Porém, em umas áreas existe superposição com dados existentes ... Dê uma olhada a este trecho aqui:
http://www.informationfreeway.org/?lat=-0.9203151758674532&lon=-46.67280672127227&zoom=15&layers=00000F0B0F Acredito também que não é a melhor estratégia de importar tudo como "primary" ... Tv. realmente vale a pena importar uns dados do IBGE, mas pelo menos aqui no norte estão _bastante_ errados (acredito que eles utilizaram imagens com georeferenciamento com precisão muito baixo, e depois digitalizaram sem muita vontade de acertar detalhes ...). A minha sugestão seria fazer importação de estradas exclusivamente nas áreas completamente "brancas". Abraços! Ulf On Sat, 2009-02-28 at 19:17 -0300, Claudomiro Nascimento Junior wrote: > Oi Vinicius, > > Sem dúvida todos nós queremos dados com a maior precisão possível no > projeto. Porém, isso só será possível depois de termos centenas (ou > milhares) de colaboradores contribuindo dados no país inteiro. > > A maioria das grandes importações de dados feitas no OSM até agora > como o TIGER nos EUA e o GeoBase no Canadá tem uma precisão menor do > que a ideal, mas isso não impede de os dados serem apresentados > corretamente em escala maior ou servirem para aplicação de roteamento, > por ex. > > Mas acho que ao "conectar" todas as regiões do país que não foram > mapeadas ainda os dados "convidam" novos usuários a participar > completando, corrigindo e aperfeiçoando os dados. > > De qualquer maneira, todas as entidades importadas estão devidamente > marcadas ("source=IBGE") e tomei o cuidado de tentar não duplicar (ou > "passar por cima") de dados que já estivessem no mapa (esse processo > só não foi perfeito porque o "dump" do banco tinha quase duas semanas > de idade). > > []s > > 2009/2/28 Vinicius Depizzol <[email protected]> > Olá. > > Vi nas últimas horas alguma parte da importação dos dados do > IBGE, > especificamente no Espírito Santo, e fiquei bastante > preocupado. > > Pelo que percebi, a precisão dos dados é muito baixa, e coloca > em > questão a segunda "regra de ouro" do OpenStreetMap --- > "Accuracy is > important - only map places you've been" (ou "Precisão é > importante -- > mapeie somente lugares por onde você já passou"). > > Peguei por exemplo a estrada que mapeei de Ibiraçu (ES) a > Governador > Valadares (MG) no mapa[1]. A estrada sinuosa foi por onde eu > passei. A > estrada vertical ao lado saiu da importação do IBGE. Dá para > ver > claramente a completa diferença entre a precisão de uma e > outra. Além > disso, a importação substituiu aos valores da tag highway de > "trunk" > para "primary" das estradas. Uma rodovia federal como aquela > supostamente deve ser classificada como trunk. > > Importar dados de divisões municipais, localizações de cidades > e rios > diretamente do IBGE pode ser interessante, porque precisão não > é um > fator importante. Agora, para rodovias e outros pontos, > precisão, > IMHO, é definitivamente importante e precisa ser levada em > consideração. Eu não gostaria que o OSM virasse um Google Maps > da vida > que tem suas estradas todas tortas. > > Eu me pergunto se vale a pena ter um mapa maior mas com pior > qualidade. > > [1] > > http://matt.sandbox.cloudmade.com/?zoom=12&lat=-19.59265&lon=-40.51348&layers=B0 > > Muito obrigado e até mais! > > -- > Vinicius Depizzol <[email protected]> > http://vinicius.depizzol.com.br > > _______________________________________________ > Talk-br mailing list > [email protected] > http://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br > > _______________________________________________ > Talk-br mailing list > [email protected] > http://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br -- Ulf Mehlig <[email protected]> ----------------------------------------------------------------------- _______________________________________________ Talk-br mailing list [email protected] http://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br
