Tá no Aurélio:

Branco:
5.  Pálido, descorado
8.  Diz-se de indivíduo de pele clara.
10.  Que não surtiu o efeito desejado ou esperado.
14.  Espaço entre linhas escritas ou impressas.
15.  Incapacidade de raciocinar ou de recordar-se de algo; claro, vazio.
17.  Gír.  Homem tolo, ingênuo, papalvo.
20.  Quím.  Ensaio ou experiência em que todos os reagentes e condições de
uma determinada análise são empregados, entretanto sem a presença da amostra
a ser analisada.
26.  Bras.  No jogo de dominó, a parte da pedra sem pontos marcados.

Preto:
1.  Que tem a cor do ébano, do carvão.
3.  Diz-se de diversas coisas que apresentam cor escura
6.  Diz-se da cor da pele desses indivíduos, ou da cor da pele clara
queimada pelo sol; negro.

Pôr o preto no branco.
1.  Passar a documento escrito qualquer declaração verbal.


On 8/25/06, Gata Oxum <[EMAIL PROTECTED]> wrote:


  A palavra Negro vem do latim e quer dizer PODRE, ESTRAGADO

  Em estado de DECOMPOSICAO, contaminado deteriorado e fedido.

  Palavra usada pelos brancos durante a escravidao para diminuir a alta
estima
  dos ESCRAVOS.

  Concordo que mudanca de vocabulario nao muda muita coisa.

  O que seria interessante seria que as familias de aparencia Afro
Brasileiras
  tivessem bolsas de familia e de escola para que as seus familiares
pudessem
  completar seus estudos.

  Que as escolas tivessem cursos onde brancos com complexo de
superioridade ao
  negro, tomasse reponssabilidades pelos seus previlegios de classe e de
raca
  e de geografia e historico.

  Que as empresas fossem obrigadas a contratarem Afro Brasileiros nao so
por
  periodos de substituicoes, mas para posicoes permanentes.

  Que  instituicoes  como as escolas darem cursos sobre a estria do Afro
  Brasileiro atraves do ponto de vista do preto e preta brasileira. Como
  obrigar os alunos a lerem a Biografia da Benedita da Silva.

  Que o samba de raiz seja mostrado nas escolas primarias como veiculo que
  conta realmente o que passa e o que é, e o que foi a ''realidade'' do
preto
  atraves da visao da pessoa que vive o racismo todos os dias e nao
brancos
  previlegiados que tem a empregada domestica em casa, e porque ela senta
na
  mesa com eles eles acham que o racismo acabou.

  Essa sao algumas das possibibidades de fazer do racismo uma linguagem em
que
  se possa discuir o assunto com sinceridade e nao a falsidade dos
racistas
  que adoram transar com negros e negras, mas na hora de abrir as portas
da
  oportunidade é no branquinho e branquinha previlegiado que eles pensam.

  Bom dia.


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