Desculpa demorou

To vendo que meus mapas atuais no meu Garmin Nüvi nao tem tudos os ruas no este 
pesquisa, vou atualizar as mapas logo

Primeira teste do Osorio a Fortaleza deu um rota do 3914km, e 39:53 hh:mm tempo

To vendo que meu GPS tem problemas com rotas este distanca (passando limite do 
waypoints?), curtando esquinas.

Com novo mapas vou testar com rotas mais curtos, para ver o que distance o GPS 
tem limite, e para verificar rotamento entre estes cidades

Aun Johnsen
Sent from my iPhone

> On 20. juli 2014, at 22:01, Fernando Trebien <[email protected]> 
> wrote:
> 
> *Rua Ferreira :P
> 
> 2014-07-20 22:00 GMT-03:00 Fernando Trebien <[email protected]>:
>> Pessoal,
>> 
>> O Aun se ofereceu pra ajudar testando com a compilação da
>> garmin.openstreetmap.nl e pediu pra eu passar alguns endereços (pra
>> ficar fácil de testar). Vou postar alguém aqui também caso queiram
>> testar com outras compilações.
>> 
>> Cruzamentos (requisito do geocoding do Garmin):
>> 1. Chuí, RS: Rua Chile X Rua Palestina
>> 2. Osório, RS: Rua Garibaldi X Rua Melvin Jones
>> 3. Joinville, SC: Rua Nazareno X Rua Benjamin Constant
>> 4. Atibaia, SP: Rua Belvedere X Rua Presidente Dutra
>> 5. Belo Horizonte, MG: Rua Tom Jobim X Fua Ferreira
>> 6. Teófilo Otoni, MG: Rua Coronel Ramos X Rua Dom Felipe
>> 7. Vitória da Conquista, BA: Rua Nova X Rua Deusdete Amaral
>> 8. Feira de Santana, BA: Rua Brumado X Rua Juazeiro
>> 9. Brejo Santo, CE: Rua Marcelino Costa X Rua Joaquim Nicodemos
>> 10. Fortaleza, CE: Rua Pentecoste X Rua Costa Barros
>> 
>> Procedimento sugerido pra economizar trabalho testando:
>> - testar rota de [1] a [10]; se funcionar é porque há algum problema
>> com a compilação do mapa que não há na compilação do osm.nl
>> - testar [1] a [6]; se não funcionar, testar [1] a [2], [2] a [3], etc.
>> - se funcionar, testar [6] a [10]; se não funcionar, testar [6] a [7],
>> [7] a [8], etc.
>> 
>> Se identificarem o trecho em que o roteamento falha, me avisem que eu
>> mando o próximo conjunto de pontos (que então deve nos levar ao ponto
>> exato do problema). Não mandei agora porque senão teria que sugerir
>> 100 pontos.
>> 
>> 2014-07-20 20:05 GMT-03:00 Paulo Carvalho <[email protected]>:
>>> Ok, entendido.  Obrigado pelas sugestões.
>>> 
>>> []s
>>> 
>>> Paulo
>>> 
>>> 
>>> Em 20 de julho de 2014 15:17, Fernando Trebien <[email protected]>
>>> escreveu:
>>> 
>>>> "Acho razoável se basear na rota do OSRM
>>>> pra elencar um ponto mais ou menos" > mais ou menos no meio
>>>> 
>>>> 2014-07-20 15:16 GMT-03:00 Fernando Trebien <[email protected]>:
>>>>> Uma sugestão para diminuir o espaço de busca: dividir para conquistar.
>>>>> 
>>>>> Ao invés de calcular uma rota tão longa, tente calcular a rota até
>>>>> metade do caminho, e depois da metade até o destino. (Não precisa ser
>>>>> exatamente a metade, qualquer ponto mais ou menos no meio serve.) O
>>>>> problema vai estar no trecho em que esse teste falhar.
>>>>> 
>>>>> Daí você pega o trecho problemático e repete: testa a primeira metade
>>>>> dele, depois a segunda metade. Cada vez que você repete você diminui o
>>>>> espaço de busca. São 3000km, dividindo por 2 a cada vez você
>>>>> provavelmente vai chegar à raiz exata do problema em menos de 20
>>>>> tentativas.
>>>>> 
>>>>> Como saber onde fica a metade? Acho razoável se basear na rota do OSRM
>>>>> pra elencar um ponto mais ou menos: http://osrm.at/8yC
>>>>> 
>>>>> Um complicador é que pode ter mais de um problema ao longo de toda
>>>>> essa rota. Se os dois trechos falharem, você vai ter que testar os
>>>>> dois trechos separadamente, ao invés de eliminar um deles. E se forem
>>>>> muitos os problemas, pode precisar de papel e caneta pra lembrar de
>>>>> quais trechos você já testou.
>>>>> 
>>>>> É bem provável que isso seja de fato um erro de classificação que
>>>>> precisa ser corrigido no OSM - não com o objetivo específico de fazer
>>>>> o Garmin funcionar, mas sim com o objetivo de deixar a classificação
>>>>> correta. Sim, aplicações mais simples podem ser usadas (e normalmente
>>>>> são uma forma excelente) para detectar problemas com os dados que não
>>>>> interferem tanto com as aplicações mais modernas. E nesse caso
>>>>> específico tanto a comunidade do OSM (agnóstica aos dispositivos)
>>>>> quanto os usuários de Garmin saem ganhando.
>>>>> 
>>>>> 2014-07-20 12:47 GMT-03:00 Paulo Carvalho
>>>>> <[email protected]>:
>>>>>> Temos um exemplo de um mapa Garmin que não está calculando uma rota
>>>>>> entre o
>>>>>> extremo sul do Brasil e um ponto no Ceará.  A rota é calculada
>>>>>> normalmente
>>>>>> no Mapsource (computador) mas não no GPS (dipositivo móvel).  O
>>>>>> problema é
>>>>>> justamente localizar onde está a interrupção ou alternância de
>>>>>> classificação
>>>>>> de vias nos mais de 3000km da rota.
>>>>>> 
>>>>>> 
>>>>>> Em 20 de julho de 2014 12:05, Fernando Trebien
>>>>>> <[email protected]>
>>>>>> escreveu:
>>>>>> 
>>>>>>> Contraction hierarquies permite usar Dijkstra bidirecional + alguma
>>>>>>> heurística otimista em ambientes com restrições de memória e
>>>>>>> capacidade computacional sem remover qualquer via do cálculo. Isso tá
>>>>>>> lá nos papers referenciados no final daquele artigo da Wikipédia que
>>>>>>> você apontou. Era a isso que eu me referia ao julgar a inteligência do
>>>>>>> algoritmo, e por ser um fato (o algoritmo foi publicado e nada
>>>>>>> "impede" que seja implementado), não tem como ser arrogante. É uma
>>>>>>> escolha simples (bem, não tão simples) que o desenvolvedor da
>>>>>>> aplicação tem que fazer. E é uma escolha que é independente do mapa
>>>>>>> (que, novamente, serve a vários propósitos, não só ao roteamento, não
>>>>>>> só ao roteamento em ambientes com capacidades limitadas).
>>>>>>> 
>>>>>>> "Mas interromper uma motorway com um trecho de residential vai quebrar
>>>>>>> o roteamento em muitas aplicações." Pode dar um exemplo de aplicação e
>>>>>>> local?
>>>>>>> 
>>>>>>> Apesar de solicitar esse exemplo, não conheço nenhum caso em que uma
>>>>>>> motorway/trunk precisaria ter um trecho classificado como
>>>>>>> "residencial". Na pior das hipóteses, teria um trecho classificado
>>>>>>> como terciária por estar não-pavimentada - mas acho que nem no Brasil
>>>>>>> essa situação ocorre. Recentemente eu achei um exemplo em que uma
>>>>>>> trunk se intercala com uma primária [1], mas isso também não deve
>>>>>>> afetar esses sistemas que descartam vias a que você se refere.
>>>>>>> 
>>>>>>> E claro, no caso particular, raro, e bizarro de uma classificação fiel
>>>>>>> produzir uma situação assim, podemos pensar em discutir com a
>>>>>>> comunidade sobre o que fazer. A idéia de não alternar demais a
>>>>>>> classificação da via poderia ser aplicada ser for só um trecho curto
>>>>>>> com características diferentes, e o motivo não seria só o roteamento.
>>>>>>> 
>>>>>>> [1] http://www.openstreetmap.org/#map=12/-29.5385/-51.8998
>>>>>>> 
>>>>>>> 2014-07-20 10:47 GMT-03:00 Paulo Carvalho
>>>>>>> <[email protected]>:
>>>>>>>> 
>>>>>>>> 
>>>>>>>> 
>>>>>>>> Em 19 de julho de 2014 22:29, Fernando Trebien
>>>>>>>> <[email protected]>
>>>>>>>> escreveu:
>>>>>>>> 
>>>>>>>>> Sabendo que há trabalhos cientificos publicados descrevendo bons
>>>>>>>>> algoritmos para esses ambientes e que não descartam quaisquer vias
>>>>>>>>> (mesmo as de classe bem inferior), acho que não devemos fazer
>>>>>>>>> adaptações no mapa em favor de algoritmos menos inteligentes. (Isso
>>>>>>>>> seria mapear para a aplicação.)
>>>>>>>> 
>>>>>>>> 
>>>>>>>> Menos inteligentes????   Desculpa, Fernando, esse seu comentário foi
>>>>>>>> um
>>>>>>>> tanto arrogante.  Quando você tem restrição de recursos de hardware
>>>>>>>> em
>>>>>>>> dispositivos móveis você TEM que fazer otimização. Isso para mim é
>>>>>>>> sinal
>>>>>>>> de
>>>>>>>> extrema inteligência.
>>>>>>>> 
>>>>>>>> E só uma palavra sobre artigos científicos: poucas vezes tratam-se
>>>>>>>> de
>>>>>>>> ideias
>>>>>>>> praticáveis. O algoritmo Dijkstra é um exemplo.  Ninguém usa a forma
>>>>>>>> tal
>>>>>>>> como publicada pelo Dijkstra originalmente.  A indústria sempre faz
>>>>>>>> várias
>>>>>>>> melhorias para o mundo real.  Sei disso porque trabalho nos dois
>>>>>>>> mundos
>>>>>>>> e
>>>>>>>> também porque estou escrevendo um artigo e não estou pensando em
>>>>>>>> problemas
>>>>>>>> de ordem prática.  A teoria já dá trabalho suficiente.  Isso não é
>>>>>>>> pecado, é
>>>>>>>> como o progresso funciona: cada especialista em sua área.
>>>>>>>> 
>>>>>>>>> 
>>>>>>>>> 
>>>>>>>>> Mas, ao mesmo tempo, acho que são muito raros os casos em que
>>>>>>>>> adaptações seriam necessárias para evitar problemas com esses
>>>>>>>>> algoritmos que descartam vias. A menos que eles estejam descartando
>>>>>>>>> até as vias primárias (arteriais urbanas), daí não tem como
>>>>>>>>> resolver
>>>>>>>>> mesmo.
>>>>>>>> 
>>>>>>>> 
>>>>>>>> Não são raros não.  Você tem que pensar em para que a maioria dos
>>>>>>>> usuários
>>>>>>>> precisa de um mapa de ruas (Street Map):
>>>>>>>> a) Encontrar um lugar (geocoding);
>>>>>>>> b) Navegar até um lugar (roteamento);
>>>>>>>> c) Quase sempre em trânsito, com dispositivos móveis.
>>>>>>>> 
>>>>>>>> Se essas coisas não estão funcionando bem, elas procurarão
>>>>>>>> alternativas
>>>>>>>> e aí
>>>>>>>> seu mapa será o mais puro do mundo mas vazio de propósito.  Se
>>>>>>>> queres
>>>>>>>> que o
>>>>>>>> mapa se torne popular, TEM que pensar nas questões de ordem prática.
>>>>>>>> 
>>>>>>>> Acho que dá para conciliar os princípios do OSM com as questões
>>>>>>>> práticas.
>>>>>>>> Mas interromper uma motorway com um trecho de residential vai
>>>>>>>> quebrar o
>>>>>>>> roteamento em muitas aplicações.  Não digo colocar tudo igual, mas
>>>>>>>> não
>>>>>>>> deixar as classes tão contrastantes conforme já exemplificado.
>>>>>>>> 
>>>>>>>> []s
>>>>>>>> 
>>>>>>>> Paulo
>>>>>>>> 
>>>>>>>>> 
>>>>>>>>> 
>>>>>>>>> 2014-07-19 17:56 GMT-03:00 Paulo Carvalho
>>>>>>>>> <[email protected]>:
>>>>>>>>>> E qual sua opinião sobre o descarte de vias de baixa prioridade
>>>>>>>>>> nos
>>>>>>>>>> roteamentos de longa distância em ambientes com baixa memória e
>>>>>>>>>> processamento mais lento?
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>> Em 19 de julho de 2014 12:58, Fernando Trebien
>>>>>>>>>> <[email protected]>
>>>>>>>>>> escreveu:
>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>> Li sim, há bastante tempo. Mas acho que estás confundindo as
>>>>>>>>>>> hierarquias do OSM com a hierarquia de atalhos emergente que o
>>>>>>>>>>> algoritmo de "contraction hierarchies" produz (que inclusive
>>>>>>>>>>> pode
>>>>>>>>>>> ter
>>>>>>>>>>> muito mais níveis do que os poucos que existem no OSM). Os
>>>>>>>>>>> atalhos
>>>>>>>>>>> servem apenas para acelerar outro algoritmo de roteamento
>>>>>>>>>>> qualquer
>>>>>>>>>>> (geralmente se adota uma variação do Dijkstra, e nesse caso as
>>>>>>>>>>> heurísticas acabam preferindo usar os atalhos). E a hierarquia
>>>>>>>>>>> do
>>>>>>>>>>> OSM
>>>>>>>>>>> não se converte em atalhos automaticamente. A sequẽncia das
>>>>>>>>>>> coisas é
>>>>>>>>>>> assim:
>>>>>>>>>>> - cada arco original representa a ligação de duas interseções no
>>>>>>>>>>> mapa
>>>>>>>>>>> - o peso dos arcos originais é atribuído por velocidade X
>>>>>>>>>>> distância,
>>>>>>>>>>> onde velocidade é uma estimativa feita de forma diferente por
>>>>>>>>>>> cada
>>>>>>>>>>> aplicação (algumas usam a classificação da via, outras não)
>>>>>>>>>>> - (contraction hierarchies) os arcos de atalho são gerados
>>>>>>>>>>> eliminando
>>>>>>>>>>> sequências de arcos cujo peso total é muito alto
>>>>>>>>>>> - (contraction hierarchies) um grafo é formado combinando os
>>>>>>>>>>> arcos
>>>>>>>>>>> originais com os atalhos
>>>>>>>>>>> - um algoritmo de busca em grafos é aplicado sobre o grafo
>>>>>>>>>>> resultante
>>>>>>>>>>> (< ou seja, esse algoritmo vai usar tanto atalhos quanto arcos
>>>>>>>>>>> originais, possivelmente se intercalando entre os dois)
>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>> Por exemplo, se você tiver dois caminhos de A a B com quase a
>>>>>>>>>>> mesma
>>>>>>>>>>> distância total, um deles é uma primária com velocidade de
>>>>>>>>>>> 10km/h, e
>>>>>>>>>>> outro é uma terciária intercalada com trechos de living_street
>>>>>>>>>>> que,
>>>>>>>>>>> na
>>>>>>>>>>> média, fica em torno de 80km/h, vai ser a primária que vai ser
>>>>>>>>>>> removida na geração dos atalhos e o segundo caminho (mais
>>>>>>>>>>> rápido,
>>>>>>>>>>> embora envolva vias de classificação inferior) que vai virar um
>>>>>>>>>>> atalho. O fato de ser primária, secundária, living street, não
>>>>>>>>>>> faz
>>>>>>>>>>> diferença alguma a princípio - a menos que exista um programa
>>>>>>>>>>> antes
>>>>>>>>>>> (como o mkgmap) que associa a classificação ao peso do arco
>>>>>>>>>>> (mais
>>>>>>>>>>> especificamente à velocidade, já que a distância é exata
>>>>>>>>>>> sempre). O
>>>>>>>>>>> OSRM, por exemplo, não associa quando a velocidade máxima é
>>>>>>>>>>> definida
>>>>>>>>>>> (ou seja, o segundo caso pode acontecer).
>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>> Enfim, isso é um detalhe, a classificação tem que estar bem
>>>>>>>>>>> feita
>>>>>>>>>>> por
>>>>>>>>>>> diversos motivos, mas (se formos pensar genericamente, para
>>>>>>>>>>> vários
>>>>>>>>>>> sistemas) não se pode ignorar o mapeamento da velocidade máxima
>>>>>>>>>>> das
>>>>>>>>>>> vias.
>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>> 2014-07-19 12:10 GMT-03:00 Paulo Carvalho
>>>>>>>>>>> <[email protected]>:
>>>>>>>>>>>>> Pra esse algoritmo só importa a velocidade atribuída a cada
>>>>>>>>>>>>> trecho
>>>>>>>>>>>>> das
>>>>>>>>>>>>> vias (e a atribuição pode não ter relação direta com aquilo
>>>>>>>>>>>>> que
>>>>>>>>>>>>> foi
>>>>>>>>>>>>> mapeado, só indireta).
>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>> Não é bem assim.  Na graduação se ensina o Djkstra que leva a
>>>>>>>>>>>> maioria
>>>>>>>>>>>> das
>>>>>>>>>>>> pessoas focar apenas no custo de percurso.  Mas uma aplicação
>>>>>>>>>>>> real
>>>>>>>>>>>> é
>>>>>>>>>>>> mais
>>>>>>>>>>>> complexa. O tamanho do grafo é um fator de extrema relevância.
>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>> Acho que tu não leste o artigo sobre Hierarchy Contraction.
>>>>>>>>>>>> Existe
>>>>>>>>>>>> uma
>>>>>>>>>>>> otimização que é feita nos dispositivos móveis.  Enfim, vou
>>>>>>>>>>>> resumir:
>>>>>>>>>>>> para
>>>>>>>>>>>> rotas de longa distância, em que analisar o grafo todo seria
>>>>>>>>>>>> muito
>>>>>>>>>>>> custoso
>>>>>>>>>>>> tanto em termos de desempenho quanto de memória, é feito um
>>>>>>>>>>>> descarte
>>>>>>>>>>>> de
>>>>>>>>>>>> vias
>>>>>>>>>>>> de baixa hierarquia.  As vias de menor hierarquia só passam a
>>>>>>>>>>>> ser
>>>>>>>>>>>> computadas
>>>>>>>>>>>> nas proximidades dos pontos de origem e de destino.  Por causa
>>>>>>>>>>>> desse
>>>>>>>>>>>> descarte, o cálculo de rotas longas pode falhar em
>>>>>>>>>>>> smartphones,
>>>>>>>>>>>> tablets
>>>>>>>>>>>> e
>>>>>>>>>>>> GPSs para mapas mal desenhados.
>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>> Em 19 de julho de 2014 11:56, Fernando Trebien
>>>>>>>>>>>> <[email protected]>
>>>>>>>>>>>> escreveu:
>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>> Só acrescentando uns detalhes. Um resumo da ópera: em alguns
>>>>>>>>>>>>> sistemas,
>>>>>>>>>>>>> a classificação pode ter um efeito no roteamento, mas
>>>>>>>>>>>>> fundamentalmente
>>>>>>>>>>>>> o mais importante é mapear as características da via
>>>>>>>>>>>>> (velocidade
>>>>>>>>>>>>> máxima, superfície, etc.).
>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>> Pra esse algoritmo só importa a velocidade atribuída a cada
>>>>>>>>>>>>> trecho
>>>>>>>>>>>>> das
>>>>>>>>>>>>> vias (e a atribuição pode não ter relação direta com aquilo
>>>>>>>>>>>>> que
>>>>>>>>>>>>> foi
>>>>>>>>>>>>> mapeado, só indireta). Se não for mapeada a velocidade máxima
>>>>>>>>>>>>> das
>>>>>>>>>>>>> vias, então a maioria dos roteadores tenta "adivinhar" a
>>>>>>>>>>>>> velocidade
>>>>>>>>>>>>> a
>>>>>>>>>>>>> partir da classificação. Como exemplo, eis aqui [1] como o
>>>>>>>>>>>>> OSRM
>>>>>>>>>>>>> faz
>>>>>>>>>>>>> essa adivinhação (lembrando que é um serviço mais voltado às
>>>>>>>>>>>>> características do trânsito na Europa).
>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>> Então, sim, a classificação é importante para o roteamento
>>>>>>>>>>>>> caso
>>>>>>>>>>>>> não
>>>>>>>>>>>>> seja mapeada a velocidade máxima. Mas, fundamentalmente, o
>>>>>>>>>>>>> mais
>>>>>>>>>>>>> importante para o roteamento é a velocidade atribuída à via.
>>>>>>>>>>>>> Existem
>>>>>>>>>>>>> casos em que uma primária urbana tem velocidade reduzida num
>>>>>>>>>>>>> trecho
>>>>>>>>>>>>> curto e isso faz diferença pro roteamento decidir mandar o
>>>>>>>>>>>>> usuário
>>>>>>>>>>>>> por
>>>>>>>>>>>>> ali ou não. Só seria mapear para a aplicação se alguém
>>>>>>>>>>>>> mudasse a
>>>>>>>>>>>>> classificação naquele trecho por causa da velocidade, para
>>>>>>>>>>>>> forçar
>>>>>>>>>>>>> um
>>>>>>>>>>>>> roteador a evitar o trecho. (Um problema é que muita gente
>>>>>>>>>>>>> faz
>>>>>>>>>>>>> isso.)
>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>> Especificamente para o Garmin/mkgmap, parece que ainda existe
>>>>>>>>>>>>> o
>>>>>>>>>>>>> conceito de "classe de velocidade", que não é nem a
>>>>>>>>>>>>> classificação
>>>>>>>>>>>>> da
>>>>>>>>>>>>> via (que se reflete no desenho), nem a velocidade máxima (que
>>>>>>>>>>>>> produz
>>>>>>>>>>>>> os alertas de velocidade). Essa é uma velocidade estimada de
>>>>>>>>>>>>> trânsito
>>>>>>>>>>>>> que no mkgmap [2] pode ter regras até bem complexas de
>>>>>>>>>>>>> derivação
>>>>>>>>>>>>> (nos
>>>>>>>>>>>>> exemplos que eu vi por aí o pessoal estava derivando esse
>>>>>>>>>>>>> campo a
>>>>>>>>>>>>> partir de uma combinação da classe da via e da velocidade
>>>>>>>>>>>>> máxima).
>>>>>>>>>>>>> Até
>>>>>>>>>>>>> daria pra mapear no OSM uma velocidade "esperada" pra via
>>>>>>>>>>>>> (que
>>>>>>>>>>>>> então
>>>>>>>>>>>>> se traduziria diretamente nessa velocidade do Garmin), mas
>>>>>>>>>>>>> isso é
>>>>>>>>>>>>> complicado de padronizar e por isso pode gerar divergências
>>>>>>>>>>>>> (e
>>>>>>>>>>>>> guerras
>>>>>>>>>>>>> de edição) e até pode acabar não sendo usado. [3] Algumas
>>>>>>>>>>>>> abordagens
>>>>>>>>>>>>> melhores são coletar a velocidade média [4] e monitorar o
>>>>>>>>>>>>> tráfego
>>>>>>>>>>>>> [5].
>>>>>>>>>>>>> Com essas duas abordagens, a classificação se torna
>>>>>>>>>>>>> irrelevante
>>>>>>>>>>>>> pro
>>>>>>>>>>>>> roteamento (por exemplo, no caso de uma primária estar sempre
>>>>>>>>>>>>> congestionada e uma secundária paralela estar sempre livre).
>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>> [1]
>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>> https://github.com/DennisOSRM/Project-OSRM/blob/master/profiles/car.lua
>>>>>>>>>>>>> [2] http://www.mkgmap.org.uk/doc/pdf/style-manual.pdf seção
>>>>>>>>>>>>> 4.6.5
>>>>>>>>>>>>> [3]
>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>> http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Talk:Proposed_features/traffic_speed#Practicality_of_Using_Info_in_Router
>>>>>>>>>>>>> [4] http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Average_speed_per_way
>>>>>>>>>>>>> [5]
>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>> https://lists.openstreetmap.org/pipermail/talk/2012-August/063985.html
>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>> 2014-07-15 8:30 GMT-03:00 Paulo Carvalho
>>>>>>>>>>>>> <[email protected]>:
>>>>>>>>>>>>>> Amigos,
>>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>>>    Para compreender a razão de não quebrar a hierarquia de
>>>>>>>>>>>>>> vias
>>>>>>>>>>>>>> nos
>>>>>>>>>>>>>> pequenos trechos que rodovias passam por cidades, recomendo
>>>>>>>>>>>>>> esta
>>>>>>>>>>>>>> leitura:
>>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>>> http://en.wikipedia.org/wiki/Contraction_hierarchies
>>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>>>   Aos que já estão com o argumento "isso é mapear para
>>>>>>>>>>>>>> aplicação"
>>>>>>>>>>>>>> na
>>>>>>>>>>>>>> ponta
>>>>>>>>>>>>>> da língua rogo um momento para parar e pensar:
>>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>>> "For routing software to work well, the underlying map data
>>>>>>>>>>>>>> must
>>>>>>>>>>>>>> be
>>>>>>>>>>>>>> of
>>>>>>>>>>>>>> good
>>>>>>>>>>>>>> quality. Essentially this means that ways that should be
>>>>>>>>>>>>>> connected
>>>>>>>>>>>>>> are
>>>>>>>>>>>>>> in
>>>>>>>>>>>>>> fact connected, one-way roads are tagged, turn restrictions
>>>>>>>>>>>>>> are
>>>>>>>>>>>>>> mapped,
>>>>>>>>>>>>>> and
>>>>>>>>>>>>>> so on. You should be familiar with the Map Features used,
>>>>>>>>>>>>>> in
>>>>>>>>>>>>>> particular
>>>>>>>>>>>>>> see
>>>>>>>>>>>>>> OSM tags for routing to understand the tags specific to
>>>>>>>>>>>>>> routing."
>>>>>>>>>>>>>> (grifo
>>>>>>>>>>>>>> meu)
>>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>>> Palavras da própria comunidade OSM.
>>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>>> Fonte:  http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Routing
>>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>>> [ ]s
>>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>>> Paulo
>>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>>> _______________________________________________
>>>>>>>>>>>>>> Talk-br mailing list
>>>>>>>>>>>>>> [email protected]
>>>>>>>>>>>>>> https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br
>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>> --
>>>>>>>>>>>>> Fernando Trebien
>>>>>>>>>>>>> +55 (51) 9962-5409
>>>>>>>>>>>>> 
>>>>>>>>>>>>> "Nullius in verba."
>>>>>>>>>>>>> 
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>>>>>>>>>>> "Nullius in verba."
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>>>>>> 
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