Para conhecimento de todos, 

 

na reunião de hoje falamos sobre como organizações que tenham interesse em 
endereçamento na criação do projeto OpenAdrress Brasil, que por falta de outro 
nome chamarei assim por enquanto, tendo por referência o projeto internacional 
http://openaddresses.io.

 

O Thierry relatou contatos feito com a associação de empresas de monitoramento 
de veículos cujo representante demonstrou interesse no processo, e perguntou o 
que fazer para envolver outras entidades (IBGE, Correio, etc.) e como dar o 
pontapé inicial no projeto.

 

Neste ponto o Vitor levantou o problema da qualidade dos dados disponíveis para 
compor essa base e sugeriu a criação de um pré-projeto definindo o que 
constaria nessa base de endereços, níveis de informação e formas de 
uso/extração desses dados por parte dos usuários citando como exemplo o 
apontador.com.br, e sugerindo para carga inicial os dados de endereço 
disponível no OSM.

 

Definiu-se que o projeto não tem como fim concorrer com o apontador, gmaps e 
outros nesse nicho mas sim ser um provedor de informação de endereço  e todos 
concordaram que os endereços OSM podem compor a base inicial do projeto, onde o 
Thierry vai começar a compor textos e falar com seus contatos dando o processo 
como iniciado e tendo como apoiadores o OSM Brasil, http://codigourbano.org e 
outros que venham a aderir.  As informações de tipo e nome de ponto comercial 
quando existirem não serão descartadas, mas sim comporão um conjunto de 
informações extras inerentes ao endereço.

 

Após rápida discussão sobre a sugestão do Winnie de importar os dados do 
geolog-São Paulo para o OSM, em razão da complexidade e tempo, além de a 
informação não ter numeração de endereço optou-se por tentar incluir esse mapa 
como uma camada de edição ao OSM conforme foi feito com o IBGE.

 

Sobre os dados do IBGE CNEFE, apesar de não serem de altíssima qualidade 
coloquei que neste ponto alguma informação é melhor que a realidade atual que é 
não ter nenhuma, mesmo no OSM temos diversas localidades que mal possuem 
nomeadas as Rodovias que as cortam e por isso devemos utilizar a camada IBGE 
para melhorar os dados do OSM.

 

Quanto ao uso do CNEFE na base de endereços foi ponderado que o importante num 
primeiro momento é obter (Thierry) um compromisso do IBGE com uma licença ODBL 
ou equivalente, mesmo que executivos do IBGE se digam a favor da publicidade de 
dados, enquanto não houver uma licença formal podemos plantar uma bomba relógio 
no projeto com o uso dessa informação.  

 

Da mesma forma esta definido que a importação de dados do DNE dos correios esta 
descartada, até porque essa base não contém endereço e não seria relevante para 
o projeto.  O CEP continua sendo uma informação importante mas não define o 
endereço, o endereço geográfico latitude/longitude acaba sendo mais relevante, 
especialmente para uso em roteirização.

 

O Vitor estimou em 2 meses a montagem de uma versão alfa do projeto de 
endereços e vai tocar isso conforme disponibilidade, além de ter sugerido que 
as ações que envolvam o OSM sejam atualizadas no wiki: 
http://wiki.openstreetmap.org/wiki/WikiProject_Brazil, especialmente o que diga 
respeito ao capítulo Brasil.

 

Também relatou os encontros que teve nos EUA onde além da divulgação do OSM 
Brasil apresentou o projeto mapazonia: http://roads.mapazonia.org/ e o sobre o 
mapeamento de terras indígenas: 
http://wiki.openstreetmap.org/wiki/WikiProject_Brazil/Terras_ind%C3%ADgenas

 

Por último mas não menos importante ficou claro que será preciso algum tipo de 
apoio/patrocínio ( financeiro e/ou de recursos materiais e humano ) para o 
projeto pois a disponibilidade de hora/programação anda escassa.

 

Abraços a todos

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Reinaldo Neves

Equação Informática

(11) 3221-3722

 

 

 

 

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