Bom, estive presente pela primeira vez em uma apresentação do grupo Deu
Branco e fiquei muito desapontada.
Já os conhecia de nome por se apresentarem no Bom Sujeito, maravilhosa casa
sob o comando doa amigos César, Marcinha e Maurício e fui conferir o samba
da moçada no Céu Aberto.
Meu Deus! Não gosto nem de lembrar.
Como crítica construtiva, pois apesar de não constatar isso, imagino que os
rapazes querem fazer um bom trabalho e admiro muito os jovens que têm esse
espírito. Os arranjos que eles fazem com canções consagradas é de assustar.
Mais parece uma busca incansável por uma nova quebra de recordes de
velocidade, além da excessiva sobreposição da percursão às cordas, dando em
que assiste além da vontade de sair sambando, a vontade de sair correndo,
como se estivesse atrasado pra alguma coisa.
Como se não bastasse esse detalhe, que talvez para alguns não faça
diferença, quase passei mal quando imaginei o profundo desconforto dos
mestres Ataulfo Alves e Mario Lago que lá de cima são obrigados a ouvir sua
bela canção cantada, com profundo desrespeito, dessa forma e nesse nível:
"Amélia não tinha a menor vaidade
Tirava a calcinha e dava à vontade"
Isso o Samba agradece! Se essa é a vontade e meta do grupo, que o façam com
composições próprias e respeite os nossos poetas que fizeram as deles.
Sem mais para o momento,
Maria Cipriani
Em tempo: Como não conheço nenhum deles e eles também não se apresentaram,
achei por bem tentar esse meio para alertá-los. e mostrar minha profunda
indignação.
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