eu sei bem o que é isto... hehehehe
   
  Mari

Alexandre Andrade de Souza <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
          imagina se esse cara estivesse num troller, sairia de cadeira de 
rodas do carro e com um protetor de cervical instalado hehehe.

Alexandre - Broco
----- Original Message ----- 
From: newtonmg2000 
To: [email protected] 
Sent: Wednesday, April 25, 2007 4:10 PM
Subject: [suzuki-net] Re: Tracker é um camponês exilado no asfalto

Finalmente uma matéria mais decente sobre o Tracker!
Agora, sair cansado dum Tracker depois de 430 km é [EMAIL PROTECTED] Fala sério!

[]´s "viajantis descansadus"

Newton Guerra
Vitara Canvas 97
Grand Vitara 2.0 2001
São Paulo - SP

--- Em [email protected], "Marcos Eduardo - Mak (SP/ZN)" 
<[EMAIL PROTECTED]> escreveu
>
> Saudades da terrinha (publicado HOJE no O GLOBO)
> 
> Tracker é um camponês exilado no asfalto
> Eduardo Sodré 
> 
> Ao pegarmos o Chevrolet Tracker na concessionária, sob uma chuva 
> intermitente, lembramos uma historinha vivida em 2002. Um surrado 
Suzuki 
> Vitara 1.6 da primeira metade dos anos 90 servia aos fotógrafos 
durante 
> o lançamento de uma picape média. De repente, a picapona afundou 
em um 
> lamaçal e de lá não conseguia sair.
> Quem tirou aquelas duas toneladas do charco? O bravo Vitara, com o 
> auxílio da tração 4X4 e a caixa reduzida, acionada por uma 
confiável 
> alavanca.
> O "causo" voltou à memória ao nos depararmos com uma Avenida 
Presidente 
> Vargas engarrafada. O Tracker -- nada mais do que um Suzuki Vitara 
> disfarçado com a gravatinhaborboleta da Chevrolet -- se ajeita 
como pode 
> entre carros e ônibus. Uma lástima diante de sua vocação para 
bicho-do-mato.
> Mas é nesse mundo asfaltado que vive a maioria dos Tracker, como 
> passarinhos que esqueceram como voar após anos na gaiola. 
Conformados, 
> seguimos por 1.253 quilômetros entre cidade e estrada, para fazer 
o que 
> todos fazem: usufruir o poderio de um carro mais alto que os 
demais, 
> preocupar-se menos com buracos e lembrar que os rins existem ao 
sentir 
> os sacolejos que todo jipe tem a oferecer.
> Foi fácil achar a melhor posição para dirigir -- o volante, 
bastante 
> vertical, ajuda. Na BR-040, o motor Suzuki 2.0 16V mostrou suas 
> limitações, exigindo giro alto para vencer a Serra de Petrópolis.
> Seu consumo em estrada foi pouco animador: 10,1km/l.
> O Tracker pesa mais de 1.500 quilos e tem câmbio dimensionado para 
o 
> trabalho pesado, não para rodovias.
> Quem migra de um hatch médio para o jipe (e muita gente faz isso), 
> estranhará a quinta marcha curta e os engates secos, duros até. É 
> preciso ser rude para suportar as agruras da terra.
> Nas curvas do asfalto, o comportamento foi exemplar. O Tracker 
oscila 
> pouco e transmite segurança na medida certa para um veículo desse 
> gênero. Para um utilitário estradeiro, falta um porta-malas maior.
> Para não dizer que a tração 4x4 não foi testada, aproveitamos a 
subida 
> rumo à Pedra Bonita para experimentála. O acionamento não exige 
esforço. 
> Na descida, com a reduzida engatada, sentimos como seria simples 
encarar 
> um declive enlameado, cenário perfeito para o bravo jipe.
> A histórica valentia é o principal atrativo do Tracker/Vitara, o 
que faz 
> os preços de modelos usados permanecerem elevados. Um Tracker 
2002, 
> movido a diesel, é vendido por até R$ 55 mil. Um Grand Vitara 
2001, com 
> o mesmo motor 2.0 16V atual, custa cerca de R$ 35 mil.
> Diante dos valores no mercado de usados, era mesmo de se esperar o 
ágio 
> de R$ 3 mil cobrado nas poucas concessionárias Chevrolet 
credenciadas 
> para vender o jipe. As lojas pedem R$ 63 mil pelo Tracker 0km.
> Menos valente e mais suave, o EcoSport é o concorrente-alvo. Pelo 
preço 
> do Tracker, leva-se pra casa um Ford automático. O acabamento 
deixa a 
> desejar, mas, para quem não se aventura fora da cidade, pode ser 
um 
> melhor investimento.
> Há apenas uma versão disponível do Tracker. Todos vêm com teto 
solar e 
> câmbio manual, além de um ótimo pacote de itens de série, que 
inclui 
> airbag duplo.
> Todos os itens de conforto, porém, não foram capazes de amenizar o 
> cansaço após uma viagem de 430 quilômetros ao volante do Tracker. 
O 
> corpo se ressentia das respostas duras da suspensão, que 
transmitia as 
> irregularidades do piso com clareza.
> Mais uma vez nos lembramos daquele impávido Vitara em seu habitat 
> natural, a salvar a picape indefesa.
> Como o sertanejo de Euclides da Cunha, o Tracker é, antes de tudo, 
um 
> forte.
> 
> 
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



         

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