista achar que seria um grande
fracasso a hist�ria de fic��o cient�fica mesclada com a saga dos samurais
(Cavaleiros Jedi), o dom�nio nazista (Imp�rio) e o dia a dia da vida no
campo (as fazendas de Tatooine), Guerra nas Estrelas foi um sucesso
incalcul�vel que gera lucro para George Lucas at� os dias de hoje. Isso
tudo sem contar uma infinidade de men��es a filmes e acontecimentos
hist�ricos que este marco do cinema mostrou.
Com um time de profissionais com m�dia de faixa et�ria entre 20 e 30
anos, relativamente jovem demais para a �poca, Lucas teve que reinventar
as t�cnicas de se fazer os efeitos especiais, que foram criados para
transformar o pensamento do diretor em imagem e sons, e que realmente
mudou a maneira de se fazer cinema. Ent�o nasceu a Industrial Light &</DIV>
Magic (ILM), para abocanhar um fil�o novo do mercado: Efeitos especiais
com qualidade.
Com material suficiente para fazer 10 filmes (e n�o nove como a
maioria das pessoas pensa), Lucas se deteve na parte central, onde teria
uma est�ria com princ�pio, meio e fim, em que poderia amarrar fatos
anteriores e deixar algumas quest�es para serem respondidas no futuro. Com
a ajuda de John Williams (que foi indicado por seu amigo Steven
Spielberg), a m�sica foi fator determinante da propaga��o do filme, e
depois de toda a s�rie. Quem n�o lembra da m�sica tema logo assim que ela
come�a a ser tocada?
O filme j� come�a explicando fatos acontecidos, deixando o resto
para ser mostrado como se fosse o presente. Como o in�cio de um conto de
fadas aparece em letras azuis: ?A long time ago, in a galaxy far far
away??. Uma tela negra com pontos claros que parecem uma constela��o, �
tomada por letras amarelas com o prel�dio ?Epis�dio IV ? Uma Nova
Esperan�a??, (Quatro? Algu�m errou na digita��o? Cad� o I, II e o III?),
aparecem e somem no espa�o com um caminho pr� tra�ado, como se fosse
contar atrav�s do universo o que tinha acontecido. Como uma mensagem
dentro de uma garrafa no oceano.
Como marca registrada de toda a s�rie, quando essa mensagem some no
infinito, a c�mera desce lentamente, e para pr�xima a orbita de algum
planeta. No caso de A New Hope, o planeta � Tatooine. Nesse exato momento
a m�sica abaixa, como que fazendo uma pequena pausa para se apreciar a
imagem, que diferente de qualquer outro filme ou seriado de FC at� ent�o,
� claro, limpo, brilhante. Lucas demonstra a�, o que est� por vir. N�o um
filme que usa a meia luz, ou espa�os confinados dentro de espa�onaves, mas
escancara a objetiva mostrando todos os detalhes que fizeram famosa a
s�rie.
De repente, com um ronco ensurdecedor (que � um erro perdo�vel no
contexto geral, pois no v�cuo do espa�o nenhum som se propaga), uma grande
nave passa meio que com pressa, vindo do canto direito da tela, disparando
rajadas laser no sentido oposto. E a�, no encal�o da nave rebelde surge um
gigantesco Destr�ier Imperial que parece n�o ter fim.
Depois de capturada a nave diplom�tica � invadida pelas tropas
imperiais. Ap�s o conflito que culmina na morte da maioria dos rebeldes e
a rendi��o do restante, surge Darth Vader, um monstro meio m�quina meio
homem com traje e capa pretos que contrasta diretamente com o branco dos
uniformes das tropas imperiais. Darth Vader que usa respiradores
artificiais, na verdade � o personagem central da s�rie, apesar dos
mocinhos terem se tornado �cones.
Num canto escondido da nave uma mensagem � passada para um pequeno
rob�, R2D2 (detalhe: a mensagem estava gravada num min�sculo CDROM. Foi
apenas um sonho? Na �poca, em pleno 1977, nem existiam PCs XT, mas enormes
computadores que usavam rolos de fitas magn�ticas codificadas para gravar
e ler dados). Esta mensagem, que custou a vida de muitos espi�es rebeldes,
possuia os planos para a constru��o da maior m�quina de guerra do Imp�rio,
Death Star. Capaz de com um �nico tiro destruir um planeta inteiro. Ap�s a
escapada de R2D2 num casulo de fuga, junto com seu fiel amigo C3PO - um
andr�ide de protocolo capaz de falar milhares de idiomas, o b�lido �
atra�do pela gravidade do planeta deserto, e cai no meio do nada.
Ap�s encontrar pequenas criaturas de olhos cintilantes que roubam e
negociam equipamentos, eles s�o vendidos para trabalharem na fazenda de
Ben Skywalker, agricultor que est� se preparando para a colheita junto com
seu sobrinho Luke. Naquela mesma noite R2D2 foge, e Luke e C3PO v�o atr�s.
Depois do ataque do Povo de Areia, eles s�o salvos por Obi Wan Kenobi
(Alec Guiness, que foi indicado ao Oscar de coadjuvante por este
trabalho). E descobrem que a mensagem do rob�, continha um pedido de
socorro da Princesa Leia.
Com Obi Wan, Luke descobre que seu pai foi um grande combatente das
Guerras Cl�nicas (Que s� Lucas sabe o que isso �), e pretende ser como
ele. Mas est� comprometido com o seu tio Ben at� o fim da colheita. Ap�s
descobrir que as Tropas Imperiais est�o atr�s dos dois rob�s, Luke corre
para casa para descobrir os corpos carbonizados de seus tios. Decidido a
acompanhar Obi Wan, eles partem para Mos Asley, em busca de uma espa�onave
que possa lev�-los ao planeta Aldebaran.
Na cantina do espa�oporto que � infestada pelas piores criaturas da
gal�xia, eles encontram o mercen�rio Han Solo (na minha modesta opini�o,
um dos melhores atores de aventura de todos os tempos). e Chewbaca, uma
criatura peluda de tr�s metros de altura e que se comunica atrav�s de
urros e grunhidos. Novamente numa cria��o magn�fica de John Williams, a
m�sica da cantina tocada por seres que mais parecem siris, � animada e
empolgante.
Fugindo das for�as do Imp�rio, eles s�o atra�dos para o que
consideravam ser uma lua, mas na verdade � a Death Star, onde salvam a
Princesa e os rebeldes. Darth Vader escapa um pouco antes da destrui��o da
Death Star (Onde sobrou argumentos para um novo filme).
Guerra nas Estrelas foi temperado com todos os ingredientes
necess�rios para atrair um grande n�mero de p�blico, e que ajudou a criar
a express�o blockbuster. Aqui nas terras tupiniquim, os cinemas da �poca
tinham contrato com os grandes est�dios de Hollywood, ou seja, somente o
grupo Luiz Severiano Ribeiro tinha contrato com a 20th Century Fox, o que
ocasionava longas filas, e muitas vezes as pessoas esperavam meses para
assistir um filme sem a correria inicial. Batalhas a�reas em espa�onaves
velozes, e pelejas com sabres de luz e armas laser, fizeram com que os
espectadores sa�ssem dos cinemas com um gosto de quero mais, e por isso
voltavam outras vezes, para ver os detalhes e curtir as falas e
personagens.
George Lucas ainda n�o acreditava no sucesso que o filme fez em todo
o mundo. Mas logo percebeu o fil�o de ouro que seria a saga, e passou a
fechar contratos de exibi��o (que n�o podia ser inferior a cinco anos para
as redes de televis�o), brinquedos, roupas, livros, etc. E muito tempo
ap�s a embriaguez inicial, � que ele iniciou o processo de pr� produ��o de
um novo epis�dio?Que a For�a esteja com voc�s.

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Saulo Benigno ([EMAIL PROTECTED])
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