Talvez fosse ofensivo se fosse com você. Lembro-me do seu cuidado em ver previamente se o pessoal todo aproveitaria um esforço de programação seu. Mas não me ofende, porque todo tempo eu cogitei e cogito possibilidades daqueles códigos nunca serem utilizados.
Só que você me apresenta um sofisma (aliás, dois), não no literal mas no que está implícito. Os códigos não terem sido utilizados não implica eles não terem utilidade. Pessoas não terem visto utilidade neles também não implica eles não terem utilidade. Queira você ou não, eu identifiquei necessidades. Minhas soluções podem não ter sido interessantes ou viáveis para quem necessitava delas, ou estas pessoas podem não as ter conhecido ainda. Ou pode haver rejeições às soluções por haver rejeições ou precauções quanto à minha pessoa. O que eu faço com mais facilidade, ou que eu já sei mais, é o que tenho escolhido fazer. É sim uma questão de desejo, mas também é de avaliar e ponderar o que é mais imediatamente viável para minha pessoa. Alexandre Magno Em 2 de julho de 2015 23:39, Fernando Trebien <[email protected]> escreveu: > Como dizer isso sem ser ofensivo... talvez não tenham usado o código > porque não viram utilidade para ele. Porque você, não sabendo do que > precisamos porque não mapeia junto com a gente, supôs que seria útil. Se > você mapeasse, saberia quais são as nossas reais necessidades, porque seria > um mapeador como nós. Seu tempo e foco estariam na direção certa, não > perdidos no nada. > > Se você pode escrever código, pode fazer mapas também. Não são limitações, > são objeções/desejos. Estou dizendo que sim, és capaz, só precisas pôr a > mão na massa. Mas não queres. > > 2015-07-02 23:32 GMT-03:00 Alexandre Magno Brito de Medeiros < > [email protected]>: > >> Fernando, eu ainda "duvido", sob alguns aspectos, mas eles, os seus >> métodos, constituem a sua metodologia, que é o que temos de melhor na >> comunidade. Reconheço isso. E com esse "é o que temos" eu não estou dizendo >> que são pouca coisa. >> >> A discussão presente, que você acaba de alimentar, é sim sobre mim. >> >> Eu não pretendo mapear com toda a abrangência que você(s) mapeia(m). E >> por isso você está querendo, de uma maneira educada, que eu simplesmente >> cale a boca sobre qualquer coisa que se refira a mapeamento. Com a renúncia >> ao voto, eu atendo o que existe de razoável nesse seu desejo implícito. >> >> OK, eu vou me esforçar para lembrar de sempre consultar a Referência >> antes de articular frases opinativas sobre etiquetação. Mas nem se preocupe >> tanto com isso... porque eu vou evitar ao máximo estar opinando diretamente >> sobre etiquetação. Meu desejo íntimo é que nunca mais eu construa uma frase >> do tipo "eu acho que etiqueta=X deveria ser tal coisa", apesar de que eu >> não renunciei a isso. >> >> O assunto etiquetação está pra mim como um livro está para o leitor. Por >> ventura o leitor pode interpelar o(s) autor(es) do livro. >> >> Obviamente eu não estou reclamando um direito de ser o cara que tira o >> foco. >> >> Aceitar crítica técnica deve ser muito mais fácil, especialmente quando >> se pode verificar que a técnica realmente está falha, ou que o suposto >> conhecimento técnico está quebrado, inconsistente. Aceitar crítica à >> personalidade nem sempre é o caso. >> >> Por vezes, eu não sou capaz — porque nessa atividade de tradução de >> etiquetas eu não me empenho (como já declarado várias vezes) — de >> determinar se o que relato é um regionalismo. Então é melhor também para >> vocês que eu não "chute" ser um regionalismo, propondo-o como tal. Como >> você mesmo afirma, o foco também não está nos regionalismos. >> >> O e-mails que tenho chamado de "registro", e este seguindo eles, não são >> principalmente um esclarecimento, são principalmente como um recibo, como >> um atestado, como um documento, como um firmamento de palavra, que estou >> dando a quem interessar. Suponho que o segundo maior interessado nesse meu >> proceder seja você, pois o primeiro sou eu mesmo. Por que? Porque eu quero >> continuar por aqui, dentro das minhas limitações. >> >> Concordo que a crítica evidenciada no último parágrafo foi construtiva. >> Mas discordo* dela. Com um leque tão amplo de coisa que pode ser feita na >> comunidade, eu não tenho de esperar de mim que obrigatoriamente minha >> atividade de contribuição seja em mapeamento, sempre em mapeamento, ou mais >> em mapeamento. Eu tenho deixado algum código, algum *know how*, no >> GitHub. Coisas relevantes? Não sei. Pra quem? Não sei. Importaram pra mim, >> achei que podem importar pra mais alguém. Quando aparentemente nem a mim >> importaram, porque não as usei, mas as fiz, as fiz por pensar que a um >> mapeador ativo — ou à comunidade tida com um todo — poderiam importar. >> Estou de consciência tranquila quanto a isso, pois fiz o que pude e o que >> soube, e com boa intenção, e assim pretendo continuar, se a comunidade não >> rejeitar, ou até o nível a comunidade não rejeitar. >> >> * Discordar de uma crítica é não aceitá-la no todo ou em parte. A crítica >> construtiva é aquela que o criticado aceita ao menos em parte, seja essa >> parte grande ou pequena. Assim eu entendo. >> >> Alexandre Magno >> >
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