Como tu conseguiste o GTM de Itabira?

Em 4 de agosto de 2014 14:53, <[email protected]> escreveu:

>   Tem coisas que a ferramenta não é programável e se é, e foi, o
> utilizador esqueceu de programar inúmeros detalhes de formatação só
> reconhecidas no Tracksource, não no OSM. Sobre polígonos sabe muito bem
> você agora a diferença já que semana passada lhe enviei mensagem informando.
> Não foi por detalhes simples que afirmei e continuo afirmando ter sido o
> changeset inserido empregando o GTM Tracksource de Itabira – MG. Por acaso
> tenho aqui esse GTM e esse em muito me auxiliou na análise *PROFUNDA *de
> comparação, em especial na assinatura das coordenadas nas casas decimais.
>
> Será que não fui claro ao afirmar que o changeset veio do Tracksource? Não
> faço denuncia sem provas.
>
> Pela ultima vez informo que o changeset veio do Tracksource, do GTM do
> mapa base de Itabira e ponto final.
>
>  *From:* Paulo Carvalho <[email protected]>
> *Sent:* Monday, August 4, 2014 2:29 PM
> *To:* OpenStreetMap no Brasil <[email protected]>
> *Subject:* Re: [Talk-br] Reversão Itabira - MG
>
>  Isso acontece porque foi a forma com que a ferramenta fora programada
> para converter.  Quero dizer que com essa análise simples, você pode dizer
> que o mapa veio do formato GTM convertido com as referidas ferramentas.
> Agora, para dizer que é do Tracksource é necessário fazer uma análise mais
> profunda.
>
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