Poderia mencionar a conveniência da comunidade gerenciar pendências e
mapear a partir de Mapillary e Field Papers. Uma instância do Tasking
Manager 2 dá impulso a várias iniciativas de mapeamento e ajuda
indispensavelmente a gerenciar os esforços, enquanto os projetos de
software que importam tem seus forks e issues no Github. Essas coisas unem
a comunidade no que ela pode fazer e faz. São ferramentas que podem vir a
se estabelecer entre as principais do cotidiano de um mapeador. É como
vejo. Gradualmente elas vão sendo aperfeiçoadas e integradas.

Alexandre Magno

Em 19 de setembro de 2014 13:49, Vitor George <[email protected]>
escreveu:

> Oi pessoal,
>
> Agora no começo do mês vai ter o Condatos, uma conferência sobre dados
> abertos no México. Ele vai ter um evento paralelo no dia 2 de outubro sobre
> mapas abertos:
>
> http://condatos.org/mapa.html
>
> Vou lá dar uma oficina sobre o JEO e participar de um painel que vai
> discutir os desafios de promover o OpenStreetMap na América Latina.
>
> Pretendo falar sobre a iniciativa de criar um capítulo local, e também
> sobre as atividades que desenvolvemos para fortalecer a comunidade. Vou
> comentar sobre o projeto "Brasil 250 Cidades
> <http://wiki.openstreetmap.org/wiki/WikiProject_Brazil/Brasil_250_Cidades>",
> o trabalho com as traduções, o Mapas Livres, e gostaria de saber o que
> vocês também acham importante falar.
>
> Abraço,
> Vitor
>
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