É eu também acho que existe este possível benefício para os governos, mas as pessoas não gostam da ideia que uma empresa também pode se "apropriar dos dados".
Foi essa a reação que vi na lista talk, mas gosto do contra-argumento de que uma empresa nunca poderá se apropriar da comunidade que produz estes dados. Em 25/04/2014 09:48, "Lucas Ferreira Mation" <[email protected]> escreveu: > Interessante ver os contra argumentos nos comentários do post, me deixou > na duvida sobre o que seria a melhor forma. > > Mas acho que haveria demanda sim, por parte dos governos. Ouvi falar que > mesmo o ibge teve muita dificuldade e licitações complicadas com > fornecedores de mapas locais para conseguir uma malha de ruas do Brasil. E > depois, quando os recenseadores foram a campo verificaram que alguns mapas > tinham muitos erros em alguns locais. > > Sem falar no custo que é fazer uma licitação no Brasil, formulação de > edital, jurídica, depois fornecedores que perderam recorrendo, etc. Aqui no > ipea fizemos uma "conta de padeiro" ( não é oficial!) do custo das horas > dos funcionários envolvidos numa licitação de software e serviços > similares. O custo estimado foi 10 mil reais, independente se o programa > custe 100 ou 100 mil reais. > > Seria muito mais fácil se as equipes pudessem contar com o mapa do OSM e > depois valida-lo. > > Na prefeituras, que tem condições de equipe e orçamento muito piores, > seria mais útil ainda. > > Agora não tinha pensado na possibilidade dos órgãos públicos > disponibilizarem os dados com uma licença SA, ao invés de domínio publico. > Será que haveria restrições quanto a isso? > > Em 24/04/2014 22:36, "Wille" <[email protected]> escreveu: > >> Lucas, >> >> a questao é que a prefeitura de Nova Iorque libera os dados em Domínio >> Público, assim ela não poderiam pegar os dados do OSM que estão disponíveis >> em ODbL, importar na base de dados da prefeitura e depois redistribuir em >> domínio público. >> >> No entanto, acho pouquíssimo provável que algum órgão governamental abra >> mão de ter controle sobre seus dados para importar dados do OpenStreetMap. >> >> Com a ODbL, podemos utilizar uma grande quantidade de fontes de dados no >> OSM e garantir que isso continue livre e não seja privatizado. Se o OSM >> migrasse para uma licença sem share-alike não poderia se beneficiar de >> dados que exijam share-alike >> >> Recomendo ler esse post e principalmente os comentários: >> http://www.openstreetmap.org/user/lxbarth/diary/21221 >> >> >> >> On 24-04-2014 22:21, Lucas Ferreira Mation wrote: >> >>> Pessoal, >>> >>> estava assistindo este vídeo do Stata of the Map 2014 - US: >>> http://stateofthemap.us/session/more-open/ >>> >>> em que ele diz que governos não poderiam usar os dados do OSM para >>> atualizar suas bases oficiais. Ele dá o exemplo do governo da cidade >>> de Nova Iorque, que disponibiliza os dados de todos os prédios para >>> importação no OSM, mas não pode usar os dados do OSM para atualizar >>> seus dados. Acho que a questão é o "share-alike", pois se o governo >>> utilizar os dados do OSM e com isso atualizar sua base, a base >>> divulgada também precisaria ser "share-alike" >>> >>> É isso mesmo? no Brasil também não seria possível este uso? >>> >>> Lucas >>> >>> _______________________________________________ >>> Talk-br mailing list >>> [email protected] >>> https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br >>> >> >> >> _______________________________________________ >> Talk-br mailing list >> [email protected] >> https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br >> > > _______________________________________________ > Talk-br mailing list > [email protected] > https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br > >
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